🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

fechamento da semana

Dólar se fortalece e bolsa tem leve alta na semana — com o mercado de olho em todos os movimentos do Fed

Em semana marcada pelas movimentações do mercado internacional, o dólar subiu a R$ 5,35 e o Ibovespa conseguiu sustentar o patamar dos 122 mil pontos

Jasmine Olga
Jasmine Olga
21 de maio de 2021
18:53 - atualizado às 19:04
Dólar americano
Imagem: shutterstock

Preocupações e medos excessivos, irritabilidade e até mesmo tremores podem ser alguns dos sintomas apresentados em quadros ansiosos. E de ansiedade o mercado financeiro parece entender bem, já que é quase um especialista em sofrer por antecipação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os juros americanos irão aumentar antes de 2023?”. Essa parece ser a pergunta que martela na cabeça dos investidores incessantemente, provocando os altos e baixos do mercado. 

Uma hora a leitura de que a inflação vai sim levar a uma mudança de postura do Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) pesa. Na outra, o discurso de que as coisas se manterão assim até que ‘tudo passe’ acalma. No momento seguinte, índices de atividade mostram uma economia forte e robusta - o que pode significar inflação. Mas pouco depois o mercado de trabalho mostra uma recuperação lenta, o que pode comprometer o ciclo todo. E tudo se repete. 

Sinais e pistas sobre o futuro são vistos - e lidos - em todos os cantos. Uma hora os investidores respiram fundo. Na sequência, o coração acelera… Tem sido essa a valsa dançada pelos mercados internacionais nas últimas semanas.

A ata da última reunião do comitê de política monetária do Federal Reserve, divulgada na última quarta-feira (19), foi a raiz da ansiedade sentida pelo mercado nos últimos dias. Antes dela, fôlego limitado. Depois dela, inúmeros cálculos de ‘E se?'.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o economista Alexandre Almeida, economista da CM Capital, a ata não trouxe nada que já não vinha sendo dito pelos dirigentes da instituição em diversos pronunciamentos. E o discurso de fato, já é bem conhecido do mercado. As políticas de estímulos monetários serão mantidas até que a economia de fato entre nos eixos. Em todos os eixos. Isso porque é natural que os dados macroeconômicos mandem sinais mistos, já que estamos nos recuperando de uma grave crise mundial. 

Leia Também

Embora esse também tenha sido um fato antecipado em falas pelos dirigentes, a sinalização de que alguns membros querem rediscutir a política de compras de ativos acabou azedando os mercados na quarta, mas as bolsas pareciam ter superado os excessos nos últimos dias. 

Isso até hoje, quando dados da atividade americana, principalmente do setor de serviços, mostraram um avanço recorde. O índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) subiu a 68,1 em maio - o maior nível da série histórica iniciada em 2009. O PMI industrial foi de 60,5 para 61,5 e o de serviços passou de 64,7 para 70,1, bem acima dos 64,3 esperados. 

A correlação entre níveis de atividade e inflação é clara e a pulga atrás da orelha voltou a falar mais alto. O resultado foi um dólar fortalecido e sinais mistos nas bolsas. O Dow Jones avançou 0,36%, mas o S&P 500 e o Nasdaq recuaram 0,08% e 0,48%, respectivamente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você deve estar se perguntando: tá, mas e o Brasil? Bom, na falta de outros gatilhos, o que movimentou o mercado brasileiro foi, na maior parte do tempo, as perspectivas para os próximos movimentos do Fed no xadrez global.

As questões internas que mais afetaram a bolsa ao longo dessa semana foram a aprovação da Medida Provisória que abre caminho para a privatização da Eletrobras - que puxou todo o setor elétrico -, e a queda das commodities, principalmente o minério de ferro. 

O quadro geral desta sexta-feira é justamente o quadro geral da semana inteira, que se repetiu à exaustão ao longo dos dias. Hoje o Ibovespa fechou no vermelho, recuando 0,09%, mas conseguiu sustentar o nível dos 122 mil pontos, aos 122.592 pontos

Com a economia americana mais forte e o mercado se preparando para o fim dos estímulos, o dólar à vista se fortaleceu. Hoje a moeda subiu 1,44%, a R$ 5,3532, totalizando quase totalmente o avanço da semana, que foi de 1,59%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Soltando o fôlego

A aprovação da MP da Eletrobras animou o mercado, que agora espera o andamento de outras reformas, a aprovação da pauta no Senado e o destrave da agenda liberal. O economista da CM Capital lembra, no entanto, que essas reformas devem ser fatiadas e que a situação fiscal é um conjunto de coisas.

Um dos exemplos desse quadro se deu justamente hoje. O Ministério da Economia confirmou que existe um espaço adicional de R$ 4,8 bilhões no teto de gastos. Isso significa que o Orçamento de 2021 deve ser revisitado e alguns cortes propostos em algumas pastas podem ser ajustados. 

Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos,  assim como o mercado, vê a notícia como positiva já que reduz o montante bloqueado do Orçamento, que era de R$ 9,3 bilhões. Para a economista, embora não houvesse mais chance de  risco de rompimento da meta, existe uma tensão pela dificuldade de execução do orçamento. “Essa notícia alivia um pouco, mas não muda a questão estrutural do endividamento do Brasil”, lembra. 

Esse alívio na questão fiscal se refletiu na curva de juros, que acabou devolvendo a alta expressiva vista na parte da manhã. Confira as taxas de fechamento:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2022: estável em 5,00%
  • Janeiro/2023: estável em 6,75%
  • Janeiro/2025: de 8,23% para 8,18%
  • Janeiro/2027: de 8,82% para 8,76%

Ruídos apenas

Falando em ansiedade, as semanas que antecederam a instalação da CPI da covid-19 movimentou e pressionou o mercado brasileiro. Mas agora, com as investigações em curso e os depoimentos sendo colhidos, pouco ou quase nada respinga na Faria Lima. 

As redes sociais estiveram coladas na TV Senado durante toda a semana, mas os aguardados discursos dos ex-ministros Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo não trouxeram novidades ou indícios de que a coisa pode esquentar para o lado do governo federal. 

Por ora, a CPI segue apenas como pano de fundo.

Oito ou 80

A semana que passou pode até ter sido pautada pelo medo da inflação nos Estados Unidos, mas, na próxima semana teremos nosso próprio dragão para encarar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A agenda está agitada. Teremos o IPCA-15, prévia da inflação oficial, e o IGP-M. Almeida, da CM Capital,explica que o IGP-M também costuma antecipar as pressões inflacionárias que também serão sentidas pelo consumidor. 

Sobe e desce

A BRF liderou com folga as altas da semana e a razão era bem incerta até o meio dessa tarde. Após uma fusão frustrada, a rival Marfrig encabeçou um movimento de compra das ações da companhia, como explica o repórter Victor Aguiar. 

Vale destacar também o desempenho de Localiza e Unidas, após o Cade não rejeitar a fusão entre as companhias logo de cara. 

Confira as maiores altas da semana:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGONOMEVALORVAR
BRFS3BRF ONR$ 26,9328,79%
LCAM3Locamérica ONR$ 26,799,71%
CMIG4Cemig PNR$ 13,127,72%
RENT3Localiza ONR$ 62,886,96%
HYPE3Hypera ONR$ 35,816,17%

Na ponta contrária, o temor de que a inflação sentida na cadeia produtiva não consiga ser repassada aos consumidores pressionou o setor de construção. Confira as maiores quedas da semana:

CÓDIGONOME VALORVARIAÇÃO
EZTC3EZTEC ONR$ 29,63-8,44%
CYRE3Cyrela ONR$ 21,95-7,46%
BTOW3B2W ONR$ 56,00-5,58%
YDUQ3Yduqs ONR$ 30,07-5,32%
SULA11SulAmérica units R$ 31,55-5,08%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar