O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ser Educacional avalia ter plenas condições de igualar a oferta rival pela Laureate
A disputa pelos ativos da Laureate no Brasil — dona das universidades Anhembi Morumbi e FMU — deve ganhar ainda mais fôlego.
A Ser Educacional (SEER3), que fechou um acordo para adquirir os ativos da companhia americana em setembro, divulgou nesta quarta-feira (14) que recebeu correspondência da Laureate informando que recebeu outra proposta por seus ativos brasileiros, sem dizer o nome do proponente.
Apesar disso, a Ser Educacional avalia que tem plenas condições de igualar a oferta, mas ainda precisa analisar os detalhes. O acordo que ela firmou prevê a possibilidade de igualar uma proposta maior ou exigir o pagamento, por parte da Laureate, de uma multa rescisória de R$ 180 milhões.
A Laureate conta com 11 unidades no Brasil e aproximadamente 267 mil estudantes. A aquisição, se concretizada, mais que dobrará o total de alunos da Ser, para 455 mil alunos, aproximando a rede de nomes como Yduqs e Cogna.
O acordo entre a empresa brasileira e a americana prevê o pagamento de R$ 1,7 bilhão em dinheiro mais 101.138.369 em ações que serão emitidas pela Ser. Os papéis serão emitidos com a criação de um programa de recibos de ações (ADRs) na bolsa de Nova York.
Ele contém ainda uma cláusula de “go-shop”, ou seja, a Laureate tinha até terça-feira (13) para receber uma proposta mais vantajosa de um terceiro.
Leia Também
No dia seguinte ao anúncio do acordo entre Ser e Laureate, a Yduqs (YDUQ3) informou que estava “aprofundando o entendimento” dos ativos e acreditava ter condições de apresentar uma proposta mais atraente.
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora