O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nos EUA, deve acontecer hoje a votação do impeachment do presidente Donald Trump. O avanço do coronavírus também segue no radar
A euforia da primeira semana de 2021 parece realmente ter ficado para trás. Depois das altas recentes, as bolsas americanas pareciam dispostas a engatarem um movimento de realização de lucros, mas conseguiram se firmar em um cenário de leve alta.
Ontem, o Ibovespa conseguiu um fôlego extra após a divulgação da inflação oficial e fechou o dia com uma alta moderada. Mas hoje, a história é outra. A bolsa brasileira apresenta uma queda acentuada e chegou a perder o patamar dos 122 mil pontos. Por volta das 16h55, o principal índice da bolsa brasileira recuava 1,54%, aos 122.089,86 pontos.
Os analistas de mercado citam dois principais razões para o desempenho negativo do Ibovespa, que descola das bolsas internacionais nesta quarta-feira: o vencimento de opções sobre as ações do índice — que afetam com mais força as "blue chips", empresas de grande peso — e uma realização de lucros após o rali de ano novo — que fez com que o Ibovespa renovasse inúmeras vezes o seu patamar recorde, indo além dos 25 mil pontos.
O dólar devolveu ontem metade da valorização de 2021, recuando mais de 3%. Hoje, a moeda americana tem apresentado uma sessão de volatilidade, mas se firmou em queda durante a tarde. Segnd Márcio Lórega, da Ativa Investimentos, a pressão do vencimento de opções sobre o ibovespa também acaba tendo reflexos no câmbio. No mesmo horário, a divisa recuava 0,33%, a R$5,3039.
Vale lembrar que assim como o Ibovespa, o dólar também teve uma valorização expressiva de 6% nos primeiros dias de 2021. Um movimento de correção era esperado e ele tem sido forte nas últimas duas sessões.
Os juros futuros começam o dia em alta, após uma queda expressiva durante a sessão de ontem. Confira as cotações:
Leia Também
Uma série de fatores internos podem estar dando um empurrãozinho nesse movimento de realização de lucros, é o que acreditam Pedro Galdi, da Mirae Asset, Alan Gandelman, da Planner Corretora, e Marcio Lórega, da Ativa Investimentos.
Em primeiro plano fica a questão do coronavírus, que não é de fato somente um problema interno, mas conta com o agravante doméstico de que o cenário de vacinação do país ainda é muito incerto. Lá fora, a vacinação já começou, mas medidas pesadas de isolamento social na Alemanha, Reino Unido e outros países, abrem espaço para a leitura de que a economia deve voltar a sofrer neste primeiro trimestre.
Por aqui, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que ninguém receberá as vacinas antes de Manaus e a previsão é de que a imunização comece no dia 19 de janeiro. No entanto, a Anvisa ainda não aprovou nenhuma das duas candidatas que pediram o registro para uso emergencial no país.
O Estado de São Paulo também estuda antecipar a mudança de status das regiões, o que influencia diretamente no tipo de atividade que pode ser exercida em cada lugar.
A corrida para a presidência da Câmara também é um fator de incerteza, já que essa é uma pauta que pode mexer com o andamento das reformas econômicas, uma agenda importante para o mercado financeiro.
Além desses ruídos políticos em Brasília, seja com vacinação ou corrida presidencial, temos também rumores de que uma nova greve dos caminhoneiros pode ocorrer.
Agora cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o setor de serviços teve uma alta de 2,6% em novembro, acima do esperado pelo mercado. Essa foi a sexta expansão mensal consecutiva do índice, o que indica um ganho acumulado de 19,2%, ainda insuficiente para reverter a perda de 19,6% entre fevereiro e maio.
Com tantas incertezas no ar, o momento é de embolsar os ganhos recentes. No caso específico da Vale, Gandelman cita ainda que o as novas medidas de lockdown adotadas em diferente regiões da China, maior consumidor do mundo de minério de ferro, ajuda a pressionar ainda mais os papéis.
Os fatores que alimentam a cautela no exterior são os mesmos dos últimos dias. Em primeiro plano está a votação do impeachment do presidente Donald Trump, que deve acontecer nesta quarta-feira na Câmara dos Representantes. Ontem, o vice-presidente Mike Pence se recusou a invocar a 25ª Emenda, que poderia ser utilizada para destituir Trump, que é acusado de "incitar uma ressureição" e ter apoiado a invasão ao Capitólio na última semana.
As bolsas globais também tiveram uma alta expressiva neste começo de ano, pegando carona no otimismo com novos estímulos fiscais nos Estados Unidos, com a vitória democrata no Senado, que deu o controle das duas casas legislativas do país ao partido.
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta. Nos Estados Unidos, as bolsas avançam em leve alta.
O desempenho das blue chips pesa na parte de baixo da tabela. Destaque negativo também para a Usiminas, impactada pelas medidas de lockdown na China.
| CÓDIGO | COMPANHIA | VALOR | VARIAÇÃO |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 15,60 | -5,34% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 29,32 | -4,28% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 29,86 | -4,23% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 36,14 | -4,19% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 23,28 | -4,12% |
Confira também as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | COMPANHIA | VALOR | VARIAÇÃO |
| ENEV3 | Carrefour ON | R$ 67,75 | 4,15% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 79,37 | 3,91% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 20,07 | 3,72% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,91 | 2,36% |
| CRFB3 | Carrefour ON | R$ 20,40 | 1,24% |
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano