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Na expectativa da votação da Reforma do IR em Brasília, o mercado também se atenta a mais indicadores da inflação; Nos EUA atenção é para dados de varejo e indústria
A bolsa hoje (17), fica junto aos mercados internacionais, a espera da entrega de dados relevantes nos EUA, que contam com produção industrial e vendas no varejo. A cereja do bolo, porém, será a participação de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), em evento na parte da tarde — às vésperas do simpósio de Jackson Hole, a bolsa vai se esforçar para achar pelo em ovo na fala da autoridade, que deve dar uma atualização sobre a saúde da maior economia global.
As bolsas de ações asiáticos caíram nesta terça-feira em meio à preocupação com a turbulência no Afeganistão e ao desconforto com a perspectiva econômica da China após atividade abaixo do esperado em julho. Na Europa, as bolsas abrem em queda, digerindo os dados de PIB do segundo trimestre da Zona do Euro. Os EUA acompanham o movimento em seus futuros nesta manhã.
A ver...
Chegou mais uma vez o dia em que veremos a votação da reforma do Imposto de Renda, parte importante da tão aguardada reforma tributária. Infelizmente, o texto já se tornou um monstro de tanto remendo que foi feito. São quase 130 emendas apresentadas desde o início do mês, sendo que 26 foram apresentadas só na última quinta-feira (12). Como disse o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a matéria é de difícil consenso; portanto, muito será feito com base na votação de destaques.
As negociações em torno da reforma do Imposto de Renda já não estão mais centralizadas nas mãos do relator, Celso Sabino (PSDB-PA). Há um indicativo de que dificilmente um novo relatório será apresentado, principalmente depois da colcha de retalhos que se tornou a proposta. Na expectativa para a votação do Frankenstein à brasileira, a bolsa também aguarda o IGP-10 de agosto, que deve acelerar forte em relação a julho, em mais um golpe para os juros futuros — no processo de normalização dos juros que vivemos, todo e qualquer dado de inflação é relevante.
O Dow Jones já fechou em cinco recordes consecutivos, sendo que a última vez que isso aconteceu foi em 8 de novembro de 2017. O S&P 500, por sua vez, fechou em um recorde pela 49ª vez este ano, sendo que a última vez que houve 49 registros até agosto foi 1995 — um 50º registro no ano seria um feito igualado em apenas seis outros anos: 1928, 1961, 1964, 1995, 2014 e 2017 (nestes dois últimos, o 49º registro aconteceu depois de agosto). Desde sua mínima em 23 de março de 2020, o S&P 500 já subiu mais de 100%. O índice não dobrou tão rapidamente desde 1933, quando isso aconteceu em 85 pregões. Realmente os tempos atuais não são para qualquer um.
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Para completar, os EUA oferecem seus dados de vendas no varejo e de produção industrial. Em relação ao primeiro, a expectativa é de queda de 0,3% na comparação com o mês anterior, após alta de 0,6% em junho — excluindo os carros, os gastos devem aumentar 0,2%, ante alta de 1,3% no mês anterior. Como os Estados Unidos não são mais o fabricante líder mundial, a atenção do mercado provavelmente se concentrará em seu papel remanescente como o maior consumidor mundial.
A variante delta e a resposta polarizada às vacinações parecem ter impactado os gastos dos consumidores nos Estados Unidos, bem como o comportamento das empresas em relação ao regresso aos escritórios. Isso porque mais empresas estão adiando seu retorno aos escritórios para outubro ou até mais tarde, e quase 25% das 30 empresas componentes do Dow Jones determinaram vacinas para os trabalhadores, além de exigirem máscaras, em resposta ao aumento dos casos de Covid-19 (variante delta comendo solta).
Embora todas as vacinas contra a Covid-19 autorizadas e distribuídas em escala nos EUA sejam altamente eficazes na prevenção de casos graves, hospitalizações e mortes, apenas 51,4% dos americanos estão totalmente vacinados (60% receberam ao menos uma dose). Com uma média de 145 mil novos casos por dia, o posicionamento das empresas se justifica. Gradualmente, os documentos que provam que você está vacinado para poder fazer qualquer coisa e o uso de máscaras serão vistos como inevitáveis, apesar de polêmicos.
O dia de hoje começou com a zona do euro divulgando o PIB do segundo trimestre em linha com o esperado — a região cresceu 2% na comparação com o trimestre anterior e 13,6% versus o mesmo período do ano passado. Os dados em linha não servem para dar sustentação às Bolsas por lá, que caem nesta manhã, apesar de o Reino Unido ter tido alguns dados do mercado de trabalho mostrando uma força contínua, com uma nova queda na taxa de desemprego.
Nos EUA, destaque para os dados do setor de varejo (já comentado acima) e industrial. Sobre este último, o Federal Reserve divulga a utilização da capacidade do setor industrial para julho, que deve entregar um patamar de 75,7%, pouca alteração em relação à leitura de 75,4% de junho, enquanto a produção industrial deve aumentar 0,5% na comparação mensal. Dados do mercado imobiliário e fala de Powell também são fatores relevantes para bolsa no dia.
No Brasil, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, fala à tarde em evento do Bradesco e deve abordar a inflação e os riscos fiscais — estamos no meio de um processo de normalização dos juros, o que torna toda e qualquer fala de nossa autoridade monetária relevante. IPC-Fipe da 2ª quadrissemana de agosto, IPC-S Capitais da 2ª quadrissemana de agosto e IGP-10 de agosto são indicadores de inflação local que marcam presença nesta terça-feira.
A questão afegã, somada ao temor com a variante delta, fez com que o petróleo voltasse a furar o patamar de US$ 70/barril. O que os investidores têm ponderado é que a disseminação da variante delta poderia reduzir a demanda por combustíveis para transporte, fato agravado para algumas regiões com o comprometimento logístico do território do Afeganistão.
Contudo, apesar dos contratempos, o retorno à normalização econômica deverá seguir acontecendo, ainda que mais lentamente do que esperávamos no começo do ano, dando suporte aos preços do petróleo. O movimento deve se tornar ainda mais evidente com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) sendo mais conservadora para elevar sua produção depois que os EUA pediram que ela assim o fizesse — se eles já estavam reticentes em aumentar antes, imagine agora.
Para piorar a situação, no ano passado, o investimento global no desenvolvimento de campos de petróleo e gás caiu para cerca de US$ 348 bilhões, abaixo de um pico de US$ 740 bilhões em 2014. Consequentemente, a falta de investimento nas empresas começará a reduzir sua produção a partir de 2024, ao passo que a demanda segue crescendo, o que leva a um crescente déficit entre a oferta e a demanda de 2024 em diante.
Ou seja, no final do dia, o mundo ainda precisa de petróleo, sendo que a oferta pode permanecer restrita nos próximos meses — a Agência Internacional de Energia manteve sua previsão para o crescimento da demanda global de petróleo no próximo ano praticamente inalterada apesar da variante delta. Para quem ainda não deu uma olhada, vale checar o Vitreo FoF Commodities e o Vitreo Petróleo, para que a Opep+ não seja a única a se beneficiar desse movimento.
O momento para acelerar a transição da matriz energética global chegou.
É por isso que a Vitreo lança hoje o Energia Limpa: o fundo de investimento capaz de expor o seu patrimônio à tese de investimento mais urgente da atualidade.
Tese que tem tudo para levar um potencial de lucros extraordinário para a sua carteira, dada a sua urgência e relevância (embora não haja garantias).

Fonte: G1/ notícia publicada em 09 de agosto de 2021

Fonte: Estado de Minas/ Notícia publicada em 08 de agosto de 2021
Alok Sharma, ministro britânico e também presidente da COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021), foi categórico ao dizer que “não podemos nos permitir esperar dois, cinco ou 10 anos” para agir.
A hora para mudar a matriz energética do mundo é exatamente agora.
Por entenderem o tamanho da responsabilidade – e da oportunidade – países como Estados Unidos, Japão, Canadá e de diversas regiões da Europa já começaram a se movimentar para tornar essa transição uma realidade.
A partir daí, propostas de investimentos trilionárias começaram a surgir, como você pode ver:

Fonte: Época Negócios/ Notícia publicada em 09 de agosto de 2021
A energia limpa poderá ser, em breve, a única fonte de energia do mundo.
O timing para se expor a ela nunca foi tão bom, na nossa opinião, e investir nessa tese nunca foi tão fácil.
É por isso que você precisa conhecer agora o nosso fundo Energia Limpa.
Caso você acredite no potencial de multiplicação de capital desse setor tanto quanto a gente, ao clicar aqui ou no botão abaixo você vai poder acessar a carta completa que o Jojo escreveu sobre o assunto.
Lá, ele explica todos os detalhes desse investimento, que tem tudo para ser campeão (lembrando, mais uma vez, que não existe garantias).
Se, após a leitura da carta do Jojo e do regulamento completo do fundo com os seus fatores de risco, você entender que o produto está alinhado ao seu perfil de investidor e objetivos financeiros para o futuro, hoje mesmo você já pode começar a se expor a todo potencial do nosso Energia Limpa.
[Conhecer o fundo Energia Limpa]
Esperamos que você tenha gostado da dica de hoje.
E esperamos ver você novamente em breve, como cotista desse fundo tão especial.
Atenção:
Um abraço,
Jojo Wachsmann
ATENÇÃO! O Victor Aguiar preparou uma análise sobre as empresas que podem potencializar seu portfólio; confira no vídeo abaixo e se inscreva no canal do Seu Dinheiro no Youtube para mais conteúdos sobre investimentos
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