🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

FII do mês

Os melhores fundos imobiliários para investir em outubro segundo 7 corretoras

Não houve um campeão absoluto no mês de outubro, mas o empate quádruplo foi bem diversificado

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
13 de outubro de 2020
5:30 - atualizado às 15:56
Selo de melhores fundos imobiliários do mês
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Setembro foi um mês difícil para quase todos os mercados, mas o de fundos imobiliários foi um dos poucos que conseguiu sobreviver. Como vimos na nossa reportagem com o balanço dos investimentos do mês, apenas três classes de ativos tiveram retorno positivo em setembro, e os FII foram uma delas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) avançou 0,46% no mês passado, apesar de ter sido um período difícil para os ativos de risco em geral e marcado pela alta nos juros futuros. No acumulado do ano até o fim de setembro, o IFIX ainda perdia 12,59%.

Os fundos de papel (que investem em títulos de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário, como os CRI) tiveram a maior alta em setembro: 1,4%, segundo os índices calculados pelo Banco Inter. Já os fundos de tijolo, que investem em imóveis propriamente ditos, subiram apenas 0,6% no mês.

Apesar de a alta dos juros futuros ter desvalorizado os títulos que compõem as carteiras dos FII de papel - que geralmente pagam um juro prefixado mais um índice de inflação -, também aumentou a remuneração desses papéis, levando a um movimento posterior de alta na demanda desses títulos, diz o Banco Inter.

O fato de os índices de inflação mais recentes estarem vindo um pouco acima do esperado pelo mercado, por sua vez, vem elevando a atratividade dos papéis que contam com correção por um índice de preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já entre os FII de tijolo, a alta foi puxada pelos fundos de galpões logísticos, seguidos dos fundos de shopping, que vêm se recuperando do baque da pandemia agora que os shopping centers retomaram suas atividades. Ainda assim, lembra o Inter, o retorno de dividendos (yield) deste segmento é, atualmente, o menor da bolsa.

Leia Também

A corretora Ativa lembra que é preciso ficar atento a dois fatores de risco que surgem para os fundos imobiliários agora que a inflação começa a dar sinais de pressão. Ao mesmo tempo em que aluguéis e títulos corrigidos pela inflação se tornam atrativos neste cenário, a disparada dos aluguéis pode pesar demais para os locatários, que podem querer renegociar (sobretudo no caso dos contratos típicos, que preveem revisional no meio do contrato); e a alta da parcela prefixada da remuneração dos títulos pode estar precificando um maior risco de calote do devedor.

Perspectivas para outubro

Contudo, o incremento recente na inflação foi o motivo que levou a Ativa a ficar otimista para os FII de papel daqui para frente, pois há uma defasagem de dois a três meses para o repasse da alta dos preços para a remuneração dos títulos das carteiras destes fundos. A corretora espera, portanto, um aumento no nível de dividendos desses fundos nos próximos meses.

A corretora Guide, por sua vez, acredita que a demanda por fundos de CRI deve voltar ao radar dos investidores, influenciados pelos dados de pressão inflacionária. "Nesse sentido, fundos com maior exposição a indexadores de inflação, especialmente IGP-M, devem ser os maiores beneficiados", diz relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Inter também permanece otimista em relação aos fundos imobiliários como classe de ativos, mesmo com o aumento do risco fiscal, dos índices de inflação e dos juros futuros. "Os juros de curto prazo permanecem baixos e a inflação segue benigna", diz relatório do banco.

"Mesmo que cenário atual sofra maior deterioração e a inflação volte a subir, os FIIs possuem seus contratos e/ou ativos indexados à inflação, garantindo que os ganhos reais não sofram com isso. Outro fator que contribui para a retomada dos FIIs é a forte retomada do setor imobiliário desde o início da pandemia, e a retomada da economia à medida que as pessoas voltam a frequentar comércio e serviços, e empresas voltam com trabalho presencial."

- relatório do Banco Inter.

Os fundos imobiliários preferidos para outubro

Em outubro, nenhum fundo imobiliário indicado reinou absoluto. Tivemos quatro nomes recomendados por duas corretoras cada.

O BTG Pactual Logística (BTLG11), que foi o campeão de indicações do mês passado, apareceu neste mês entre os preferidos das corretoras Ativa e Mirae, tendo sido retirado do top 3 da Guide. Embora o tenha mantido na sua carteira geral, a corretora o substitui, no top 3, por um novato na sua carteira recomendada, o Ourinvest Fundo de Fundos (OUFF11).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Vinci Logística (VILG11) também permaneceu entre os preferidos de outubro, indicado por Necton e Santander.

Os outros dois FII que receberam duas indicações cada foram o Vinci Shopping Centers (VISC11), indicado por Mirae e Banco Inter, e o TG Ativo Real (TGAR11), recomendado por Ativa e Terra Investimentos.

O VISC11 entrou na carteira recomendada e no top 3 da Mirae no lugar do fundo Bresco Logística (BRCO11). No caso do TGAR11, ele já se encontrava na carteira recomendada da Ativa, mas entrou no top 3 da corretora neste mês no lugar do BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11).

O fundo RBR Alpha Multiestratégia Real Estate (RBRF11), um dos preferidos do mês passado, foi retirado do top 3 do Banco Inter, que no entanto o manteve na sua carteira recomendada geral. A única corretora a indicá-lo entre os preferidos de outubro foi a Necton.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira a seguir os três fundos prediletos da carteira recomendada de cada corretora que participou da matéria neste mês:

Além das alterações já citadas, o Banco Inter também retirou o BCFF11 do seu top 3, trocando-o pelo Hedge Top FOFII 3 (HFOF11). Ambos os ativos, porém, já constavam na carteira recomendada geral do banco e nela foram mantidos.

A Necton também realizou uma troca no seu top 3, tendo retirado o JS Real Estate (JSRE11) - que, no entanto, foi mantido na carteira geral - e acrescentando o BTG Pactual Corporate Office (BRCR11), estreante na sua carteira recomendada de outubro.

Já o Santander trocou o VBI Prime Offices (PVBI11) pelo Vinci Offices (VINO11) no seu top 3. Ambos, porém, já constavam na carteira recomendada geral e nela foram mantidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

BTG Pactual Logística (BTLG11)

Presente no top 3 das corretoras Ativa e Mirae, o BTLG11 foi o FII mais indicado para o mês passado, quando recuou 0,6%.

O fundo é dono de dez galpões logísticos e tem, entre seus locatários, empresas como BRF, Femsa (fabricante da Coca-Cola) e Itambé.

Mais de 90% da sua receita advém de contratos atípicos de locação - contratos de longo prazo (10 anos ou mais) que não contam com revisional de aluguel no meio do contrato e são considerados mais defensivos.

O segmento logístico é um dos preferidos da Mirae e tem se mostrado o mais defensivo no período de crise, em grande parte pela questão dos contratos atípicos, muito comuns no aluguel de galpões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTLG11 adicionou dois galpões recentemente ao seu portfólio, ambos localizados no estado de São Paulo e já completamente locados, um via contrato típico e outro por contrato atípico.

O fundo está com emissão de cotas em aberto, e a Ativa espera que as novas aquisições elevem o nível de distribuição do fundo e proporcionem maior liquidez aos cotistas.

Além de figurar no top 3 dessas duas corretoras, o BTLG11 consta também na carteira recomendada geral da Guide.

Vinci Logística (VILG11)

O Vinci Logística (VILG11) figura no top 3 de duas corretoras: Necton e Santander. Focado em galpões logísticos e dono de dez empreendimentos, localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, o FII teve valorização de 4,7% em setembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Santander, o VILG11 é o fundo mais defensivo do cenário atual, uma vez que 55% das suas receitas são oriundas de locatários da área de e-commerce. A corretora do banco destaca ainda a relevância de alguns inquilinos, como Tok & Stok, Magazine Luiza e Ambev, que correspondem a 25%, 14% e 12% da receita contratada, respectivamente.

