🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Fechamento dos mercados

Petrobras despenca 20% e derruba Ibovespa em quase 5%, na maior queda do índice desde o ‘Moro Day’

Interferência do governo na presidência da Petrobras arrasta ações da petroleira e de outras estatais; dólar e juros fecham em alta com aumento do risco-país

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
22 de fevereiro de 2021
19:08 - atualizado às 19:09
Petrobras
Indicação do governo para a presidência da estatal fez companhia perder R$ 100 bilhões em valor de mercado. Imagem: Shutterstock

Quando o presidente Jair Bolsonaro usou suas redes sociais para divulgar a indicação do general Joaquim Silva e Luna para a presidência da Petrobras, na última sexta à noite (19), os investidores já sabiam muito bem como seria o pregão desta segunda-feira (22).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na hora do anúncio, que foi entendido como uma intervenção governamental na petroleira, com a intenção de possivelmente interferir na política de preços, o mercado já estava fechado. E, naquele dia, as ações da estatal já haviam apresentado recuos da ordem dos 7%, diante de ameaças de Bolsonaro ao atual presidente, Roberto Castello Branco.

Mas tão logo Silva e Luna foi indicado, os recibos de ações (ADRs) da estatal negociados na bolsa de Nova York começaram a despencar, assim como o EWZ, ETF de ações brasileiras transacionado lá fora. Estava contratada uma segunda-feira vermelha para a bolsa brasileira.

Dito e feito. O Ibovespa amanheceu hoje em queda de mais de 4%, puxado principalmente pelas ações da Petrobras, que já começaram o dia em queda de dois dígitos, diante de uma interferência lida como negativa para a empresa e seus acionistas.

Outras estatais também apresentavam quedas substanciais, diante do risco de contágio dessa intervenção política também em companhias como Banco do Brasil e Eletrobras. Mas durante todo o dia, a maioria das ações do Ibovespa operou no vermelho, porque houve, no mercado, uma percepção de mudança de chave no país: a passagem para um governo mais intervencionista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse abandono de um perfil mais liberal em relação às estatais fez com que o mercado passasse a se questionar também a respeito da postura do governo em relação a reformas, privatizações e responsabilidade fiscal. Tanto que o risco-país disparou na parte da manhã, afetando também juros e dólar.

Leia Também

Em suma, a decisão do governo não foi lida como algo que se limita a Petrobras, e foi isso que deu a tônica para as negociações no dia de hoje.

Petrobras desaba 20%

A parte da manhã foi bastante negativa para todos os mercados. O Ibovespa passou boa parte do tempo operando em queda de mais de 5%, na faixa dos 112 mil pontos, e na mínima chegou a recuar 5,73%, para 111.650,26 pontos.

Mas, na parte da tarde, reduziu as perdas com a virada das siderúrgicas para alta, chegando a tocar novamente na faixa dos 114 mil pontos. Mesmo assim, o Ibovespa ainda fechou com uma queda substancial de 4,87%, aos 112.667,70 pontos, puxado, sobretudo, pelo péssimo desempenho das ações da Petrobras. Foi a maior queda do índice em um único dia desde 24 de abril do ano passado, com a saída de Sérgio Moro do governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações da estatal passaram o dia inteiro com tombo próximo dos 20%, liderando as quedas do Ibovespa. Ao fim do pregão, as ações ordinárias (PETR3) marcavam perda de 20,48%, a R$ 21,55, e as preferenciais (PETR4) apresentavam recuo de 21,51%, a R$ 21,45.

Com isso a companhia já acumula uma perda de valor de mercado da ordem dos R$ 100 bilhões, somando-se os quase R$ 30 bilhões perdidos na sexta-feira com os cerca de R$ 70 bilhões perdidos hoje.

A terceira maior baixa do índice ficou por conta dos papéis do Banco do Brasil (BBAS3) que despencaram 11,65%, para R$ 28,83. O mercado volta a temer pela permanência do atual presidente do banco, André Brandão, cuja saída chegou a ser aventada, recentemente, após duras críticas de Bolsonaro à política de redução de custos da companhia.

Outra ação que foi alvo de especulação no sentido de ingerência estatal foi a da Eletrobras, com as dúvidas que foram levantadas a respeito da sua privatização. Além disso, Bolsonaro chegou a falar, no fim de semana, sobre intervir também no setor elétrico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo assim, as perdas da estatal foram limitadas. Depois de caírem quase 10% na mínima do dia, as ações ordinárias (ELET3) fecharam em leve baixa de 0,69%, a R$ 28,91, e as preferenciais (ELET6) recuaram apenas 0,17%, a R$ 29,24.

Dólar e juros em alta

Já o dólar à vista fechou em alta de 1,27% a R$ 5,4539. Depois de subir mais de 2% mais cedo, batendo R$ 5,53 na máxima, o Banco Central atuou no mercado de câmbio, a fim de dar alívio à flutuação da moeda americana.

Os juros futuros fecharam em alta em todos os vencimentos com a pressão do dólar e o aumento do risco-país. Veja o desempenho dos principais contratos:

  • Janeiro/2022: de 3,44% para 3,53% (+2,62%)
  • Janeiro/2023: de 5,13% para 5,325% (+3,80%)
  • Janeiro/2025: de 6,69% para 6,92% (+3,44%)
  • Janeiro/2027: de 7,33% para 7,57% (+3,27%)

A faceta mais intervencionista em estatais revelada pelo governo brasileiro levou o CDS de 5 anos do Brasil (Credit Default Swap, ativo cuja cotação funciona como medida do risco-país) a atingir 188 pontos, nível mais alto desde novembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os juros e o câmbio passaram a precificar este cenário de maior risco Brasil e duas elevações de 0,50 ponto percentual na taxa Selic já nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), a serem realizadas em março e maio.

Lá fora, as bolsas americanas fecharam com sinais mistos, porém majoritariamente negativos. O Dow Jones subiu 0,09%, enquanto o S&P 500 caiu 0,77% e o Nasdaq recuou 2,46%. As bolsas europeias, por sua vez, fecharam em queda.

Corretoras recomendaram venda de Petrobras e outras estatais

Temendo o uso da Petrobras para medidas populistas pelo presidente Jair Bolsonaro, analistas de diversas instituições financeiras mudaram a recomendação das ações da Petrobras para venda desde o fim de semana, reduzindo também o preço-alvo dos papéis.

Eles temem que, além de uma interferência na política de preços potencialmente danosa para a companhia, a provável troca de presidente também prejudique a política de venda de ativos e desalavancagem da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Petrobras tem planos de vender refinarias para focar ainda mais na exploração do pré-sal, mas essa estratégia pode ser alterada, uma vez que a posse das refinarias é essencial para que a companhia consiga manter uma política de preços mais "social" e descolada da cotação internacional do petróleo.

Além disso, a forma como foi feita a indicação do governo aponta para um grave problema de governança na companhia.

O risco de contaminação da "guinada intervencionista" do governo para outras estatais levou analistas a também rebaixarem a recomendação para ações de companhias como Eletrobras e Banco do Brasil.

O combustível da discórdia

As ações da Petrobras já vinham sendo afetadas por um conflito aberto entre o presidente Jair Bolsonaro e o atual presidente, Roberto Castello Branco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A política de preços da estatal vinha seguindo as cotações do mercado internacional, o que já resultou em quatro reajustes dos preços dos combustíveis nas refinarias apenas neste ano.

O último reajuste, anunciado na quinta-feira (18), foi a gota d'água para o presidente, que vem tentando acomodar as demandas feitas por uma de suas importantes bases de apoio, os caminhoneiros. Eles se queixam dos altos preços do diesel e mais de uma vez já ameaçaram entrar em greve.

Na sua tradicional live de quinta-feira, Bolsonaro reclamou do novo reajuste dos combustíveis e fez uma ameaça velada a Castello Branco, dizendo que a fala do CEO da Petrobras sobre a companhia "não ter nada a ver com os caminhoneiros" teria consequências. No dia seguinte, as ações da estatal recuaram em torno de 7%.

