O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após fim da exclusividade da Highline, que desistiu de fazer nova oferta, teles brasileiras passam à frente, com oferta de R$ 16,5 bilhões
A operadora Oi, em recuperação judicial, assinou acordo de exclusividade com Claro, Vivo e Tim no fim da tarde desta sexta-feira (7) para a venda de sua operação de telefonia móvel, diz a coluna do jornalista Lauro Jardim no jornal "O Globo".
Isso significa que as três teles, que fizeram uma proposta conjunta de R$ 16,5 bilhões pela operação, entrarão no leilão como "stalking horse", isto é, com um contrato pré-negociado e o direito de preferência para cobrir qualquer outra oferta pelos ativos de telefonia móvel da Oi.
A Oi chegou a firmar acordo de exclusividade anteriormente com a Highline do Brasil, que expirou na última segunda-feira (3) e não foi renovado.
A Highline, empresa controlada pela americana Digital Colony, havia coberto a oferta inicial de R$ 15,1 bilhões feita por Claro, Vivo e Tim, oferecendo um valor não revelado. O trio, em seguida, cobriu novamente a oferta da Highline, com o atual valor de R$ 16,5 bilhões.
A Oi avalia suas redes de telefonia e internet móveis, que reúnem 33,9 milhões de clientes, em pelo menos R$ 15 bilhões.
A Highline desistiu da proposta pela Oi móvel, mas o Cade, órgão de defesa da concorrência, considera que a aquisição da operação pelas três grandes teles brasileiras tem chance mínima de ser aprovada sem restrições.
Leia Também
A Oi encontra-se em recuperação judicial desde 2016, e suas ações vêm passando por um verdadeiro rali na bolsa com a disputa das teles pelos seus ativos móveis. Neste ano, suas ações ordinárias (OIBR3) já acumulam alta de 81,40%, e as preferenciais (OIBR4), menos líquidas, sobem 99,19%.
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores