Justiça nega pedido de donos da CSN para dissolver sociedades em empresas do grupo
Há dois anos, os herdeiros travam disputa que pode mudar a composição societária dos negócios

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou, mais uma vez, o pedido dos primos de Benjamin Steinbruch, dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), para dissolver as sociedades que os ramos da família têm nas empresas do grupo, que também controla a companhia têxtil Vicunha e o banco Fibra.
- [Patrocinado] Ações Exponenciais: por que você deveria ter este tipo de empresa em sua carteira
Há dois anos, os herdeiros travam disputa que pode mudar a composição societária dos negócios.
A briga se dá na Vicunha, que controla a CSN e outros negócios do grupo. Os dois ramos da família - Rio Purus, holding que representa Benjamin, Ricardo e Elizabeth Steinbruch, e CFL, que representa Léo e Clarice, primos do presidente da CSN - estão brigados desde 2017.
Os primos Leo e Clarice, que pediam mais voz e direitos iguais nos conselhos de administração, vão manter a influência proporcional às suas fatias nas empresas, segundo a decisão da 2.ª Vara Empresarial de São Paulo. A multa estabelecida para a parte que perder o processo, avaliado em R$ 1 bilhão, baixou de R$ 150 milhões para R$ 100 milhões.
O conglomerado foi criado nos anos 1960 pelos irmãos Mendel (pai de Benjamin, Ricardo e Elisabeth) e Eliezer (pai de Clarice e Léo). Os desentendimentos entre os herdeiros ganharam força com a morte de Eliezer, em 2008.
O acordo de acionistas da família Steinbruch foi firmado em 1994, após a morte de Mendel. Mesmo com fatias societárias diferentes, os herdeiros teriam o mesmo peso nas decisões dos negócios.
Leia Também
Apesar da pressão nos custos, Vale (VALE3) conta como economizou até US$ 3 bilhões no 3T26; ação sobe mesmo com balanço fraco
Vai sair do papel? CSN (CSNA3) dá passo decisivo para venda de negócio de cimentos por R$ 12,7 bilhões
[captacao]
O acordo estabelecia que 60% da Vicunha e da CSN seriam propriedade de Mendel e 40%, de Eliezer. Nos demais negócios, a divisão seria de 55% para Mendel e 45% para Eliezer.
Em janeiro de 2018, os primos de Benjamin tentaram iniciar um processo de desmembramento das empresas.
Eles estariam dispostos a sair dos negócios, mas há impasse sobre quanto valeria hoje sua participação. A fortuna da família inclui imóveis residenciais e incorporações comerciais.
Em junho de 2019, a 2.ª Vara Empresarial de São Paulo já tinha dado uma decisão favorável ao ramo da família de Benjamin.
Ao jornal O Estado de São Paulo, Ricardo Tepedino, que representa Leo e Clarice, disse que vai recorrer da sentença. O advogado Paulo Lazzareschi, que representa a Rio Purus, disse que a decisão do juiz foi bem fundamentada.
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo
AQUECIMENTO PARA O BALANÇO
Dividendos de até US$ 4,2 bilhões: com operacional tinindo, Petrobras (PETR4) deve ‘blindar’ os proventos da queda do petróleo
29 de outubro de 2026 - 14:49RESULTADOS DO 3T26
Microsoft (MSFT) mostra que é possível crescer com IA gastando menos e com balanço sólido; veja números
29 de outubro de 2026 - 11:53CILADA NA BOLSA?
E agora, Nubank? Itaú BBA corta preço-alvo e alerta: o pior ainda pode estar por vir
29 de outubro de 2026 - 11:22NA MIRA DO BC
Mais uma liquidação: Banco Central tira do ar empresa que operava nos bastidores do Pix após encontrar “graves violações”
29 de outubro de 2026 - 9:34AQUECIMENTO PARA O BALANÇO
Vale (VALE3): lucro deve cair quase 50% no 3T26 com inimigo persistente roubando a cena. O que esperar do balanço de hoje?
29 de outubro de 2026 - 6:30RENEGOCIAÇÃO
Raízen (RAIZ4) consegue desconto de R$ 8,5 bilhões em dívidas tributárias; veja quanto a empresa terá de pagar
28 de outubro de 2026 - 18:26PERDEU O ENCANTO?
Itaú BBA deixa de recomendar compra de Bradesco (BBDC4), e ação cai forte; o que levou o bancão a perder o brilho?
28 de outubro de 2026 - 16:27O DILEMA DO BANCÃO
“O preço a pagar” para reduzir riscos: CEO do Santander revela plano para atingir ROE acima de 20%
28 de outubro de 2026 - 14:32BALANÇO AGRADOU
Caneta emagrecedora e dívida menor: os dois motores que fazem da Hypera (HYPE3) uma das poucas altas do Ibovespa hoje
28 de outubro de 2026 - 13:31REAÇÃO AO RESULTADO
Santander (SANB11) afunda mais de 5% após resultado fraco, mas analistas revelam ‘trunfo’ que pode salvar as ações da queda
28 de outubro de 2026 - 11:54OS BASTIDORES DA OPERAÇÃO
Por dentro da Shopee: 150 mil tipos de produtos, muitas mãos e uma corrida para fazer cada pedido chegar à sua casa
28 de outubro de 2026 - 10:46BALANÇO
Santander Brasil (SANB11) frustra no 3T26: lucro tomba 28% e ROE cai a 11,9%; veja os destaques do balanço
28 de outubro de 2026 - 6:16POTENCIAL DE ALTA
Maré favorável? Citi inicia cobertura da OceanPact (OPCT3) e vê espaço para alta de 48%
27 de outubro de 2026 - 17:06PRÉVIA DO BALANÇO
Lucro menor, calotes no radar e recuperação adiada: o que esperar do balanço do Santander Brasil (SANB11) no 3T26
27 de outubro de 2026 - 13:28FACA AFIADA
Citi manda vender Banco do Brasil (BBAS3) após eleições; veja o que colocar no lugar
27 de outubro de 2026 - 13:09SD ENTREVISTA
Agência com cara de hotel? A aposta do Bradesco (BBDC4) para atrair clientes endinheirados
27 de outubro de 2026 - 12:03APOSTA NO LUXO
Massagem, hotéis Fasano e descontos: a nova cartada do Itaú (ITUB4) e da JHSF (JHSF3) para conquistar os clientes ricos
27 de outubro de 2026 - 8:33VAI DE BOLSA
Após SpaceX (SPCX), Anthropic quer entrar no grupo do ‘IPO do trilhão’ com documento enviado à SEC
26 de outubro de 2026 - 14:45AQUISIÇÃO BILIONÁRIA
Itaú (ITUB4) desembolsa R$ 2,925 bilhões para comprar NeoSpace e fortalecer operação de inteligência artificial
26 de outubro de 2026 - 9:12AGORA VAI?