O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Caso o movimento se concretize, a empresa terá um valor de mercado acima de US$ 2 trilhões, se juntará à Apple como únicas na história.
As ações da Tesla, montadora de carros elétricos do multibilionário Elon Musk, podem subir mais 300%, batendo o valor de US$ 2.500, nos próximos três anos. Quem fez a afirmação foi o investidor de risco, veterano em análise de tecnologia e co-fundador da Loup Ventures, Gene Munster, nesta segunda-feira (7) à rede norte-americana CNBC.
Leia também:
Caso o movimento descrito por Munster se concretize, a empresa terá um valor de mercado acima de US$ 2 trilhões, se juntando à Apple como únicas na história a realizarem tal feito.
De acordo com o especialista, a Tesla evoluirá nos próximos anos para se tornar mais do que somente uma empresa de automóveis. "Eles realmente vão usar a tecnologia que estão definindo, pioneira no setor automotivo, e aplicá-la a novos mercados", afirmou.
Munster argumentou sobre como o CEO da Tesla, Elon Musk, deu indícios de que a empresa poderia entrar no ramo de seguros, indústria de veículos autônomos e para a área HVAC (sigla em inglês para aquecimento, ventilação e ar condicionado).
"Elon disse recentemente que 30 a 40 por cento do valor do carro pode estar no seguro", afirmou o especialista. "O que isso significa é que eles podem começar a oferecer seu próprio seguro e melhorar as margens. Isso é uma receita de margem alta, sem mencionar tudo o que estão fazendo em torno de atualizações sem fio com autonomia e o que podem até fazer em HVAC", completou.
Leia Também
Munster afirmou que o setor de táxi aéreo pode ser outra fronteira que a Tesla pode expandir e que impulsionaria o preço de suas ações, embora tenha explicado que "não investiria na Tesla com base nisso, mas no conceito de que esta empresa continuará a evoluir para ser uma líder em tecnologia na próxima década, estou de acordo com isso."
Além disso, o especialista acrescentou que o "navio já partiu" para as empresas automotivas tradicionais competirem, apesar da Volkswagen e a GM já estarem melhores no setor de veículos elétricos.
"Não há competição de substâncias, eles vão evoluir fora dos carros a longo prazo", afirmou Munster.
O capitalista de risco, que foi por mais de 20 anos analista de tecnologia em Wall Street, também disse que a Apple pode ser a maior empresa a competir com a Tesla no longo prazo.
"Quaisquer que sejam as ambições [da Apple] nos veículos, quero dizer, tem estado muito quieto lá, não estou esperando nada no curto prazo, mas que, como um investidor da Tesla, seria o único anúncio que me faria recuar e repensar as coisas", disse.
As ações da Tesla (TSLA) na Nasdaq fecharam hoje em alta de 7,13%, a US$ 641,76. O seu BDR (TSLA34), que é negociado na B3, fechou em alta de 7,25%, cotado a R$ 102,90.
*Com informações da Business Insider
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis