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2021-01-28T11:30:32-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Back in Brazil

PagSeguro será primeira brasileira listada em Nova York a ter BDRs negociados na B3

A negociação com os papéis da empresa de maquininhas de cartão, que é listada originalmente na Nyse, começa no dia 1º de fevereiro, com o código PAGS34

28 de janeiro de 2021
11:30
Cerimônia do IPO da PagSeguro na bolsa de Nova York
Cerimônia do IPO da PagSeguro na bolsa de Nova York - Imagem: Reprodução Nyse

Dois anos depois inaugurar uma onda de empresas brasileiras que decidiu abrir o capital nas bolsas de Nova York, a PagSeguro será a primeira a ter BDRs (recibos de ações) na B3. A negociação com os papéis começa no dia 1º de fevereiro, com o código PAGS34.

A PagSeguro abriu o capital na bolsa de Nova York (Nyse) em janeiro de 2018. Desde então, as ações da empresa de meios de pagamento e maquininhas de cartão controlada pelo grupo UOL mais que dobraram de valor — em dólar.

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A permissão para que empresas brasileiras listadas em bolsas estrangeiras sejam negociadas no país por meio de BDRs foi dada no ano passado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Na ocasião, a xerife do mercado de capitais também permitiu que qualquer investidor pudesse comprar os chamados BDRs "não patrocinados", como é o caso dos papéis da PagSeguro. Antes a negociação era restrita aos investidores qualificados, que possuem pelo menos R$ 1 milhão.

Antes da liberação da CVM, o investidor brasileiro que quisesse se tornar acionista dessas companhias precisava abrir uma conta em corretora no exterior para comprar os papéis lá fora.

A expectativa agora é que outras empresas que possuem ações listadas nas bolsas norte-americanas, como Stone e XP, também tenham BDRs negociados na B3.

A permissão tanto para a listagem como do investimento de pessoas físicas em BDRs é limitada para as ações de países de "mercados reconhecidos", como é o caso das bolsas norte-americanas.

A ideia é evitar a repetição de problemas ocorridos no passado, com empresas que se listavam em bolsas estrangeiras e depois emitiam BDRs apenas para escapar da regulação brasileira. O caso mais notório é o da Laep, empresa que detinha os direitos da marca Parmalat no país.

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