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Aquisição visa atender crescente demanda por investimentos em infraestrutura de transmissão e distribuição de energia, segundo diretor
A WEG (WEGE3) anunciou na terça-feira (1º) à noite que concluiu a aquisição de uma fábrica de transformadores da Transformadores e Serviços de Energia das Américas S.A. (TSEA), localizada em Betim (MG), depois de a operação ter sido aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sem restrições.
A compra foi anunciada pela companhia em janeiro, sem que os detalhes financeiros fossem divulgados. Construída em 2013, a fábrica dispõe de 32,5 mil metros quadrados de área construída e 250 colaboradores.
Ela é especializada na fabricação de transformadores de força, reatores shunt (equipamentos que regulam a tensão em linhas de transmissão) e autotransformadores de força com classe de tensão até 800 quilovolt (kV) e potência até 500 megavolt-ampères (MVA).
Na nota divulgada quando a aquisição foi anunciada, o diretor superintendente da unidade de geração, transmissão e distribuição (GTD) da WEG, Carlos Diether Prinz, disse que a aquisição da fábrica de Betim “deixa a WEG em uma posição privilegiada para atender os importantes investimentos em infraestrutura que devem ocorrer nas Américas nos próximos anos”.
O segmento de GTD foi responsável por 34,3% da receita da WEG no terceiro trimestre. Segundo a companhia, a parte de transmissão e distribuição continuou sendo responsável por boa parte do crescimento reportado pela área, com transformadores de grande porte e subestações sendo entregues para projetos ligados aos leilões de linhas de transmissão realizados nos últimos anos.
E a expectativa é de que esta área continue se destacando nos próximos trimestres. Em agosto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o edital do leilão de transmissão a ser realizado em dezembro.
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O leilão terá 11 lotes em nove Estados e as obras demandarão investimentos de R$ 7,3 bilhões, com prazo de entrega entre 42 e 60 meses.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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