Entre as vantagens do fundo, o Santander, cita ainda o controle do nível de vacância e o fato de que 39% dos contratos de locação são atípicos. "Estimamos um yield [retorno com dividendos] de aproximadamente 5,7% nos próximos 12 meses, isento de IR", diz o relatório do banco.

A Necton também ressalta a exposição a locatários do setor de e-commerce e a qualidade dos inquilinos:

"Por conta do forte posicionamento do fundo no setor de E-commerce, dado o cenário atual de forte crescimento das vendas online, enxergamos o fundo como uma boa opção do segmento de logística. Além disso, a concentração de receita em inquilinos com boa qualidade de crédito, 100% do portfólio locado e prazo médio remanescente dos contratos de 4,5 anos dá mais segurança", diz o relatório da corretora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vinci Shopping Centers (VISC11)

O fundo Vinci Shopping Centers (VISC11) aparece nos top 3 de Mirae e Banco Inter, tendo apresentado uma alta de 1,0% no mês passado. Também consta na carteira recomendada geral da Guide, embora não apareça no seu top 3.

Trata-se de um fundo de shoppings com 14 empreendimentos em nove estados, totalizando uma Área Bruta Locável (ABL) de 109 mil metros quadrados e patrimônio de R$ 1,73 bilhões.

Com a reabertura da economia, os fundos de shoppings têm voltado a figurar nas carteiras recomendadas e nos top 3 das corretoras. No caso do VISC11, todos os ativos já tinham voltado a funcionar normalmente a partir do dia 6 de agosto.

O Inter destaca que, recentemente, o fundo anunciou duas novas aquisições: 3,8% do Ribeirão Shopping, localizado em Ribeirão Preto (SP) por R$ 25,8 milhões (R$ 10 mil/m²) e 98,5% do shopping Praia da Costa, em Vila Velha (ES), por R$ 194 milhões (R$ 5 mil/m²)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro é um dos 10 maiores shoppings do estado de São Paulo, sendo dominante na região. Faz parte de um complexo multiuso que inclui hotel, centro empresarial e centro médico. Já o segundo foi adquirido por valor "significativamente menor que o custo de reposição do ativo", diz a gestora Vinci.

"O potencial de distribuição de dividendos do fundo pode chegar a 6% ao ano com a normalização das atividades", diz o Inter.

Já a Mirae destacou, em relatório, que espera recuperação nas vendas dos shoppings, que já vêm aumentando desde julho, mas que devem ver maior volume no terceiro e no quarto trimestres deste ano.

TG Ativo Real (TGAR11)

O TG Ativo Real (TGAR11) aparece nos top 3 das corretoras Ativa e Terra Investimentos. No mês passado, o fundo recuou 2,0%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fundo investe principalmente em loteamentos residenciais, CRI e carteiras de recebíveis, em diversos estados. Seu foco é principalmente o desenvolvimento imobiliário, isto é, construção, o que faz com que tenha um nível um pouco maior de risco, mas também maior potencial de retorno.

Mas para a Ativa, o destaque da carteira do fundo são os seus investimentos em CRI - Certificados de Recebíveis Imobiliários - indexados à inflação, além dos contratos indexados ao IGP-M.

"Visto a alta nos últimos meses dos índices inflacionários, os fundos que possuem CRI na carteira devem entregar um maior nível de dividendos nos próximos meses. Na nossa visão, o fundo conta com um portfólio bem diversificado em devedores e taxa média atrativa", diz a corretora.

Em relatório para o mês de outubro, a Ativa destacou que aumentou a alocação em fundos de recebíveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Retrospectiva

O FII preferido das corretoras em setembro foi o BTG Pactual Logística (BTLG11), que fechou o mês em queda de 0,6%. Veja na tabela a seguir o desempenho em setembro de todos os fundos dos top 3 das corretoras no mês passado:

Carteiras recomendadas completas das corretoras

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar