O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a proximidade das datas de divulgações, os analistas do setor de Alimentos do Credit Suisse aproveitaram para revisar as projeções para três das principais empresas do setor
A temporada de balanços começa a ganhar força no Brasil e no exterior. Até o meio de novembro, o mercado deve reagir diariamente aos números do terceiro trimestre do atípico ano de 2020.
Com o pior da crise do coronavírus aparentemente tendo ficado para trás, os analistas de mercado esperam sinais positivos de recuperação. Confira aqui as projeções para as empresas do Ibovespa que divulgam os seus resultados nesta semana.
Com a proximidade das datas de divulgação, os analistas do setor de Alimentos do Credit Suisse aproveitaram para revisar as projeções para três das principais empresas do setor: BRF, Marfrig e JBS. O resultado de todas elas deve ser impactado pela alta dos preços da carne nas operações americanas.
O setor de proteína animal entregou resultados mistos no segundo trimestre, período mais impactado pela crise do coronavírus e pelas medidas de isolamento social. Enquanto a Marfrig entregou um lucro recorde de R$ 1,5 bilhão e a JBS viu o seu lucro crescer 54,8%, a BRF divulgou um balanço menos animador e bem abaixo do esperado pelo mercado.
E no terceiro trimestre, o que esperar de cada uma das empresas? Quem deve se dar melhor? Confira o que pensam os analistas do Credit Suisse.
Depois de um segundo trimestre decepcionante, os analistas Victor Saragiotto e Felipe Vieira esperam que a recuperação dos mercados brasileiro e chinês tenham destaque positivo nos números do período.
Leia Também
A melhora deve ser apoiada pelo crescimento contínuo da demanda por produtos processados no Brasil e na China, além da recuperação dos preços da carne suína e de aves.
No entanto, os problemas da companhia para exportar os seus produtos para o mercado árabe persistem, impactando negativamente o balanço. A BRF está banida de alguns países e também lida com a queda de demanda em parte desse mercado em razão da pandemia. "Acreditamos que os custos relacionados ao coronavírus devem seguir pressionando a lucratividade da companhia".
A BRF divulga os seus números do terceiro trimestre de 2020 no dia 9 de novembro, após o fechamento do mercado. Projeções:
Prejuízo líquido: R$ 150 - 200 milhões.
Receita: R$ 9,7 bilhões
Ebitda: R$ 1,1 bilhão
Para os analistas do Credit Suisse, o bom momento da Marfrig deve continuar com os números do terceiro trimestre.
Nos Estados Unidos, os especialistas apostam em um bom desempenho da National Beef, responsável por 80% da operação e que já funciona em níveis normais. Enquanto o preço da carne bovina se firmou em patamares mais elevados no segundo trimestre, o baixo valor do preço do boi deve pressionar positivamente a margem de lucro da companhia.
Na América do Sul, no entanto, o cenário é inverso. As margens devem ser prejudicadas pelo forte aumento nos preços do gado e pela queda nos preços de exportação em dólares.
A Marfrig divulga os seus números do terceiro trimestre de 2020 no dia 11 de novembro, após o fechamento do mercado. Projeções:
Receita: R$ R$ 16,5 bilhões
Ebitda: R$ 2,2 bilhões
Assim como a Marfrig, os analistas também esperam que a JBS continue apresentando resultados sólidos no terceiro trimestre. Depois do impacto do coronavírus, o Credit Suisse espera que as operações de suínos e bovinos nos Estados Unidos sejam parte dos destaques positivos da companhia no trimestre, já que as unidades contam com alto controle de custos e crescimento na demanda.
O aumento do preço do valor de exportação e da carne bovina também devem impactar positivamente o resultado. O resultado poderia ser ainda melhor se o mercado australiano não tivesse apresentado um desempenho tão fraco no período.
De olho nas operações domésticas, o banco espera um resultado pressionado também pelo aumento do custo das operações locais, muito pautado na alta dos preços dos grãos - que servem de razão - e do preço da carne. Ainda assim, a expectativa é que as margens de lucro se mantenham saudáveis tanto para a Seara quanto para a JBS Brazil.
A JBS divulga os seus números do terceiro trimestre de 2020 no da 11 de novembro, após o fechamento do mercado. Projeções:
Receita líquida: R$ 68,3 bilhões
Ebitda: R$ 7,1 bilhões
Com a revisão das projeções para as companhias do setor, o Credit Suisse também aproveitou para rever as suas recomendações no setor.
O banco suíço reiterou as suas recomendações de compra (outperform) para as ações da Marfrig (preço-alvo de R$ 20; potencial de alta de 36%) e da JBS (preço-alvo de R$ 36; potencial de 69% de alta).
No entanto, a BRF foi rebaixada ao nível de Neutro, com um preço-alvo de R$ 22 (potencial de 19% de alta). Os analistas esperam que a empresa seja impactada negativamente pela alta dos preços de grãos no mercado internacional, pressionando a margem de lucro da companhia na segunda metade de 2020 e 2011.
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa