🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Saúde na bolsa

Hapvida ou Notre Dame Intermédica: Quem leva a melhor na corrida expansionista?

Nos últimos anos, as duas operadoras de saúde têm investido pesado na expansão via aquisições. Isso é sinal de boas notícias para os acionistas da companhia? Analistas do mercado respondem

Jasmine Olga
Jasmine Olga
28 de setembro de 2020
6:01 - atualizado às 9:23
hapvida e intermedica dividendos

Algumas coisas na vida são impossíveis de serem desassociadas. Arroz e feijão. McCartney e Lennon. Spock e Kirk. Bonnie e Clyde. Pelé e a camisa 10. Guga e Roland Garros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lista poderia continuar infinitamente, mas eu não posso encerrar sem citar uma dupla inseparável dos noticiários de negócios: Hapvida (HAPV3) e Notre Dame Intermédica (GNDI3).

É quase impossível falar de uma sem falar da outra. Você pode até tentar, mas uma hora ou outra a menção será inevitável. Além de uma estreia quase simultânea na bolsa (o GNDI fez a sua oferta inicial de ações no dia 23 de abril de 2018 e a Hapvida finalizou o seu IPO dois dias depois), as companhias também compartilham similaridades que estão transformando o segmento.

No momento em que o assunto mais relacionado a saúde é a pandemia do coronavírus, as duas operadoras têm sido protagonistas do caderno de negócios, colecionando uma série de aquisições importantes. Com uma estratégia agressiva, as empresas parecem incansáveis na busca por ampliar suas fronteiras e consolidarem suas marcas em escala nacional.

Quando eu falo em estratégia agressiva não se trata de um superlativo. Quer uma prova? Enquanto eu apurava esta reportagem a Hapvida anunciou duas aquisições relevantes (você pode conferir detalhes clicando aqui e aqui).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Grupo Notre Dame Intermédica também não fica atrás. No mês passado a companhia anunciou uma transação bilionária para a compra da Medisanitas Brasil, a terceira aquisição do grupo no Estado de Minas Gerais.

Leia Também

Já deu para notar que as operadoras de saúde têm pressa e nem mesmo a pandemia do coronavírus é capaz de frear a ida às compras. O apetite por novos ares é uma das características que as colocam no radar dos analistas do mercado, mas está longe de ser a única semelhança entre elas.

Breve histórico

A história da Hapvida começa em 1979, no Ceará, e a da Intermédica em 1968, em São Paulo. Mas é a partir de 2018, quando estreiam na bolsa, que o caminho das duas companhias começam a se cruzar.

Aquisições não são exatamente uma novidade no modelo de negócios das empresas. No caso da Hapvida, a primeira compra visando o crescimento inorgânico foi realizada em 1999, ao adquirir um hospital no Rio Grande do Norte. No caso da Intermédica, o processo de aquisições foi intensificado a partir de 2014, com a entrada do grupo de investimentos norte-americano Bain Capital na companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para financiar o processo de expansão como o conhecemos hoje, as duas operadoras de saúde fizeram as suas ofertas iniciais de ações em abril de 2018. Enquanto a Notre Dame Intermédica captou R$ 2,7 bilhões, a Hapvida movimentou R$ 3,43 bilhões — o maior IPO da história da saúde suplementar do país. Desde então, os papéis se valorizaram mais de 310% e 165%, respectivamente, hoje negociados na faixa dos R$ 60.

Com o apetite voraz por novas aquisições, as companhias também realizaram outras ofertas subsequentes e emissão de debêntures para melhorarem a sua estrutura de capital e financiar as operações. Juntas, as operadoras já levantaram mais de R$ 16 bilhões. Confira abaixo as principais aquisições de cada companhia nos últimos dois anos.

A palavra-chave é consolidação

Após o anúncio das aquisições bilionárias do grupo Promed pela Hapvida e do grupo Medisanitas Brasil pelo GNDI, eu fui atrás de analistas que acompanham de perto o setor de saúde para saber mais sobre a estratégia de expansão das duas companhias.

A palavra que surgiu a todo momento durante os bate-papos e que deve continuar em alta nos próximos anos é "consolidação". Tanto a Hapvida quanto a Notre Dame Intermédica parecem empenhadas em vencer a corrida expansionista do setor da forma mais eficiente possível.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entender o modelo de negócio com o qual as duas companhias atuam é essencial para compreender a estratégia utilizada na hora das aquisições.

Atualmente elas são as únicas operadoras verticalizadas da bolsa brasileira. Ou seja, com foco em oferecer uma rede própria de unidades de atendimento como hospitais, clínicas, ambulatórios, postos de pronto atendimento, centros de diagnóstico e etc. Essa verticalização permite que as companhias sejam mais eficientes e tenham um controle de custos muito superior ao de suas concorrentes não-verticalizadas.

Gustavo Miele, analista do setor de saúde do Itaú BBA, relata que enquanto operadoras não-verticalizadas operam com um nível de sinistralidade (relação de custos sobre receita de uma operadora) na casa dos 80%, Hapvida e Intermédica conseguem atuar na faixa dos 60% a 70%, pois o modelo de negócios verticalizado valoria a prestação de serviços de forma eficiente.

Não é só na gestão de custos e receitas que o modelo tem impacto positivo. O analista aponta que a verticalização ajuda a resolver um problema que assola o setor de saúde brasileiro há muito tempo: a inflação médica alta, que gira em torno de 15% ao ano. Nessas gestões, o objetivo é minimizar o tráfego nos hospitais, visão diferente do visto em unidades que não estão inseridas em estruturas semelhantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com margens brutas melhores do que a concorrência, tanto a Hapvida quanto a Intermédica conseguem se dar ao luxo de serem mais competitivas também quando o assunto é o valor do tíquete médio.

Por não repassarem um preço alto para os seus clientes, elas conseguem trabalhar com valores de até R$ 250, enquanto operadoras não-verticalizada exibem valores médios acima da casa dos R$ 600. “Muito por conta disso, elas conseguem ter uma robustez e saúde financeira maior para financiar as aquisições recentes”, completa o analista do Itaú BBA.

O plano estratégico

Segundo o analista do setor de saúde do Credit Suisse, Maurício Cepeda, um projeto de expansão bem sucedido busca adentrar novas microrregiões, criar uma estrutura hospitalar que segura o alto custo da operação, gera consolidação e tem um foco futuro na expansão orgânica da carteira de vidas.

O escopo de aquisições das duas companhias tem sido bem amplo — com hospitais, clínicas e operadoras (verticalizadas ou não) — e foca exatamente nos itens citados pelo analista. A estratégia para as operações é simples: comprar players semelhantes menos eficientes e realizar uma integração bem sucedida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os últimos movimentos das companhias mostram que a prioridade tem sido a aquisição de ativos já verticalizados e que rodam em um nível de sinistralidade bem pior do que a delas. Isso permite que as compras sejam feitas por valores menores e mais atrativos. As sinergias importantes são computadas após corte de despesas e integração de sistemas.

Por muito tempo as duas companhias priorizaram uma expansão nas adjacências geográficas de áreas em que já atuavam, facilitando o ganho de sinergias. Hoje, esse horizonte já está muito mais expandido, com as duas empresas ganhando capilaridade.

Fora da região Sudeste, o GNDI passou a ter uma atuação consistente também no Paraná, com a aquisição da Clinipam. Já a compra dos grupos São José e América pela Hapvida abriu as portas do Centro-Oeste e Sudeste para a companhia.

Duelo do "pão de queijo"

Na esteira das aquisições recentes, os analistas estão ansiosos para ver como as operadoras irão se enfrentar em um terreno novo para ambas: o estado de Minas Gerais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em agosto, o Grupo Notre Dame Intermédica anunciou a compra do grupo Medisanitas Brasil, tradicionalmente com forte presença em Minas Gerais. O grupo conta com uma rede própria verticalizada que inclui 1 hospital (58 leitos), 1 pronto-socorro autônomo, 5 centros clínicos, 5 laboratórios de análises clínicas, 3 clínicas odontológicas, 1 centro oftalmológico e 1 clínica oncológica.

Depois da compra RN Metropolitan e do Grupo São Francisco em 2019, no começo deste mês a Hapvida também intensificou a presença na região, com a compra do Grupo Promed. Além de 270 mil beneficiários, a operação também inclui 3 hospitais — entre eles o Hospital Vera Cruz, um dos mais tradicionais do estado.

A aventura mineira não deve parar por aí. A companhia já também tem planos para a construção de um hospital em Uberlândia e de novas clínicas que serão utilizadas para fortalecer a estrutura verticalizada.

Segundo a apresentação feita aos analistas na ocasião da aquisição do Grupo Promed, a Hapvida já inicia suas operações na região como a segunda maior operadora de Belo Horizonte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A disputa pelo mercado mineiro será importante para se observar o potencial das empresas, segundo Vinicius Ribeiro, analista do UBS. Não só por se tratar da primeira vez que as duas companhias irão bater de frente, mas também por representar a entrada em um local pouco penetrado por ambas. Atualmente, a região é dominada pela Unimed BH, que detém uma parcela de 52% do mercado local.

O próximo desafio

A expansão via aquisições é limitada e o investidor também deve colocar outros fatores na balança na hora de calcular o valor de uma empresa.

Além das sinergias bem sucedidas derivadas das aquisições recentes, é preciso ficar de olho na capacidade do GNDI e da Hapvida de crescerem sua base de forma orgânica. Ou seja, consolidarem presença e aumentarem a sua carteira de vidas nas regiões que já atuam.

Segundo Cepeda, do Credit Suisse, esse é um fator que ajuda a medir a saúde de uma companhia, métrica ainda mais importante diante de uma situação de crise ou de pressão do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Como esse player consegue administrar a sinistralidade? Isso diz pra gente se o player é bom operacionalmente e consegue fazer a regulação de fundos de uma forma boa. Isso indica também a sua situação comercial, já que o preço que você tem que que dar aos seus produtos deve ser compatível com o nível de sinistro que você consegue controlar” — Maurício Cepeda, Credit Suisse.

Nesse ponto, a crise do coronavírus — que afetou mais as prestadoras de serviço como hospitais e laboratórios do que as operadoras — pode ter um papel fundamental. A queda no número de empregos formais, e consequentemente no número de vidas cobertas por planos corporativos, pode prejudicar o avanço orgânico das empresas.

No entanto, os analistas são unânimes ao apontarem que as empresas verticalizadas são competitivas mesmo em um cenário em que o mercado não é crescente como um todo ou até mesmo decline no curto prazo.

Um dos fatores que alimentam essa visão positiva é a capacidade das operadoras verticalizadas de serem mais competitivas que suas rivais, já que o valor do tíquete médio é mais atraente. Por serem mais baixos do que normalmente cobrado no mercado, tanto a Hapvida quanto a Notre Dame Intermédica conseguem ‘roubar’ participação de mercado de suas concorrentes regionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cuidado com o "comprou, subiu"

No mesmo dia em que aquisições são anunciadas, não é raro que se veja uma reação positiva dos mercados, com os papéis das empresas envolvidas muitas vezes chegando a disparar mais de dois dígitos. Os analistas, no entanto, alertam: não se deixe levar pela emoção.

Cepeda, do Credit Suisse, acredita que o investidor não pode tomar toda e qualquer aquisição como positiva. "Eu sei que o mercado geralmente reage meio por impulso, mas é preciso um pouco de cuidado. Uma agressividade muito grande nas aquisições pode inflar o índice de valor, então é preciso ficar atento.” Para ele, aquisições boas no setor de saúde podem ser medidas por fatores como:

  • A estrutura hospitalar adquirida;
  • controle de sinistralidade;
  • valor do tíquete médio (com empresas que praticam valores muito baixos representando um mau sinal).

