O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A boa fase da Tesla na bolsa fez a riqueza pessoal de Elon Musk disparar, colocando-o no sétimo lugar do ranking de bilionários da Bloomberg; Warren Buffet é o 10º
Desde o começo de 2020, as ações da Tesla já saltaram quase 270% na bolsa americana. E quem está rindo à toa é o bilionário Elon Musk: presidente e dono de quase 20% da companhia, ele viu sua fortuna pessoal disparar de janeiro para cá. Como resultado, o empresário agora é um dos homens mais ricos do mundo, ultrapassando até mesmo o megainvestidor Warren Buffett.
De acordo com a Bloobmerg, Musk agora possui uma fortuna estimada em US$ 70,5 bilhões — somente na sexta-feira (10), ele ficou US$ 6 bilhões mais rico, na esteira da valorização de mais de 10% das ações da Tesla. A cifra coloca o empresário na sétima posição do ranking de bilionários da publicação.
Somente neste ano, Musk viu sua conta bancária aumentar em US$ 43 bilhões, um dos maiores saltos da lista. Além da fatia na Tesla, ele também é dono de uma participação majoritária na SpaceX, companhia do setor aeroespacial que, em maio, foi bem sucedida no lançamento de um foguete tripulado rumo à Estação Espacial Internacional.
A forte valorização das ações da Tesla ainda trouxe ganhos adicionais à Musk: seu contrato como CEO prevê um bônus variável, de acordo com o valor de mercado da empresa — e, com os papéis nas máximas históricas, seu salário hoje está na faixa dos US$ 550 milhões anuais, o que o torna o presidente de companhia privada mais bem pago do mundo.
Apesar do enriquecimento rápido, Musk ainda está longe do topo do ranking da Bloomberg: Jeff Bezos, presidente da Amazon, segue com folga na liderança, com uma fortuna pessoal estimada em US$ 189 bilhões. Bill Gates e Mark Zuckerberg completam o top 3.

Já o megainvestidor Warren Buffett tem tido um 2020 não muito animador: também de acordo com a Bloomberg, sua fortuna pessoal encolheu em cerca de US$ 20 bilhões desde o começo do ano.
Leia Também
Esse mau desempenho tem relação com o colapso das bolsas visto a partir de março: considerando que a Berkshire Hathaway, conglomerado de investimentos gerido por Buffett, tem posições em diversas companhias, a queda no preços das ações afeta diretamente a riqueza do magnata.
Ainda assim, isso não tem impedido Buffett de buscar boas oportunidades no mercado: na semana passada, a Berkshire comprou os ativos de transmissão e armazenamento de gás natural da Dominion Energy, por US$ 4 bilhões.
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis
O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia
Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo