Destaques da bolsa: BRF, Marfrig, Vale e siderúrgicas caem; shoppings avançam
As ações ON da BRF caem após a Marfrig confirmar o aumento de participação no capital da empresa; no lado positivo, destaque para os shoppings
As ações ON da BRF (BRFS3) caíram mais de 2% nesta sexta-feira (4) e foram destaque na ponta negativa do Ibovespa após a Marfrig confirmar que aumentou ainda mais sua participação na companhia, atingindo 31,7% do capital social.
Essa nova investida da Marfrig já era esperada pelo mercado, dando forte impulso aos papéis da BRF nos últimos dias — mesmo com a baixa de hoje, as ações da dona da Sadia e da Perdigão ainda acumulam ganhos de mais de 9% na semana.
Com a concretização dos rumores, um movimento de realização de lucros atinge as ações da BRF, uma vez que é improvável que a Marfrig continue atuando de maneira tão intensa na ponta compradora.

Pelo estatuto da BRF, caso um acionista atinja 33,3% do capital social da empresa, deverá obrigatoriamente realizar uma oferta de compra a todos os demais investidores da companhia. Assim, dada a proximidade da Marfrig desse limite, o movimento deve parar por aqui.
As ações ON da Marfrig (MRFG3) também apareceram na ponta negativa do Ibovespa nesta sexta, fechando em baixa de 1,27%.
Vale e siderúrgicas
Também na ponta negativa, destaque para as ações ON da Vale (VALE3), em baixa de 1,66%. Mais cedo, a companhia informou a paralisação das atividades no Complexo Mariana, em atendimento à notificação da Superintendência Regional do Trabalho.
Leia Também
A questão diz respeito às atividades no Ramal Fábrica Nova, da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) — a Justiça determinou a interdição de das atividades em áreas próximas à barragem Xingu, da Mina Alegria.
Com a linha paralisada, a Vale estima um impacto na produção na ordem 40,5 mil toneladas de finos de minério de ferro ao dia.
Outro fator que traz pressão às ações da Vale é a baixa no preço da commodity: o minério de ferro caiu 1,73% na China, a US$ 207,35 — o que também influencia negativamente as ações das siderúrgicas:
- Usiminas PNA (USIM5): -2,76%
- Gerdau PN (GGBR4): -2,79%
- CSN ON (CSNA3): -2,08%
No entanto, as baixas de hoje nem de longe apagam os ganhos expressivos das mineradoras e siderúrgicas na bolsa desde o começo do ano. Vale ON ainda acumula alta de 35% em 2021; Usiminas PNA, Gerdau PN e CSN ON avançam 31%, 35% e 45%, nesta ordem.
Operadoras de shoppings
Na ponta positiva, chamou a atenção do bom desempenho das ações do setor de shoppings. Multiplan ON (MULT3) subiu 4,80%, Iguatemi ON (IGTA3) teve ganhos de 5,02% e BR Malls ON (BRML3) avançou 4,35%. Fora do Ibovespa, Aliansce Sonae ON (ALSO3) fechou em alta de 4,25%.
Embora não haja nenhuma notícia específica influenciando as ações do setor nesta sexta, muitos analistas apontam que os papéis mais relacionados à dinâmica da economia doméstica e às perspectivas de normalização das atividades com a vacinação podem ter ganhos mais firmes daqui em diante.
É o caso do setor de shoppings, que acumula perdas expressivas desde o ano passado, quando a circulação de pessoas nos estabelecimentos foi comprometida pela pandemia. CVC ON (CVCB3), outro papel que também está entre os mais afetados pela Covid-19, subiu 7,41% hoje.
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas
Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking
Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel
De olho na alavancagem, FIIs da TRX negociam venda de nove imóveis por R$ 672 milhões; confira os detalhes da operação
Segundo comunicado divulgado ao mercado, os ativos estão locados para grandes redes do varejo alimentar
“Candidatura de Tarcísio não é projeto enterrado”: Ibovespa sobe e dólar fecha estável em R$ 5,5237
Declaração do presidente nacional do PP, e um dos líderes do Centrão, senador Ciro Nogueira (PI), ajuda a impulsionar os ganhos da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18)
‘Se eleição for à direita, é bolsa a 200 mil pontos para mais’, diz Felipe Miranda, CEO da Empiricus
CEO da Empiricus Research fala em podcast sobre suas perspectivas para a bolsa de valores e potenciais candidatos à presidência para eleições do próximo ano.
Onde estão as melhores oportunidades no mercado de FIIs em 2026? Gestores respondem
Segundo um levantamento do BTG Pactual com 41 gestoras de FIIs, a expectativa é que o próximo ano seja ainda melhor para o mercado imobiliário
Chuva de dividendos ainda não acabou: mais de R$ 50 bilhões ainda devem pingar na conta em 2025
Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira
Corrida contra o imposto: Guararapes (GUAR3) anuncia R$ 1,488 bilhão em dividendos e JCP com venda de Midway Mall
A companhia anunciou que os recursos para o pagamento vêm da venda de sua subsidiária Midway Shopping Center para a Capitânia Capital S.A por R$ 1,61 bilhão
Ação que triplicou na bolsa ainda tem mais para dar? Para o Itaú BBA, sim. Gatilho pode estar próximo
Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic
