O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Autarquia quer limites de captação e investimento inicial; reforma quer permitir universo maior de empresas
Pouco mais de dois anos após regulamentar o crowdfunding de investimento no Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) propõe o aprimoramento de suas regras com medidas como a ampliação de limites de captação e investimento individual. O objetivo da reforma é permitir que um universo maior de empresas possa acionar essa modalidade de oferta para levantar recursos.
A minuta prevê a ampliação do teto de captação de R$ 5 milhões para R$ 10 milhões por oferta, com prazo máximo de 180 dias. A audiência pública foi aberta nesta quinta-feira, 26, e a autarquia vai receber sugestões de participantes do mercado até o dia 24 de junho, um prazo amplo de 90 dias já levando em conta o cenário de crise causada pelo novo coronavírus.
Caso a minuta seja aprovada sem alterações, a modalidade poderá ser utilizada por emissores com receita bruta anual de até R$ 30 milhões, o que amplia o universo de empresas aptas a usar o instrumento. Hoje, o limite é de R$ 10 milhões. As novas regras propostas também elevam o limite por grupo econômico que pode utilizar o crowdfunding de investimento de R$ 10 milhões para R$ 60 milhões.
A CVM sugere ainda que o investimento individual anual nesse tipo de oferta dobre para R$ 20 mil. Atualmente, o limite de R$ 10 mil se aplica aos investimentos realizados em todas as plataformas no período de um ano. A minuta propõe que a plataforma poderá aceitar a elevação desse valor até o limite de 10% da renda anual do investidor, caso esta seja superior a R$ 200 mil.
O crowdfunding de investimento se tornou um importante instrumento de captação de recursos para as startups e empresas de pequeno porte, que precisam de capital financeiro para o desenvolvimento de produtos ou serviços. A Instrução 588/17 regulamentou o modelo, também conhecido como "investimento coletivo" ou "investimento colaborativo".
As ofertas deste mercado vêm evoluindo desde o lançamento de seu marco regulatório, em julho de 2017. No ano passado foram captados R$ 59.043.689 via plataformas de crowdfunding, uma alta de 28% em relação a 2018. O número de ofertas lançadas cresceu de 56 para 81. Atualmente há 26 plataformas de crowdfunding de investimento operando no País, um salto de 86% em relação ao ano anterior.
Leia Também
Até hoje a captação recorde via crowdfunding de investimento no Brasil foi a da Cervejaria Leuven de Piracicaba, com R$ 5 milhões. O superintendente de desenvolvimento de mercado da CVM, Antonio Berwanger, acredita que as mudanças na norma abram espaço para a demanda reprimida de empresas mais maduras, com potencial para realizar captações mais robustas. No ano passado o valor médio de captação por oferta foi de cerca de R$ 1 milhão.
Segundo Berwanger, também passará a ser admitida a possibilidade de lote adicional quando a oferta tiver uma forte demanda, limitado a 20% do valor alvo máximo, assim como a realização de ofertas secundárias, dando mais liquidez a esses negócios.
O baixo índice de reclamações de investidores em relação à atuação das plataformas e a ausência de fraudes identificadas até aqui também abriram espaço para a ampliação do alcance da modalidade. Para proteger o investidor, a CVM passará a exigir a escrituração dos valores mobiliários nessas operações. Por outro lado, para não onerar excessivamente as empresas, a autarquia está propondo mudar a regra de escrituração e permitir a contratação dos serviços de outros prestadores, além de instituições financeiras.
No texto publicado nesta quinta, também são propostos ajustes pontuais para solucionar fragilidades identificadas durante as atividades de supervisão das plataformas pelo órgão regulador. Entre eles estão a expansão das possibilidades de divulgação da oferta e a permissão para que as plataformas atuem como facilitadoras de transações secundárias entre investidores que tenham participado de uma ou mais ofertas do mesmo emissor.
No crowdfunding de investimento pequenas empresas oferecem aos investidores diferentes tipos de títulos, com características e prazos específicos, normalmente estabelecidos em um contrato de investimento. As modalidades de crowdfunding de doações ou recompensas não são reguladas pela CVM, por não se enquadrarem no conceito de valores mobiliários.
As manifestações relativas à audiência devem ser encaminhadas para o e-mail audpublicaSDM0220@cvm.gov.br.
Acesse o edital no seguinte endereço: http://www.cvm.gov.br/audiencias_publicas/ap_sdm/2020/sdm0220.html
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil