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Com 57 anos, Grupo Cortel planeja abrir o capital na bolsa e utilizar recursos para a aquisição de empresas do setor
Uma empresa que oferece produtos e serviços completos "atrelados ao luto" quer abrir capital na bolsa, o que deve ocorrer no início do próximo ano.
O Grupo Cortel pretende ser a primeira desse setor a estrear na B3, que neste ano contou com mais de 20 novatas de capital aberto.
Segundo apurou o jornal "O Estado de S.Paulo", a estimativa é de que a operação chegue a R$ 400 milhões. A empresa pretende listar as ações no Novo Mercado, segmento de listagem de ações da B3 criado para aumentar o padrão de governança corporativa das companhias.
Fundada no Rio Grande do Sul em 1963, a empresa trabalha com cremação (incluindo a de animais de estimação), funerais e serviços auxiliares e faturou quase R$ 84 milhões no ano passado.
Nos primeiros nove meses do ano, o Grupo Cortel teve receita líquida de R$ 76 milhões, acima dos R$ 55 milhões do mesmo período de 2019. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 2,2 vezes, na mesma base de comparação, com R$ 38,1 milhões, com a margem indo de 30,6% para 50,3%.
De acordo com o prospecto preliminar, a oferta contará com um grupo de vendedores, incluindo a família do fundador, José Elias Flores, e fundos de investimentos. Dentre eles, está o Brazilian Graveyard, que é dedicado a investir em cemitérios.
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A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Grupo Cortel também colocará dinheiro no caixa da companhia, que quer direcionar os recursos para a aquisição de empresas do setor. A XP Investimentos é o único coordenador da operação.
"O foco da companhia está na aquisição de ativos em regiões com baixo atendimento profissional de cemitérios e serviços funerários, em cidades com população acima de 500 mil habitantes e com PIB per capita elevado em relação à média brasileira", detalha o prospecto.
A companhia tem um modelo de negócios verticalizado, atuando em todos os segmentos e serviços do setor. Ela possui dez cemitérios, todos próximos a centros urbanos, cinco crematórios, um crematório de animais, uma casa funerária, mais de 40 salas de velórios, oito capelas cerimoniais e duas capelas históricas. Realiza, por ano, cerca de 4,9 mil sepultamentos e 5,5 mil cremações.
"Com um modelo de negócios eficiente, integrado e bastante verticalizado, a companhia conta com ativos estrategicamente localizados em áreas de maior poder aquisitivo, garantindo maior previsibilidade e recorrência de receita em seus produtos e serviços", afirma trecho do prospecto.
O Grupo Cortel também atua na área previdenciária, contando com três categorias de planos, indo da opção econômica até a premium, para todas as idades.
Em 30 de setembro, a empresa apresentava uma carteira de aproximadamente 17 mil beneficiários e um perfil de demanda estável, apresentado baixa volatilidade mesmo durante as mudanças de ciclo econômico, de acordo com o prospecto.
“Nesta unidade, a companhia não possui a necessidade de amplo emprego de capital, aproveita de uma antecipação de fluxos de caixa, dado que os recebimentos ocorrem significativamente antes dos desembolsos”, diz trecho do documento.
* Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
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