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Enquanto a variante delta assusta os mercados, o Ibovespa tentou se agarrar às palavras do ministro da Cidadania para fechar em alta
Com petróleo em queda, minério de ferro voltando a derrapar e as contas públicas sob intensa pressão, o dia não começou dos mais positivos para os negócios brasileiros — o Ibovespa chegou a cair abaixo dos 123 mil pontos e o dólar à vista encostou nos R$ 5,30.
A temporada de balanços do segundo trimestre está na reta final e, até aqui, o saldo tem sido bem positivo. Mas em Brasília, o clima segue tenso e ganhou novos contornos pela manhã. O ministro Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro se encontrarem com o presidente da Câmara, Arthur Lira, para a entrega da medida provisória que dá uma cara nova ao já conhecido Bolsa Família.
Guedes reforçou a importância da medida e também lembrou que a PEC dos precatórios, ainda em fase de ajustes, é igualmente importante para o país, mas não foi isso que trouxe tranquilidade aos mercados. Até porque, o texto do Auxílio Brasil, como foi chamado o novo Bolsa Família, dá uma repaginada no projeto que já existe, mas não fala de valores concretos, apenas que o auxílio deve ser reajustado em pelo menos 50%.
A missão de acalmar os mercados, que normalmente fica sob responsabilidade de Lira, dessa vez foi desempenhada pelo ministro da Cidadania, João Roma.
Ao comentar os planos de Jair Bolsonaro para o Bolsa Família, Roma afirmou que o governo irá observar os limites do teto de gastos e garantiu que Bolsonaro irá "apertar o cinto" em outros setores. Vale lembrar que, no momento, a maior preocupação são os planos populistas do presidente para garantir apoio nas eleições do ano que vem.
Com Nova York fechando apenas com o Nasdaq em alta e as commodities pesando por aqui, o mercado preferiu se ater ao primeiro fio de esperança de que o teto de gastos será preservado. Assim, o Ibovespa descolou dos seus pares internacionais e fechou o dia em alta de 0,17%, aos 123.019 pontos. O dólar à vista chegou a operar no campo negativo, mas encerrou a sessão em leve alta de 0,21%, a R$ 5,2473.
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Se a fala de Roma serviu para apaziguar os ânimos na bolsa e no câmbio, o mesmo não pode ser dito do mercado de juros — os principais contratos de DI subiram ao longo de toda a curva.
Além da promessa de equilíbrio fiscal não ser muito concreta, a semana reserva eventos importantes para o futuro da taxa de juros no país.
Amanhã é dia de conhecer a ata da última reunião do Copom, às 8h, e o IPCA, índice oficial de inflação de julho. A expectativa é que o Banco Central mantenha o tom duro visto no comunicado da decisão que elevou a taxa Selic em um ponto percentual e que o IPCA mostre aceleração principalmente no núcleo de serviços. Confira as taxas do dia:
Não deixe de conferir a ação que pode turbinar a sua carteira:
Principal commodity energética do mundo, o petróleo chegou a desvalorizar até 4% na manhã desta segunda-feira, o que se refletiu em um recuo expressivo das ações da Petrobras ao longo do dia.
A queda da commodity tem origem na incerteza gerada pela variante delta. Em um momento em que a oferta volta a se elevar, não se sabe até onde a nova cepa do coronavírus pode frear a retomada econômica mundial. Ao longo do dia, o petróleo desacelerou a queda para fechar com um recuo de cerca de 2%.
Mas não foram só as petroleiras que sofreram hoje. O contrato futuro de minério de ferro negociado na Bolsa de Dalian terminou em queda de 4,43%, a US$ 131,59 a tonelada, devido à expectativa de demanda chinesa mais fraca e a campanha do governo do gigante asiático para cortar a produção de aço e segurar o preço do minério.
O plano de ajuda do presidente americano Joe Biden voltou a ser debatido nas Casas Legislativas dos Estados Unidos. A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, voltou a insistir que o legislativo aumente o teto da dívida do país. Ela lembra que isso não significa um aumento de gastos, mas permite que o Tesouro pague os débitos devidos.
Enquanto isso, destaque também para os discursos dos dirigentes regionais do Fed, que intensificam os debates sobre a retirada de estímulos da economia, principalmente a ferramenta de compra de ativos que permite a manutenção da liquidez do mercado financeiro. As declarações recentes seguem mostrando discordância sobre o momento ideal para que o processo se inicie, e a variante delta do coronavírus traz ainda mais incertezas ao cenário.
Já que os gatilhos positivos do mercado local foram bem limitados, os principais desempenhos do dia ficaram com as empresas que devem divulgar os seus balanços nos próximos dias e que prometem trazer números fortes. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 8,86 | 4,11% |
| UGPA3 | Ultrapar ON | R$ 17,78 | 3,98% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 19,56 | 3,88% |
| BPAC11 | BTG Pactual units | R$ 31,25 | 3,75% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 56,25 | 3,59% |
A desaceleração da queda do petróleo e uma leve melhora do ambiente doméstico fizeram com que as ações do setor de commodities, que tanto pesaram na primeira etapa do pregão, abandonassem a lista de piores desempenhos do dia. Os destaques negativos ficaram com empresas do setor de consumo. Confira as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 7,52 | -2,46% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 20,15 | -2,04% |
| LAME4 | Lojas Americanas PN | R$ 6,61 | -1,64% |
| ELET3 | Eletrobras ON | R$ 40,63 | -1,50% |
| GNDI3 | Intermédica ON | R$ 78,24 | -1,45% |
| Ibovespa | 0,17% | 123.019 pontos |
| Dólar à vista | 0,21% | 5,2473 |
| Bitcoin | 4,57% | R$ 241.408 |
| S&P 500 | -0,09% | 4.432 pontos |
| Nasdaq | 0,16% | 14.480 pontos |
| Dow Jones | -0,30% | 35.101 pontos |
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