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FII mais indicado para o mês tem retorno de dividendos estimado em 10% para os próximos 12 meses, combinando estratégias de desenvolvimento imobiliário e recebíveis
Fevereiro foi novamente um mês difícil para os ativos de risco no Brasil. Vimos um mercado extremamente volátil, que sofreu com a ameaça inflacionária americana e a interferência do governo federal brasileiro em estatais. Mas mais uma vez os fundos imobiliários conseguiram se salvar. O IFIX, principal índice do setor, fechou o mês em alta de 0,25%, na parte superior do ranking dos investimentos do mês.
O índice foi puxado pelos fundos de recebíveis imobiliários (CRI), títulos de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário. O retorno desses títulos foi beneficiado pela alta do IGP-M, que foi a 2,53% em fevereiro. A maioria dos recebíveis que integram as carteiras dos FII têm sua remuneração corrigida por um índice de preços, principalmente o IGP-M.
Com a expectativa de alta da Selic neste ano, muito se discute sobre a manutenção da atratividade dos fundos imobiliários. As projeções para a Selic no fim do ano têm se elevado, com as preocupações acerca da situação das contas públicas com o prolongamento da pandemia e também em relação a um possível aumento de juros nos EUA antes do esperado, por conta da recuperação econômica e uma subsequente pressão inflacionária.
O mercado já precifica aumento de juros na próxima reunião do Copom, a ser realizada ainda neste mês, e uma Selic a 4,00% no fim do ano. Os juros futuros viram forte alta durante o mês de fevereiro.
No relatório da carteira recomendada da corretora Genial Investimentos, a analista Isabella Stella Suleiman diz que, num cenário de alta da Selic, os fundos imobiliários de recebíveis devem repassar o aumento dos juros pela própria dinâmica dos ativos em seu portfólio.
Já os fundos de tijolo estão com retorno médio de dividendos entre 6% e 7%, ante de uma expectativa de alta da Selic para 4% ou 5%, ou seja, ainda se mantendo atrativos - principalmente se considerarmos que os FII são isentos de IR.
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Suleiman e outros analistas de corretoras que participaram desta matéria, creem que, por essas razões, uma alta de juros ainda não sacrificaria tanto a atratividade dos FII.
O campeão de indicações do mês de março foi o TG Ativo Real (TGAR11), com três indicações: Ativa, Terra e Santander, que o colocou no top 3 no lugar do BTG Pactual Logística (BTLG11), um dos campeões de indicações desde que iniciamos a cobertura dos FII recomendados.
O BTLG11, por sinal, permaneceu com duas indicações, aparecendo nos top 3 de Genial e Mirae, onde estrearam neste mês. No caso da Genial, aliás, o BTLG11 estreou também na carteira recomendada geral da corretora, aparecendo entre as suas indicações de FII voltados para geração de renda. Já a Guide e o Santander retiraram o fundo do BTG dos seus top 3, mantendo-o apenas nas suas carteiras recomendadas gerais.
Também permaneceram com duas indicações para março o TRX Real Estate (TRXF11), que figura nos top 3 de Ativa e Santander, e CSHG Logística (HGLG11), indicado por Mirae e Terra.
Confira a seguir os três fundos preferidos de cada corretora entre os FII indicados nas suas respectivas carteiras recomendadas para março.

O fundo TG Ativo Real (TGAR11) estreou em março na carteira recomendada do Santander e foi logo alçado ao top 3 indicado com exclusividade ao Seu Dinheiro. O FII já figurava entre os preferidos de Ativa e Terra, cujos top 3 foram mantidos neste mês.
O TGAR11 tem uma carteira híbrida, e foca basicamente em duas estratégias: desenvolvimento de loteamentos, com 23 empreendimentos em obras ou vendas em andamento, além de nove projetos ainda a iniciar; e uma carteira de recebíveis.
As duas estratégias têm estado em alta: o desenvolvimento imobiliário, atividade com mais risco e maior potencial de retorno, aparece como alternativa para quem busca ganho de capital num cenário de juro baixo; já os recebíveis têm natureza defensiva, com bem menos volatilidade, mas têm oferecido retornos gordos ante a renda fixa conservadora, sobretudo aqueles títulos com correção pelo IGP-M, que vêm protegendo contra a disparada deste índice de inflação.
Segundo o Santander, cabe destacar o fato de que o TGAR11 faz parcerias estratégicas com players locais para o desenvolvimento de projetos, "proporcionando melhor conhecimento/capacidade de execução nas regiões em que atua (principalmente no Centro-Oeste)", diz o banco em relatório. O Santander também destaca a implantação de práticas de governança e controle nos projetos.
"Dada a diversificação de projetos e etapas de execução do portfólio, o FII consegue entregar um yield (retorno) relativamente estável aos cotistas, mesmo atuando em uma estratégia de desenvolvimento", explica o Santander, que estima um retorno com dividendos superior a 10% para o fundo nos próximos 12 meses.
A Ativa também destaca os rendimentos do TGAR11. "O fundo está apresentando excelentes resultados nos últimos meses, com yield mensal acima de 0,8%. Acreditamos que a tese de investimentos da gestora tende a atrair mais atenção do mercado nos próximos meses", diz Mario Campos, analista de fundos imobiliários da corretora.
Em fevereiro, sete fundos ficaram empatados com duas indicações cada um. Dois deles tiveram desempenhos impressionantes: o estreante entre os mais indicados TRXF11 teve alta de 5,7%, enquanto o habitué BTLG11 terminou o mês com alta de 5,0%.
O TGAR11, fundo mais indicado para março, avançou 0,2% no mês passado. Já o HGLG11 subiu 0,1% e o BCFF11 avançou 1,0%. O HGRU11 terminou fevereiro no zero a zero. Apenas um indicado viu queda: o RBRF11, que recuou 3,1%.
Veja na tabela a seguir o desempenho de todos os fundos dos top 3 das corretoras no mês passado:


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