Para os analistas com quem conversei, as aquisições feitas tanto pelo Grupo Intermédica quanto pela Hapvida são boas notícias para os acionistas, já que as perspectivas de retorno e geração de valor são positivas. No entanto, elas não amadurecem imediatamente. O processo é de longo prazo, mas, no fim, deve compensar.

Marcio Osako, analista do setor de saúde do Banco Santander, acredita que o efeito completo das aquisições recentes só será sentido em 2022. Até lá, as empresas devem continuar entregando uma melhora de eficiência e sinergias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Podemos citar como exemplo mais uma vez a aquisição do Grupo São Francisco e América, feito pela Hapvida em 2019. Por se tratar de uma estrutura grande, a companhia ainda passa pelo processo de digestão e integração dessas estruturas.

Ainda cabe mais

Se você chegou até aqui e está se perguntando se ainda existe espaço para mais aquisições mesmo depois de tantas operações, saiba que a resposta é positiva. Os analistas acreditam que tanto Hapvida quanto a Notre Dame Intermédica devem continuar atuando de forma agressiva.

Miele ressalta que o balanço das duas companhias mostra que ainda existe espaço para mais aquisições no futuro, sem que elas precisem recorrer a novas ofertas de ações na bolsa para fortalecer o caixa ou financiar essas empreitadas.

A crise do coronavírus, que afetou as operadoras de forma menos intensa, pode, inclusive, abrir oportunidades para que empresas mais sólidas, como é o caso do GNDI e da Hapvida, comprem players regionais que se fragilizaram durante a pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O ponto é onde elas vão atacar. Que são grandes consolidadoras não existe mais dúvidas. A nossa maior preocupação é como vai ser a competição nas regiões que elas estão começando a se degladiar mais, como Minas Gerais” — Gustavo Miele, Itaú BBA

Vinícius Ribeiro, da UBS, acredita que após as aquisições bilionárias recentes, é natural que as companhias foquem em operações menores, de pequeno e médio porte. Em teleconferência com analistas após a aquisição do Grupo Promed, a Hapvida informou que pelo menos outras 15 operações são estudadas.

Panorama geral das companhias Fonte: RI Hapvida e RI Notre Dame Intermédica

Afinal, qual a melhor ação?

Uma coisa é certa: os analistas enxergam com bons olhos as duas companhias e as coisas devem continuar assim por um tempo - durante e depois da pandemia do coronavírus.

Marcio Osako, analista do setor de saúde do Santander Brasil, explica que embora a recomendação do banco seja igual para as duas empresas e que a perspectiva para ambas é muito boa no longo prazo, existe uma leve preferência pelos papéis da Intermédica (GNDI3), já que o analista vê a companhia com uma oportunidade maior de crescimento orgânico e expansão de margem. Osako também vê maior potencial de alta para os papéis do GNDI.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gustavo Miele, do Itaú BBA, explica que embora a preferência técnica por uma ou outra possa variar e alternar de semana a semana, o banco coloca as duas no mesmo patamar.

Uma importante diferença entre elas está na exposição maior da Intermédica a planos corporativos, o que acarreta em diferenças regulatórias quando se compara as duas companhias e pode pesar mais ou menos em determinados momentos. Em um cenário de retomada do emprego formal pós-covid, a empresa pode ser mais beneficiada.

O analista Vinícius Ribeiro, do UBS, tem preferência pelos papéis da Hapvida, citando a melhor eficiência da companhia nordestina comparada ao GNDI. O Credit Suisse também vê as ações da empresa com uma leve vantagem competitiva sobre a sua principal rival.

Em relatório recente, o banco suíço salientou que algumas das aquisições feitas pelo GNDI são menos atrativas do que as realizadas pela Hapvida, por arrastarem estruturas hospitalares menos complexas e um tíquete médio menor. Logo após o anúncio das aquisições, a instituição elevou o preço-alvo das duas companhias a R$ 76.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com menos concorrentes no mercado, os analistas enxergam o setor de saúde passando por um forte processo de transformação. Depois da consolidação, a digitalização tem tudo para ser a próxima tendência do setor. Mas isso são cenas para os próximos capítulos…

Recomendação e preço-alvo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar