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Executivo lembra uma série de promessas do empresário alçado ao maior cargo do país – e ataca propostas, nas palavras dele, não cumpridas
O bilionário Michael Bloomberg se disse favorecido por Donald Trump por conta da redução de impostos promovida pelo governo americano. "O presidente tem sido ótimo para pessoas como eu, mas eu vou ser ótimo para pessoas como você", escreve em tom de campanha.
Em artigo publicado no site MarketWatch, ele lembra uma série de promessas do empresário alçado ao maior cargo do país - e ataca propostas, nas palavras dele, não cumpridas.
Bloomberg é um dos pré-candidatos do lado democrata a presidência dos Estados Unidos. O executivo tenta se viabilizar como alternativa moderada às agendas de Elizabeth Warren e Bernie Sanders. O empresário é o nono homem mais rico do mundo segundo a lista de 2019 da Forbes, dono de uma fortuna de U$ 55,5 bilhões.
O executivo diz que, quando candidato, Trump foi até a porta da General Motors em Lordstown, Ohio, e prometeu manter a fábrica aberta - mas que o local foi fechado em 2018.
"No ano passado, os agricultores perderam bilhões de dólares e muitos perderam suas fazendas, como resultado direto da guerra comercial", escreve o bilionário.
Em 2016, Trump fez campanha com fortes críticas ao modelo econômico e social dos EUA. Ele dizia que a classe política não trabalhava mais pelos interesses dos cidadãos americanos.
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"Para ser justo, enfrentamos sérios problemas econômicos antes da posse do presidente Trump - essa é uma das razões pelas quais ele venceu. Ele prometeu consertá-los", diz ainda Bloomberg.
O executivo bilionário ainda lembra que, na gestão do atual presidente dos EUA, o mercado financeiro chegou ao nível mais alto de todos os tempos. Há especialista defendendo que o S&P ainda pode subir 7% em 2020. "Mas quase metade do país não possui ações", escreve.
Entre 2002 e 2013, Bloomberg foi prefeito de Nova York. Nesta posição, um dos seus grandes desafios foi ajudar a cidade a se reerguer dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Também foi sob sua gestão que ocorreu a crise financeira de 2008, e foi por causa da crise que ele propôs o terceiro mandato. No artigo publicado pela MarketWatch, Bloomberg aproveita o espaço, após atacar Trump, para exaltar feitos de sua gestão.
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