Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Projeto de autonomia

Autonomia do BC está pronta para ser votada, diz Campos Neto

Nas últimas semanas, o projeto de lei sobre a autonomia do BC voltou a ser citado por líderes de partidos e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como uma das prioridades da Casa

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto
O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quarta-feira (20) que o projeto de autonomia da instituição está pronto para ser votado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas últimas semanas, o projeto de lei sobre a autonomia do BC voltou a ser citado por líderes de partidos e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como uma das prioridades da Casa neste período de votações voltadas para o combate dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus.

Campos Neto afirmou ainda que o BC não está atrasando nenhum projeto em função da pandemia. "Seguimos com o projeto de open banking dentro do previsto". O presidente da instituição participa do evento virtual "Infra para crescer - Caminhos para superar a crise", organizado pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).

Crise

O presidente do BC reafirmou que o dólar é flutuante e, se for necessário, pode elevar as atuações no mercado de câmbio brasileiro. "O FX (câmbio) é flutuante", disse Campos Neto. "Podemos aumentar a atuação se entendermos que é necessário", acrescentou.

Campos Neto avaliou há que "quase toda grande crise teve um trade-off (troca) entre ter sistema financeiro mais sólido e concentração". No caso da crise atual, provocada pela epidemia do novo coronavírus, Campos Neto afirmou que o BC não quer "estimular concentração bancária mais forte".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Campos Neto também citou medidas adotadas pelo BC na crise, até o momento, e reafirmou que a primeira "grande surpresa" foi "a velocidade de saída de fluxo (de dólares) da América Latina". "Inicialmente, pensou-se que (a crise) era um choque de oferta. Depois ficou claro que é choque de oferta e de demanda", acrescentou.

Leia Também

MARKET MAKERS — CRIPTOVERSO

Mercado de DeFis caiu mais do que as criptomoedas, mas este especialista vê oportunidade de mais de US$ 15 trilhões daqui para frente; entenda

COBERTOR QUENTE

Inverno Cripto? Investidores de venture capital colocam US$ 2,1 bilhões em projetos mais arriscados de criptomoedas; veja quais

O presidente do BC pontuou ainda que, em países onde o lockdown (confinamento total) não foi adotado ou onde ele foi adotado, mas já foi flexibilizado, a volta do consumo de serviços "está lenta".

Para Campos Neto, a crise pode ser mais longa e o "desvio fiscal pode ser maior".

Questionado sobre qual seria o piso para a Selic (a taxa básica de juros), atualmente em 3% ao ano, Campos Neto pontuou que o tema do limite da política monetária (redução dos juros básicos) é dinâmico. "Depende um pouco do que está acontecendo no mundo - tivemos uma saída de recursos (dólares, do Brasil) - e temos a parte da condição interna", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ele, há hoje no Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central "pessoas com visões diferentes sobre o limite da política monetária". Em seu último encontro, ocorrido no início de maio, o Copom reduziu a Selic em 0,75 ponto porcentual, para 3,00% ao ano, e sinalizou a possibilidade de novo corte de até 0,75 ponto em junho.

Um dos membros do colegiado, no entanto, chegou a argumentar que não há razão para a existência de um limite para a Selic. E dois membros ponderaram que poderia ser oportuno cortar a taxa de uma só vez, já em maio. O Copom é formado por Campos Neto e por oito diretores do BC.

"Há visão diferente do mundo acadêmico puro e de quem se dedicou mais ao mercado", afirmou, em referência aos membros do Copom. "O grande debate é se quero passar por uma desorganização para encontrar este limite. O processo de achar o equilíbrio (da Selic) tem um custo."

O presidente do BC, ao avaliar a questão do nível de juros, afirmou que os países com dívidas maiores encerram o processo de corte de juros com taxas "um pouco maiores também".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia