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Além disso, o leilão do 5G já é a segunda maior licitação e caminha para o segundo dia hoje após arrecadar R$ 7,089 bilhões só no primeiro dia
A sexta-feira (05) de uma semana mais curta começa de olho na continuidade do leilão do 5G, enquanto o payroll, o dado mais esperado da semana, também deve ser divulgado agora pela manhã e ditar o ritmo dos negócios. No cenário doméstico, os reflexos da PEC dos precatórios devem continuar pressionando a bolsa hoje.
Nesse cenário, o Ibovespa fechou o dia em uma queda acentuada de 2,09%, aos 103.412 pontos, enquanto o dólar à vista avançou 0,29%, a R$ 5,6061.
Com o risco fiscal ainda presente, o investidor nacional deve ficar de fora da festa (mais uma vez) dos índices internacionais, que operam com uma tendência de alta hoje, antes do relatório de emprego dos EUA.
Os balanços após o fechamento de ontem (04) e antes da abertura de hoje devem dar o tom dos negócios junto com o payroll.
O mercado reagiu mal à aprovação da PEC dos precatórios na madrugada de quarta-feira (03) para quinta-feira (04). O racha político para a aprovação do texto na primeira votação na Câmara já não gera esperança de que a proposta seja aprovada em segundo turno ou mesmo no Senado Federal.
De qualquer maneira, a PEC não chegou a animar os investidores. Por mais que o parcelamento dos precatórios (vistos como um calote das dívidas que o governo tem com o judiciário) abra espaço no teto de gastos, o uso político dessa medida é mau visto pelo mercado em geral.
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A proposta segue para segundo turno de votação na Câmara na próxima terça-feira (09) e terá que ser aprovada no Senado também em dois turnos.
O leilão da frequência do 5G, a nova geração da internet no Brasil, já é a segunda maior licitação do Brasil em volume, com R$ 7,089 bilhões, um ágio de 247% sobre o lance mínimo, perdendo apenas para o leilão do pré-sal, que gerou R$ 69,96 bilhões de receita para União.
Hoje deve ocorrer o segundo dia de licitações do 5G, que deve oferecer a faixa de 26 GHz, que tem o compromisso de levar conectividade até as escolas públicas urbanas e rurais.
O dado mais esperado da semana será divulgado nesta sexta-feira. O relatório de empregos, chamado payroll, deve criar de 300 mil até 680 mil vagas em outubro, com uma mediana positiva em 400 mil novos postos de trabalho, de acordo com as projeções do Broadcast.
Dessa forma, o desemprego em outubro deve cair de 4,8% para 4,7%. Os números, entretanto, podem decepcionar pelo aumento de greves no país e exigências quanto à vacinação de funcionários.
Uma medida do presidente americano Joe Biden obrigando a vacinação de funcionários de grandes empresas gerou uma onda de demissões no país. Somado a isso, medidas locais de cada estado sobre imunização também devem refletir no payroll. Segundo dados do Goldman Sachs, 66% da população dos EUA recebeu ao menos uma dose do imunizante contra a covid-19.
Por outro lado, alguns analistas acreditam que esse impacto não deva ser tão significativo nessa primeira leitura de outubro, mas os próximos meses podem ser pressionados.
Os principais índices asiáticos encerraram o pregão desta sexta-feira majoritariamente em baixa, com a volta dos temores envolvendo o setor imobiliário chinês. Além das ações da Evergrande terem caído 2,54% na sessão, a suspensão de negócios dos papéis de outra incorporadora da China também levantaram suspeitas de calote da dívida.
Já no Velho Continente, as bolsas operam de maneira mista após a abertura, à espera dos dados do payroll dos Estados Unidos e reagindo aos dados da indústria alemã, que vieram abaixo do esperado.
Por fim, os futuros de Nova York operam no campo positivo antes da divulgação dos dados de emprego dos Estados Unidos.
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