🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Números da fintech

Nubank tem prejuízo 32% menor no primeiro semestre

Maior fintech do país, o Nubank terminou o primeiro semestre com 26 milhões de clientes, mais que o dobro dos 11 milhões de 12 meses antes

Cartão da fintech Nubank
Imagem: Divulgação / Nubank

Maior fintech do Brasil, o Nubank viu o seu prejuízo cair 32% no primeiro semestre deste ano, para R$ 95 milhões, em relação ao resultado registrado ao fim da primeira metade do ano passado. É o que mostra balanço obtido em primeira mão pelo Broadcast. A redução se deve ao crescimento da receita e a uma menor despesa operacional por cliente, segundo explicou o CFO da empresa, Marcelo Kopel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É a primeira vez que o Nubank anota uma queda significativa - R$ 44 milhões - no prejuízo desde a sua fundação, em 2013. O único recuo verificado até então na sucessão de perdas da fintech havia sido em 2017, quando o prejuízo somou R$ 116 mil, contra de R$ 122 mil do ano anterior.

O Nubank gosta de ressaltar que operar no vermelho, por enquanto, é uma decisão. Como a empresa tem aumentado o número de clientes de forma acelerada, isso demanda mais investimentos e mais recursos destinados a provisionamento (dinheiro destinado a cobrir possíveis calotes que, mesmo não sendo utilizados, entram como despesas no balanço).

O Nubank terminou o primeiro semestre com 26 milhões de clientes, mais que o dobro dos 11 milhões de 12 meses antes. Se o avanço do número de clientes costumava significar maior prejuízo para fintech, a dinâmica começa a mudar, com o aumento da proporção de clientes antigos em relação aos novos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Os clientes que já estavam vêm amadurecendo", disse Kopel. "Com o passar do tempo, eles passam a se engajar mais conosco, gerando mais volume de transações, que fazem nossas receitas crescerem, mesmo sem cobrarmos anuidade?, afirmou também. "Se olharmos os negócios por pedaço, o cartão de crédito já gera resultado positivo", ressaltou.

Leia Também

MERCADOS

A ação que fez Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) comerem poeira e dobrou de preço com trade eleitoral de Flávio Bolsonaro

DE OLHO NAS RIVAIS

Os planos do novo CEO da B3 (B3SA3) para fortalecer a bolsa de valores diante do avanço da concorrência, segundo o BTG

É possível, disse o executivo, que o Nubank já comece a fechar a conta no ano que vem, como consequência dessa nova dinâmica. "Mas isso está muito relacionado à quantidade de clientes. Se tivermos que postergar esse equilíbrio, significa que o negócio está crescendo mais", afirmou.

A fintech comemora também que houve aumento de 60% nos depósitos feitos pelos clientes, com um saldo de R$ 17,3 bilhões ao fim do primeiro semestre. O resultado levou a empresa a terminar a primeira metade do ano com R$ 19,9 bilhões em caixa, crescimento de 48% em relação ao que tinha no fim do ano passado e um recorde na história de sete anos da instituição.

Leia também:

Inadimplência na pandemia

Apesar dos melhores resultados no primeiro semestre, o Nubank não ficou imune à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, que começou a atingir o Brasil em março. No período mais duro para a economia, a inadimplência (atrasos superiores a 90 dias) entre clientes da fintech chegou a atingir 5,8%, taxa registrada em junho. Em dezembro de 2019, era de 4,3%. Em julho, teve uma ligeira queda para 5,7%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Kopel, contudo, ponderou que a taxa do Nubank, mesmo mais alta, ainda está abaixo da média do mercado, de 7,5% em junho, segundo dados do Banco Central (BC), ?talvez devido às funcionalidades de educação financeira do aplicativo e à relação transparente que criamos com nossos clientes?.

Ainda segundo o executivo, a pandemia chegou a gerar um impacto no volume de compras com o cartão de crédito no período inicial da quarentena no Brasil. No fim do semestre, no entanto, ele disse, o fluxo de transações retornou ao patamar anterior e o volume transacionado em compras do cartão de crédito foi 54% maior que o registrado nos seis primeiros meses de 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Farm no meio das disputas societárias na Azzas, com imagem do filme "História de um Casamento" 1 de outubro de 2026 - 12:38
Fachada de escritório do Nubank 1 de outubro de 2026 - 9:35
vale vale3 minério de ferro prévia operacional 3t24 30 de setembro de 2026 - 19:53
30 de setembro de 2026 - 10:33
Sede do IRB (Re) 29 de setembro de 2026 - 14:11
Logo da Copasa (CSMG3), Companhia de Saneamento de Minas Gerais 29 de setembro de 2026 - 10:21
Escritório do banco BTG Pactual (BPAC11). 29 de setembro de 2026 - 10:00
Ambipar (AMBP3) 28 de setembro de 2026 - 19:34
Tupy 28 de setembro de 2026 - 19:24
Cartão do Nubank em um degrau branco. 28 de setembro de 2026 - 15:51
Em um fundo com a bandeira do Brasil, o logo da WEG aparece em primeiro plano 28 de setembro de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar