🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO DA SEMANA

Ajuste pós-Copom leva Ibovespa a fechar a semana em alta mesmo com NY sem força; dólar recua

Os bancos centrais brilharam nesta semana e foram os responsáveis pelos principais lances do mercado nos últimos dias. Confira

Jasmine Olga
Jasmine Olga
19 de março de 2021
18:55 - atualizado às 19:05
Homem puxa juros para cima
Imagem: Shutterstock

Em uma semana marcada pela decisão de política monetária em diversos cantos do mundo, o Ibovespa teve uma sexta-feira (19) para tirar o atraso. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É que ontem a ressaca da decisão do Federal Reserve e um derretimento da cotação do petróleo impediu que a bolsa brasileira passasse por um ajuste positivo após a decisão do  Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa Selic em 0,75 p.p. 

Hoje, no entanto, o Ibovespa conseguiu fechar o dia em alta de 1,21%, aos 116.221 pontos, mesmo com Nova York jogando contra. O principal índice da bolsa brasileira teve um avanço de 1,81% na semana. Para Antonio Van Moorsel, sócio e responsável pela área de alocação da Acqua Investimentos, esse desempenho pós-Copom poderia ter sido muito melhor se não fosse o cenário externo e os ruídos políticos que acabaram surgindo por aqui.

O dólar à vista, no entanto, seguiu repercutindo a decisão, mostrando forte alívio e deixando a moeda brasileira com um dos melhores desempenhos globais desta sexta-feira. O recuo da moeda americana foi de 1,51%, aos R$ 5,4853, o que garantiu uma queda de 1,34% na semana. 

Mas a grande estrela da semana foi o mercado de juros. Após a decisão do BC brasileiro e a indicação de que uma nova alta de 0,75 p.p deve ocorrer na próxima reunião, a curva passou por um processo de “achatamento”. A percepção de um risco menor também serviu para aliviar a ponta mais longa, ainda que a disparada dos juros americanos possa ter minimizado esse movimento. Confira as taxas de fechamento desta sexta-feira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2022: de 4,57% para 4,60%
  • Janeiro/2023: de 6,16% para 6,21%
  • Janeiro/2025: de 7,41% para 7,56%
  • Janeiro/2027: de 7,86% para 8,04%

Interferindo nos sinais

A decisão de política monetária do Banco Central americano talvez tenha sido o evento internacional mais aguardado da semana. Na quarta-feira (17), mesmo dia em que o Copom anunciou a sua decisão, o Federal Reserve manteve a sua política monetária inalterada, como já era esperado pelo mercado. 

Leia Também

O que os investidores buscavam, no entanto, eram sinais de que o Fed manterá os estímulos monetários neste nível por mais um bom tempo. É que mais recentemente, a leitura tem sido de que os estímulos fiscais e monetários abundantes devem levar a uma pressão inflacionária, o que obrigaria o Federal Reserve a subir a taxa de juros antes do esperado. Esse temor tem sido sentido principalmente na alta dos rendimentos dos títulos públicos americanos, os Treasuries, o que leva a uma fuga de recursos das bolsas para esses ativos considerados mais seguros. 

Em seu discurso - que foi muito bem recebido pelo mercado naquele dia - Jerome Powell, presidente do BC americano endereçou todas essas questões, afirmando que a economia de fato apresenta melhoras, mas que os setores mais afetados pela pandemia do coronavírus permanecem com desempenho fraco. Além disso, para Powell, a inflação segue abaixo da meta perseguida de 2% ao ano e o cenário ainda sustenta uma política monetária acomodatícia. 

Depois da euforia do momento, o mercado voltou a ficar com a pulga atrás da orelha. Isso porque as projeções para a economia americana foram revisadas bem para cima e, ao contrário do que o Fed vem dizendo nas últimas semanas, os estímulos monetários de fato começaram a ser diminuídos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa foi uma notícia que pesou hoje sobre o mercado americano e que levou os títulos do tesouro a operarem sem uma direção definida. O Federal Reserve anunciou que não renovará a regra que aliviava a exigência de reservas dos grandes bancos dos Estados Unidos, uma medida adotada para contornar a pandemia. 

Em um cenário de incerteza e alta dos juros futuros, as bolsas americanas tiveram um dia majoritariamente negativo. O Dow Jones recuou 0,71%, o S&P 500 caiu 0,06% e somente o Nasdaq, que vem acumulando perdas significativas, fechou no azul, ao subir 0,76%. 

Fora do radar

Outro fato que acabou pressionando negativamente os negócios nesta semana, foi uma queda brusca do petróleo na última quinta-feira. A comodity recuou quase 8% - menor nível em mais de seis meses- , pesando um fortalecimento do dólar perante as moedas mais fortes e a situação da pandemia na Europa.

A leitura que fica é que a interrupção da vacinação em alguns países - após problemas com a vacina produzida pela AstraZeneca - e as novas quarentenas levarão a uma queda brusca na demanda (novamente).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, no entanto, após alguma instabilidade, a commodity conseguiu se recuperar levemente, o que beneficiou os papéis de empresas como a Petrobras, que subiu cerca de 2% e pesou positivamente sobre o Ibovespa.

Surpresa! 

Enquanto o BC americano seguiu o script esperado pelo mercado, o Banco Central brasileiro surpreendeu ao elevar a taxa de juros acima do que vinha sendo estimado pelos analistas e economistas, mesmo com uma nova onda forte do coronavírus, que certamente afetará a atividade econômica nos próximos meses. 

Na quarta-feira (17), após o fechamento do mercado, o Copom anunciou uma elevação de 75 pontos-base na taxa básica de juros, elevando a 2,75% ao ano. No comunicado, o Banco Central abordou a preocupação com a pressão inflacionária (vista como um fator temporário) e também com o risco fiscal, herdado das iniciativas para conter os efeitos econômicos da pandemia e da demora em se aprovar as reformas estruturantes no Congresso.

Com o cenário externo nebuloso, a reação positiva ficou concentrada no mercado de câmbio e juros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Demônios próprios

Eu seria injusta se dissesse que somente o cenário externo prejudicou o desempenho da bolsa brasileira nesta semana. Nós também tivemos problemas domésticos para lidar nos últimos dias e que certamente tiveram o seu peso no desempenho final. 

O mais preocupante deles é o avanço do coronavírus no Brasil, que finalmente parece preocupar Brasília. Ainda que o presidente Jair Bolsonaro siga criticando as medidas adotadas por Estados e municípios, cada vez mais outros setores do governo parecem se movimentar para reverter a situação.

O ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Eduardo Ramos, confirmou que fará uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro na próxima quarta-feira (24) para discutir o assunto. Enquanto isso, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se viu obrigado a instaurar uma CPI para coordenar a gestão da crise. O governo também negocia milhares de doses de vacinas, de diferentes laboratórios, para acelerar o processo de imunização da população. 

Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas anunciou o adiantamento de feriados e adotou rodízio de carros das 22h até 5h. No Rio de Janeiro, há restrição de circulação nas orlas das praias e outros locais públicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante do colapso do sistema de saúde e das novas medidas restritivas adotadas pelos estados e municípios, o presidente da república Jair Bolsonaro assinou na quinta-feira (18) a Medida Provisória (MP) que traz de volta o auxílio emergencial. De acordo com a proposta, serão quatro parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 350, dependendo da configuração familiar. Os valores agradam o mercado, pois garantem o cumprimento do teto e mostram compromisso com o lado fiscal. 

Um presidente por ano

Ontem à noite, o presidente do Banco do Brasil, André Brandão, entregou o cargo após meses de pressão de Bolsonaro, que não apoiou o do plano de reorganização da estatal, com demissões e fechamento de agências, para torná-la mais competitiva diante do cenário atual. Essa é a nona baixa na equipe econômica de Guedes.

Para Van Moorsel, da Acqua Investimentos, enquanto as aprovações do marco do saneamento e do gás mostram um compromisso do governo com a agenda liberal, movimentos como esse, que ainda ecoa a interferência do governo na Petrobras há poucas semanas, são lidos como um sinal ruim. No entanto, para o analista, o mercado já havia precificado a saída de Brandão quando os primeiros rumores começaram a surgir e ressalta que o mercado brasileiro anda reagindo desproporcionalmente aos fatos já que na falta de certezas os ruídos fazem preço. 

Sobe e desce

Desde a estreia do Assaí na bolsa, os papéis do Grupo Pão de Açúcar vinham registrando quedas expressivas, mas hoje apresentaram uma correção positiva. Segundo fontes do mercado, o movimento pode estar associado a rumores de que a empresa encaminha alguns processos de desinvestimentos, que podem incluir até mesmo o app James Delivery. Procurada pelo Seu Dinheiro, a companhia não respondeu os questionamentos até a publicação desta matéria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao longo da semana, as empresas do setor financeiro e de seguros mostraram recuperação, pegando carona na alta da Selic. A SulAmérica, por exemplo, fecha a semana no topo da tabela, já que é uma das companhias que mais se favorece da nova realidade. 

CÓDIGONOMEVARSEM
SULA11SulAmérica units24,60%
PCAR3GPA ON14,78%
CPLE6Copel PN11,59%
SBSP3Sabesp ON11,00%
BRKM5Braskem PNA10,58%

Com o agravamento da pandemia e a elevação da Selic, na ponta contrária tivemos o recuo de papéis ligados ao setor de consumo. A queda do minério de ferro no mercado internacional e a derrapada do petróleo, aliado ao alívio no câmbio também pesou sobre as ações do setor de commodities. Confira:

CÓDIGONOMEVARSEM
MGLU3Magazine Luiza ON-9,40%
GOLL4Gol PN-5,66%
CSNA3CSN ON-4,86%
VALE3Vale ON-2,86%
KLBN11Klabin units-2,82%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

NEM SÓ PAPEL, NEM SÓ TIJOLO

O curinga dos fundos imobiliários: por que os FIIs multiestratégia podem ser um verdadeiro trunfo para os investidores em 2026

20 de fevereiro de 2026 - 6:03

Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas

GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar