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O preço da tonelada da principal commodity metálica do mundo despencou 8,80% no porto de Qingdao, na China, passando a custar US$ 92,98.
Dando sequência ao conturbado 2021, o minério de ferro voltou a despencar na China e promete arrastar junto (mais uma vez) boa parte das empresas brasileiras. O preço da tonelada da principal commodity metálica do mundo despencou 8,80% no porto de Qingdao, na China, passando a custar US$ 92,98.
A volta por cima? Confira cotações do minério de ferro hoje e como elas estão movimentando a bolsa brasileira nesta quarta-feira (22)
Essa é a primeira vez em mais de um ano que o preço da tonelada do minério de ferro fica abaixo dos US$ 100. Em maio deste ano, a commodity chegou a valer US$ 237,57 no porto chinês. Desde então, a queda acumulada é de mais de 60%.
Dessa forma, as ações dos setores de mineração e siderurgia da bolsa fecharam com fortes quedas nesta segunda:
| CÓDIGO | NOME | VAR | ULT |
| BRAP4 | BRADESPAR PN | -4,29% | R$ 56,70 |
| CBAV3 | CBA ON | -7,70% | R$ 12,71 |
| CMIN3 | CSN MINERAÇÃO ON | -3,52% | R$ 5,75 |
| VALE3 | VALE ON | -3,95% | R$ 82,75 |
| CSNA3 | CSN ON | -2,68% | R$ 29,00 |
| GGBR4 | GERDAU PN | -0,61% | R$ 24,45 |
| GOAU4 | METALÚRGICA GERDAU PN | -1,48% | R$ 24,45 |
| USIM5 | USIMINAS PNA | -0,93% | R$ 13,79 |
Antes de continuar, um convite: apresentamos no nosso Instagram de qual forma a China poderia lidar com a crise de crédito da Evergrande (império empresarial do país) que vem abalando os mercados globais, incluindo a bolsa brasileira. Explicamos também o que está acontecendo.
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Voltando ao assunto, veja agora três motivos para a queda do preço do minério de ferro:
Nas últimas semanas, a China tem investido em derrubar a cotação do minério de ferro. O Gigante Asiático reduziu a produção de aço e limitou a demanda para o mercado internacional para conter a inflação crescente do país, além de possíveis especulações com o preço da commodity.
O índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) aumentou para 0,8% no mês passado, e as projeções apontam que o indicador pode chegar a 1,0%. Como o país é um grande produtor de aço, que inclusive compra minério do Brasil, uma das formas de controlar o preço é pressionando o setor siderúrgico chinês.
Outro fator que preocupa os investidores internacionais é a recuperação econômica dos principais países do mundo. Tanto a China quanto os Estados Unidos apresentaram fracos dados de produção industrial e atividade econômica na semana passada.
As vendas do varejo chinês subiram 2,5% no mês de agosto, bem abaixo da mediana das estimativas de 6,3% após forte alta de 8,5% em julho. Já a produção industrial ficou levemente abaixo das estimativas: 5,3% frente a 5,6% para o mesmo período.
Já a inflação dos EUA, medida pelo CPI, avançou abaixo do esperado pelos especialistas em agosto. Segundo o departamento de trabalho, o indicador subiu 0,3% na passagem mensal frente às projeções de alta de 0,4% e o Núcleo do índice cresceu menos: 0,1% na comparação mensal frente a 0,3% das projeções.
Assim, a demanda por matérias-primas, como o petróleo e o próprio minério, também deve ser menor do que o esperado, principalmente quando olhamos para os números chineses. É que o gigante asiático é o maior consumidor de minério de ferro do mundo.
A construção civil utiliza muito aço, e podemos dizer que o setor deve sentir o baque do noticiário. A gigante incorporadora chinesa Evergrande azedou o humor dos investidores na bolsa de Hong Kong hoje, fazendo o seu principal índice despencar mais de 3%.
A segunda maior empresa do setor imobiliário chinês está na iminência de dar um calote, com uma dívida de aproximadamente US$ 300 bilhões. Os especialistas afirmam que a crise imobiliária da China não deve ser semelhante ao que aconteceu em 2008 nos Estados Unidos, na crise dos subprime, mas os investidores seguem com cautela.
Alguns credores da companhia já começam a fazer provisões para a possibilidade de calote, enquanto outros já falam em ampliar prazos. Como a economia brasileira é muito dependente da exportação de commodities, os impactos de uma possível falência da Evergrande na economia chinesa teriam reflexos também por aqui.
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