Na sexta à noite, Bolsonaro anunciou nas redes sociais que o governo estava indicando o general Joaquim Silva e Luna para a presidência da Petrobras, o que foi entendido pelo mercado como uma interferência do governo na cúpula da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mandato de Castello Branco à frente da companhia termina em março, mas sua recondução para o cargo por mais dois anos já era esperada. Com a indicação de Silva e Luna, seu nome deverá passar por votação do conselho, uma vez que o governo não tem poder de simplesmente mudar o CEO da Petrobras. Mas como a maioria dos 11 membros do conselho são indicados do governo, é provável que a mudança seja aprovada.

O mercado entendeu o movimento como uma tentativa de Bolsonaro de interferir na política de preços da estatal. O presidente diz que só quer maior transparência e previsibilidade para os preços, mas o histórico de interferências governamentais na precificação da companhia deixou marcas.

Na própria sexta-feira, os recibos de ações (ADR) da Petrobras negociados na bolsa de Nova York chegaram a recuar 9% na mínima no after hours, uma espécie de prorrogação do pregão regular. Hoje, antes da abertura do mercado, as ADRs chegaram a recuar 17%, e o EWZ, ETF que representa as ações brasileiras, chegou a cair 5%.

No fim de semana, Bolsonaro atacou novamente Castello Branco, disse que mais mudanças virão por aí e indicou que, como governante, precisa trocar peças que não estão dando certo. O presidente ainda disse que "Vamos meter o dedo na energia elétrica, que é outro problema também."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas nem tudo foram lágrimas

Dentre as poucas altas do Ibovespa nesta segunda-feira destacaram-se as ações das Lojas Americanas (LAME4) e da B2W (BTOW3), que anunciaram, também na última sexta-feira, que estudam uma fusão das suas operações.

Os papéis preferenciais das Americanas dispararam 19,88%, fechando a R$ 28,95, maior alta do Ibovespa no dia. Já as ações da B2W subiram 1,15%, para R$ 89,67. Fora do Ibovespa, as ações ordinárias das Lojas Americanas (LAME3) tiveram uma estrondosa alta de 40,00%, fechando a R$ 26,39.

A união deve tornar a varejista mais comparável com suas concorrentes diretas, como Via Varejo e Magazine Luiza, que já operam com os negócios on-line e de lojas físicas integrados em uma única companhia.

A expectativa é que, no provável desenho da fusão, Lojas Americanas seja incorporada pela B2W, o que significaria a migração dos atuais acionistas de LAME4 (que não têm direito a voto) para uma companhia listada no Novo Mercado — o segmento de governança corporativa mais rigoroso da B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A segunda maior alta do Ibovespa no dia foi a das ações da Embraer (EMBR3), que avançou 7,40%, para R$ 12,48. Os papéis foram impulsionados pela notícia, divulgada na última sexta-feira, de que a companhia confirmou que de fato está discutindo a venda de aeronaves para a Lufthansa, negociação que já havia sido antecipada na quarta-feira (17) pelo CEO da aérea alemã.

Sobe e desce

Confira a seguir as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira:

CÓDIGONOMEVALORVARIAÇÃO
PETR4Petrobras PNR$ 21,45-21,51%
PETR3Petrobras ONR$ 21,55-20,48%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 28,83-11,65%
UGPA3Ultrapar ONR$ 21,07-7,83%
VVAR3Via Varejo ONR$ 12,94-7,57%

Veja também as maiores altas do índice:

CÓDIGO NOME VALOR VARIAÇÃO
LAME4 Lojas Americanas PNR$ 28,95+19,88%
EMBR3Embraer ONR$ 12,48+7,40%
CIEL3Cielo ONR$ 3,74+4,76%
PRIO3PetroRio ONR$ 92,19+3,71%
KLBN11Klabin unitR$ 30,57+3,21%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar