Menu
2020-10-20T18:24:48-03:00
Jasmine Olga
Jasmine Olga
Cursando jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Vem novo rali pela frente?

Bitcoin volta ao patamar dos US$ 12 mil pela primeira vez desde agosto

Depois de dois meses longe das máximas, mas ainda bem acima dos patamares pré-crise, o ativo parece ter recuperado fôlego e chegou a ser negociado a US$ 12.047,10 nesta terça-feira.

20 de outubro de 2020
17:35 - atualizado às 18:24
bitocin
Imagem: Shutterstock

Após dois meses longe das máximas do ano, o bitcoin voltou a ser negociado na casa dos US$ 12 mil nesta terça-feira (20).. O ativo não se manteve muito tempo neste patamar, é verdade, mas tem mostrado força para romper a resistência nas últimas semanas. Será que vem um novo rali por aí?

A última vez que a moeda atingiu a marca foi no dia 17 de agosto, quando chegou ao fim o rali que havia começado no fim de julho e que levou a moeda às máximas do ano, aos US$ 12.359,06

Depois de dois meses longe das máximas, mas ainda bem acima dos patamares pré-crise, o ativo parece ter recuperado fôlego e chegou a ser negociado a US$ 12.047,10 nesta terça-feira. Por volta das 17h15, o bitcoin estava sendo negociado a US$ 11.970,62 (R$ 67.032).

Os investidores ficam agora na expectativa de que um novo ciclo de alta possa estar começando. Segundo o Coin Desk, grandes compras de investidores institucionais e o sinal verde do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, para a adoção de moedas digitais estão entre os gatilhos positivos que podem influenciar o novo ciclo.

Movimentação do bitcoin nos últimos três meses - Fonte: CoinmarketCap

O movimento de alta, no entanto, não parece se estender aos demais criptoativos. Enquanto o bitcoin teve uma variação positiva de 2,26% a 2,57% nas últimas 24 horas, ativos como o ether, lumen, monero e dash tinham quedas entre 2% e 4,9%.

O ano dos criptoativos

Mesmo que 2020 não marque o rompimento do topo histórico (de US$ 20.089,00, em 2017), o ano fica marcado pela consolidação do mercado de criptomoedas.

Além do halving - um evento programado e que corta pela metade a emissão de bitcoins -, os criptoativos também mostraram grande resiliência perante a crise, se recuperando muito mais rápido que a maior parte dos ativos que sofreram no momento mais agudo da crise de liquidez gerada pelo coronavírus.

O comportamento chama cada vez mais a atenção de investidores institucionais e bancos centrais, que voltam a discutir a ideia de emitirem as suas próprias moedas digitais.

Outro passo significativo para o mercado nos últimos meses foi o anúncio do primeiro ETF (Exchange Traded Fund) de criptomoedas, uma parceria entre a gestora brasileira Hashdex e a Nasdaq e que traz maturidade ao mercado.

Comentários
Leia também
ENCRUZILHADA FINANCEIRA

Confissões de um investidor angustiado

Não vou mais me contentar com os ganhos ridículos que estou conseguindo hoje nas minhas aplicações. Bem que eu queria ter alguém extremamente qualificado – e sem conflito de interesses – para me ajudar a investir. Só que eu não tenho o patrimônio do Jorge Paulo Lemann. E agora?

Após vacinação e apoio fiscal

Economia dos EUA está “em ponto de inflexão” positivo, diz Powell, do Fed

Economia norte-americana está prestes a começar a crescer muito mais rapidamente, afirmou presidente do banco central norte-americano em entrevista

nos estados unidos

Remuneração de CEOs cresceu em meio à pandemia

Recuperação do mercado de ações impulsionou ganhos de executivos em 2020, que tiveram remuneração média de US$ 13,7 mi no período

Após estremecimentos

China quer parceria estratégia com Brasil, diz chanceler asiático

Chanceler chinês, Wang Yi, falou com o novo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos Alberto Franco França.

entrevista

Bittar reafirma que Guedes sabia de acordo para destinar verba a emendas

Apontado como um dos artífices da “maquiagem” no Orçamento, o senador Marcio Bittar diz que não chegou sozinho ao valor de R$ 29 bilhões em emendas

Apesar da pandemia

Saúde perde espaço em emendas parlamentares

Números mostram estratégia dos parlamentares para destinar recursos para obras e projetos de interesse eleitoral em seus redutos

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies