🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Felipe Saturnino

Felipe Saturnino

Graduado em Jornalismo pela USP, passou pelas redações de Bloomberg e Estadão.

Balanço trimestral

Lojas Renner vê lucro despencar 94% para R$ 10 milhões em meio à pandemia

Balanço reflete menor resultado de produtos financeiros, gerado por elevado nível de provisionamento da carteira; em meio à crise do coronavírus, a companhia disse que reforçou a sua posição de caixa

Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
21 de maio de 2020
20:12 - atualizado às 10:39
Lojas Renner
Fachada da Lojas Renner, em São Paulo - Imagem: Itaci Batista/Estadão Conteúdo

A Lojas Renner anunciou que obteve lucro líquido de R$ 10,4 milhões no 1º trimestre de 2020, um tombo 93,6% em comparação ao desempenho do mesmo período do ano passado. A margem foi de 9,8% para 0,7% na base anual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a empresa, os números foram influenciados pelo menor Ebitda total gerado no período, assim como do crescimento das despesas com depreciações, reflexo dos ativos fixos e investimentos realizados em períodos anteriores.

Enquanto isso, o Ebitda total ajustado chegou a R$ 110,9 milhões. Desta forma, houve uma redução de 65% da geração de Ebitda em relação ao trimestre inicial do ano passado. A margem Ebitda total ajustada caiu de 19,2% para 7,2%, na base anual.

A performance, diz a Lojas Renner, deveu-se ao menor resultado operacional de varejo. O Ebitda de varejo apresentou redução de 58,7%, com margem de 5,8%, consequência de menores vendas.

Além disso, houve a diminuição do resultado de produtos financeiros. O resultado foi de R$ 20,7 milhões, menor que os R$ 97,7 milhões do primeiro trimestre de 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Este resultado se deveu, segundo a empresa, aos elevados níveis de provisionamento da carteira, com aumento importante do nível de cobertura.

Leia Também

Receita de vendas

A receita líquida das vendas de mercadorias e vendas das mesmas lojas da Lojas Renner foi de R$ 1,55 bilhão nos três primeiros meses do ano, marcando queda de 6,1% frente ao aferido no trimestre inicial do último ano.

A Lojas Renner informou que havia bom ritmo de vendas em suas lojas até meados de março. Houve, no entanto, um impacto advindo do fechamento temporário de 100% das lojas físicas a partir da segunda quinzena do mês, dadas as medidas de isolamento social.

"As vendas através de Canais Digitais, por sua vez, continuaram apresentando bom ritmo de crescimento, com aumento de 32,9% versus o 1T19", diz a companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Endividamento e caixa

O endividamento líquido da empresa, por sua vez, foi de R$ 768,2 milhões no primeiro trimestre do ano, leve aumento em comparação a igual período de 2019, quando somou R$ 748,7 milhões. Na base anual, a relação dívida líquida/Ebitda passou de 0,41 para 0,43.

Em meio à crise do coronavírus, a companhia disse que reforçou a sua posição de caixa captando recursos em março no montante de R$ 830 milhões.

"Adicionalmente, foram realizadas duas emissões de debêntures nos meses de abril e maio, totalizando R$ 1 bilhão e que impactarão o caixa ao final do 2T20", disse a Lojas Renner.

O fluxo de caixa livre ficou negativo em R$ 373,5 milhões no trimestre, em alta de 152,5% na comparação ano a ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A redução nageração de fluxo de caixa livre deveu-se à menor geração operacional de caixa, apesar da menor necessidade de capital de giro em razão da redução no contas a receber —consequência das menores vendas realizadas a partir da segunda quinzena de março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar