O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O tapering ficou para depois, o que é um duplo sinal para o investidor; já o BC brasileiro deve ter um impacto neutro no Ibovespa hoje
Os planos de voo do Copom e do Fomc vieram alinhados entre si e com o mercado. O tapering, a retirada de estímulos da economia americana, deve ser anunciado na próxima reunião e a Selic subiu de acordo com as projeções de especialistas — e deve subir ainda mais.
Sem maiores turbulências, no pregão da última quarta-feira (22), o Ibovespa fechou o dia em alta de 1,84%, aos 112.282 pontos, enquanto o dólar comercial avançou 0,34%, a R$ 5,3041.
Antes de continuar, um convite: apresentamos no nosso Instagram uma análise sobre como a Bolsa segue uma tendência de alta ao longo das últimas cinco décadas, com vales cada vez mais amenos e picos cada vez maiores no decorrer do tempo.
Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira, empreendedorismo e muito mais.
Voltando ao assunto do dia, depois da “Super Quarta”, os investidores internacionais devem ajustar suas carteiras ao novo cenário e se preparar para as próximas reuniões dos BCs. Enquanto isso, saiba o que esperar desta quinta-feira (23):
A taxa de juros dos Estados Unidos ficou entre 0% e 0,25%, como esperado pelo mercado. E outra notícia também animou os índices pelo mundo: a retirada de estímulos da economia, movimento conhecido como tapering, deve ser discutida na próxima reunião do Fomc, o Copom americano.
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, durante a coletiva após a divulgação da política monetária, reforçou que os estímulos são uma ferramenta essencial para a recuperação da economia dos EUA, mas confirmou que a desaceleração das compras com conclusão na metade do ano que vem deve ser apropriada.
Dessa forma, o mercado, de maneira geral, deve aproveitar a injeção de dinheiro na economia por parte do Banco Central americano por mais tempo. Powell deixou para meados do ano que vem o prazo para o fim da compra de ativos, mas o anúncio efetivo da retirada deve ser feito na próxima reunião, em novembro deste ano.
Os estímulos à economia seguem pressionando a inflação e a curva de juros americana, o que colocou os investidores em compasso de “otimismo cauteloso” com o tapering. A variante delta e a baixa vacinação nos EUA podem pressionar a retomada da economia e exigir ainda mais estímulos para não paralisar as atividades.
Esses dados devem ser acompanhados de perto pelos investidores e servir de base para a decisão nas próximas reuniões do Fomc.
Para esta quinta-feira, o investidor deve ficar de olho nos pedidos de auxílio-desemprego dos Estados Unidos e no índice do gerente de compras do país. O chamado PMI mede a atividade econômica: o dado acima de 50 indica expansão das atividades e, abaixo, retração.
O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros em um ponto percentual, o que fez a Selic sair de 5,25% para 6,25% no ano. A entidade ainda contratou um novo aumento para outubro, também de 100 pontos base.
O BC brasileiro segue de olho na alta dos preços ao consumidor, medido pelo IPCA, que já chega a 9,68% nos últimos 12 meses. Com isso, a autoridade monetária elevou a projeção de inflação de 6,50% para 8,50% em 2021.
Para conseguir atingir a meta, a Selic deve sofrer novos aumentos. O “plano de voo” do presidente do BC, Roberto Campos Neto, é de uma constante alta na taxa básica de juros, sem “reagir a cada indicador”, como afirmou em evento do BTG.
Sem maiores indicadores para o dia, os investidores devem ficar de olho na arrecadação federal e nos desdobramentos das propostas do governo no Congresso.
Foi remarcada para hoje a votação do parecer da reforma administrativa na Comissão Especial da Câmara. Um impasse entre o governo e a oposição travou a análise do texto na Casa.
Os presidentes Rodrigo Pacheco (DEM-MG), do Senado, e Arthur Lira (PP-AL), da Câmara, afirmaram que devem reaproveitar um texto sobre precatórios que já tramita na na Câmara dos Deputados para acelerar a resolução do problema.
A ideia é aprovar a proposta em até 20 dias, mas a PEC ainda precisa ser lapidada para se adequar às necessidades da atual gestão do Planalto. Os precatórios são dívidas do governo, reconhecidas pela justiça, que devem impactar em R$ 89 bilhões o Orçamento para 2022.
O espaço aberto no Orçamento deve servir para pagar o Auxílio Brasil, antigo Bolsa Família, em R$ 300 na média, o que é mal visto pelo mercado em geral. O parcelamento dos precatórios é essencial para o aumento do benefício, o que não é positivo no longo prazo para quem precisa receber as dívidas do governo nem sustentar o valor do auxílio por mais tempo.
Ainda no Congresso, o Senado deve analisar a proposta de reforma do Imposto de Renda na próxima semana. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos da Casa, senador Otto Alencar (PSD-BA), finalmente indicou o relator: o senador Ângelo Coronel (PSD-BA).
Após a Super Quarta e o anúncio dos próximos passos do tapering, as bolsas asiáticas encerraram o pregão majoritariamente em alta na manhã desta quinta-feira. As atenções do mundo seguem em Evergrande, que deve honrar o pagamento de juros sobre bônus, que vencem hoje.
Na Europa, o Fed também aliviou as tensões dos negócios e os índices do velho continente sobem majoritariamente. Os investidores também devem digerir os índices do gerente de compras (PMI, em inglês) da região ao longo do dia.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para um dia de ganhos, após a decisão do Fed de adiar o tapering.
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking