O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Varejista superou de longe as estimativas para o terceiro trimestre, mas parte do mercado fala que os papéis da empresa estão caros; veja o que dizem os analistas
Foi mais um balanço de arrebentar. Com direito a aumento de vendas até nas lojas físicas — e isso em tempos de pandemia — e forte alta no comércio eletrônico, o Magazine Luiza registrou mais um resultado bem acima das expectativas do mercado.
Isso significa que as ações da varejista reagiram em forte alta hoje na B3, certo? Errado. Os papéis do Magalu (MGLU) fecharam o dia em queda de 4,65%, a R$ 25,22, mesmo com o avanço do Ibovespa. Qual a explicação para esse descompasso?
Parte do movimento com o Magalu hoje na bolsa está relacionado com a queda das ações de tecnologia lá fora. Mas o fato é que, após uma alta acumulada de quase 140% nos últimos 12 meses, o potencial das ações do Magazine Luiza nos próximos meses já não é consenso no mercado.
Analistas de Goldman Sachs, XP Investimentos, Credit Suisse e BB Investimentos, por exemplo, divergem na recomendação sobre os papéis. Mas todos fizeram considerações praticamente complementares a respeito do balanço da varejista. Veja abaixo alguns pontos.
Além de destacar o avanço do e-commerce, analistas do Credit Suisse lembram que o movimento é feito ao mesmo tempo em que o Magazine Luiza aprimora a logística, amplia o sortimento e melhora o nível de serviço.
A análise do banco expõe preocupações com questões macroeconômicas sobre a companhia, citando o nível de consumo incerto em 2021 e possível impacto do dólar sobre os eletrônicos.
Leia Também
Ainda assim, a instituição destaca que o Magalu é guiado mais por questões micro e cita oportunidades com aquisições estratégicas, aprimoramento da logística, desenvolvimento do MagaluPay e "um enorme espaço para a penetração do comércio eletrônico no Brasil".
Segundo a XP, a receita líquida de R$ 8,3 bilhões foi 20% acima do projetado pela corretora. A análise chama a atenção para "uma performance impressionante" do varejo físico e um "crescimento ainda sólido" do e-commerce.
Os analistas da casa consideram que a valorização atual dos papéis do Magazine Luiza é justa. "A ação está sendo negociada a um múltiplo de 3,4x EV/GMV [valor da empresa sobre volume bruto de mercadoria] para 2021", disseram.
O Goldman Sachs comparou o desempenho do volume de vendas online (GMV) do Magazine Luiza, que cresceu R$ 4,9 bilhões anualmente, com Mercado Livre - que adicionou R$ 5,7 bilhões. Os analistas lembraram que a B2W subiu R$ 2,6 bilhões no mesmo critério.
O banco diz que estabeleceu o preço-alvo baseado em análise de desmembramento - método de avaliação de uma empresa multi-divisional-, fluxo de caixa descontado, entre outros critérios.
Para os analistas do BB Investimentos, o foco do Magazine Luiza no aprimoramento do MaaS (mobilidade como serviço) é o que merece mais destaque dentro do plano da empresa.
A instituição cita aquisição de diversas companhias, que agregariam serviços à plataforma e logística da varejista. No trimestre, o Magalu anunciou a compra de Hubsales, Canaltech, Inloco Media, Stoq, Aiqfome, entre outras empresas.
"Apesar de alguns avanços pressionarem mais as margens no curto prazo, o Magazine Luiza vem realizando os investimentos necessários para pavimentar o sucesso ao longo dos próximos anos", dizem os analistas.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4