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Goldman Sachs e Bank of America revisaram seus modelos para as ações do Itaú (ITUB4) após a separação da XP (XPBR31). Veja o resultado
Depois de um longo e conturbado processo de separação, Itaú Unibanco (ITUB4) e XP (XPBR31) finalmente seguiram seus próprios caminhos. E agora que cada um foi para um lado, fica a questão: as ações do banco seguem atrativas, ou o cenário sem a XP não é mais tão vantajoso?
Duas grandes casas de análise fizeram as contas e chegaram à conclusão de que sim, os papéis do Itaú continuam com espaço para se valorizar — o potencial de alta, no entanto, está longe de um consenso. Vale lembrar que, com a separação da XP, as ações ITUB4 sofreram um desconto no preço de tela de quase 20%; os acionistas do banco, no entanto, receberam BDRs da XP para compensar esse efeito.
O Bank of America é o mais otimista. Feita a cisão entre Itaú e XP, a instituição cortou o preço-alvo de ITUB4 de R$ 36,00 para R$ 30,00, mantendo a recomendação de compra para os papéis. Ainda assim, considerando o fechamento da última quarta-feira (6), a R$ 25,01, o valor implica num possível ganho de 20%.
O Goldman Sachs também revisou para baixo seu preço-alvo para ITUB4, de R$ 32,00 para R$ 26,00 — uma cifra que abre um espaço bem menor para ganhos, de cerca de 6%. O banco tem recomendação neutra para as ações do Itaú, afirmando que os múltiplos do papel estão mais esticados que o de seus pares no setor bancário.
Os BDRs da XP (XPBR31) começaram a ser negociados na bolsa brasileira na segunda-feira (4); nesta quinta, operam em alta de 4,10%, a R$ 224,49, acumulando ganhos de 0,54% no período. No mesmo intervalo, os papéis PN do Itaú (ITUB4) sobem 4,10%, já feitos os ajustes pós-separação.
Aliás, falando em um gigante da Bolsa, vale a pena também você ler sobre a Weg (WEGE3). Apresentamos no nosso Instagram uma análise sobre a ação que é vista como uma das melhores da B3.
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