O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas do banco passam a se debruçar sobre os papéis do setor de educação: YDUQ3, COGN3, AFYA e SEER3; empresas caíram em bloco neste ano na bolsa
Em um momento de incertezas econômicas e baixas do Fies, as ações das empresas de educação Yduqs (YDUQ3), Cogna (COGN3), Afya (AFYA) e Ser (SEER3) entraram na cobertura do Credit Suisse. Os papéis têm recomendações distintas mesmo tendo caído em bloco neste ano.
O banco elegeu a Yduqs como a melhor escolha para o setor, elevando a estimativa de preço em 12 meses para R$ 38 - o que representaria uma alta de 21% em relação ao valor de ontem.
Segundo a análise de Mauricio Cepeda, a Yduqs tomou um posicionamento mais conservador e manteve um balanço saudável, apesar de estar em um segmento que ele considera de crescimento restrito: o ensino superior.
A aquisição recente da Adtalem trará escala ao negócio, com nenhum efeito adverso na capacidade de cumprir os compromissos financeiros, diz o especialista do Credit Suisse.
Na análise do banco, o ensino a distância seria um segmento de crescimento significativo. "Além disso, a companhia oferece cursos de medicina e modalidades 'premium'", diz Cepeda.
Para o analista, o preço atual dos papéis da Yduqs não refletem o valor total pela perspectiva de fluxo de caixa descontado. "Múltiplos também estão abaixo de seus pares [18x P/E vs. 24x para a Ser]".
Leia Também
Entre os riscos para as ações YDUQ3, o banco fala em perda de escala devido ao declínio das matrículas de alunos, comprometimento do fluxo de caixa operacional e dinheiro gasto em aquisições futuras.
Cepeda diz acreditar que COGN3 deve ter um baixo desempenho, estimando preço-alvo de R$ 6 - o que representaria uma baixa de 13,7% em relação à cotação de ontem. "A Cogna está exposta à compressão de renda e a um alto nível de rotatividade em seu segmento de ensino superior", argumenta.
"Diferentemente da Yduqs, Cogna escolheu compensar as perdas do Fies com empréstimos estudantis - gerando uma grande quantidade de contas a receber", diz o relatório. A empresa também teria alavancado o negócio para aquisições e agora enfrenta um declínio do Ebitda.
Pontos positivos, segundo a análise da instituição, seriam uma eventual recuperação do ensino superior - garantindo um melhor Ebitda - e a possibilidade de novas aquisições, em que haveria economia proporcionada pelo aumento de escala.
Na bolsa brasileira, os papéis da Cogna tinham baixa de 5%, a R$ 6,61, na tarde desta quarta-feira, enquanto Yduqs recuava 1,2%, negociados a R$ 31. Os papéis da Ser caíam 2,7%, a R$ 14,15.
Para o Credit Suisse, as ações de Ser e Afya estariam suficientemente valorizadas. A recomendação para AFYA é neutra, com preço-alvo de US$ 26 - alta de 4% em relação ao pregão de terça-feira.
"A Afya atua no nicho crescente da educação relacionada a medicina, em que a demanda atualmente é reprimida", diz a análise. Segundo o banco, a companhia foi listada na Nasdaq para ser associada a empresas de tecnologia e os investidores reconheceram o valor da empresa por meio de seus múltiplos elevados.
Já os papéis SEER3 foram avaliados de forma neutra porque, segundo o Credit Suisse, o preço atual refletiria os impactos de curto e médio prazo no fluxo de caixa, representado principalmente pela perda de escala. O preço foi estimado em R$ 16.
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca