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Com Evergrande e um novo tombo do minério de ferro no radar, o Ibovespa perde o nível dos 110 mil pontos
Em semana de decisão de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, a tradição é que os mercados não despreguem os olhos dos movimentos dos Bancos Centrais. Mas essa segunda-feira começa diferente. A Super-quarta que se aproxima segue sendo um evento importante a ser monitorado, mas são as notícias que chegam da China que deixam o mercado financeiro global apreensivo.
Além dos dados mais fracos vistos nas últimas semanas, o que indica um crescimento mais lento da segunda maior economia do mundo, as interferências do governo chinês no setor privado são observadas de perto, principalmente após a incorporadora Evergrande mostrar problemas de liquidez que podem contaminar todo o ecossistema global - principalmente em países emergentes.
Paira sobre a empresa o risco de calote, com grandes credores já fazendo provisões para o caso de não cumprimento dos pagamentos e outros estendendo o prazo de vencimento. Para se ter uma dimensão do que significaria um calote de US$ 300 bilhões, a dívida da companhia é hoje detida por bancos, seguradoras, pessoas físicas, fornecedores, prestadores de serviço e grandes fundos globais.
Caso a Evergrande quebre, o impacto na economia chinesa - e consequentemente na economia global - seria imenso, em um efeito semelhante ao que foi visto na crise do subprime, em 2008. Como a China é um dos principais países consumidores de commodities, nações emergentes como o Brasil se veriam em uma situação complicada.
As bolsas asiáticas fecharam em forte queda durante a madrugada. Com o conturbado cenário externo e sem novidades significativas no campo político local, o Ibovespa abriu o dia em forte queda, pesando a queda de mais de 1,5% dos índices americanos e ainda repercutindo de forma negativa a elevação do Imposto sobre Operações Financeiras para cobrir o aumento de gastos para financiar o novo programa social do governo, o Auxílio Brasil.
O Ibovespa vem renovando as mínimas desde o início do dia. Por volta das 15h40, o principal índice da bolsa brasileira operava com um recuo de 3,12%, aos 107.963 pontos. Com a maior procura por ativos de segurança, o dólar à vista sobe 1,47%, aos R$ 5,3592. Mesmo com o relatório Focus desta segunda-feira (20) voltando a mostrar deterioração no cenário para a Selic e inflação, os juros futuros operam praticamente estáveis. Confira:
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A situação da incorporadora pressiona o mercado de ações e também o de commodities, já que os impactos da Evergrande na economia chinesa podem levar a uma desaceleração ainda mais severa, reduzindo a demanda de commodities.
Vale lembrar que no caso do minério de ferro, as cotações são pressionadas pelas intervenções estatais chinesas na produção de aço, em uma tentativa de segurar os preços após a disparada do último ano. Com novo tombo brusco de mais de 8%, a Vale e as siderúrgicas voltam a sentir o baque. Fora do Ibovespa, a CSN Mineração cai mais de 7%. Confira o desempenho das principais empresas do setor nesta manhã:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 28,21 | -5,34% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 56,10 | -5,30% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 13,28 | -4,60% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 81,93 | -4,90% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 10,94 | -4,70% |
No que diz respeito ao encontro do Fomc, o mercado espera mais uma vez por sinais de quando o início do processo de redução de compras de ativos começará, já que os últimos dados divulgados da economia americana mostram um crescimento desigual e até mesmo sinais de desaceleração. No Brasil, ainda há dúvidas se o Banco Central deve seguir a trajetória de elevação da taxa de juros já planejada ou se haverá mudanças após os números mais salgados de inflação das últimas semanas.
Com o clima de cautela generalizada, apenas as ações da Copel operam em alta neste momento. A companhia anunciou o pagamento de dividendos bilionários na última sexta-feira.
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 7,00 | 5,58% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 18,34 | -8,62% |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 60,58 | -8,23% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 6,60 | -7,17% |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 56,10 | -6,52% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 7,94 | -6,15% |
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