O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sociedade permite à seguradora explorar os canais do banco público com exclusividade neste segmento por 20 anos
A Caixa Seguridade, holding de seguros da Caixa Econômica Federal, fechou com a brasileira Icatu Seguros, controlada pela família Almeida Braga, uma parceria na área de capitalização por R$ 180 milhões. A nova sociedade permite à seguradora explorar os canais do banco público com exclusividade neste segmento por 20 anos.
A Icatu já era parceira da Caixa, mas dividia o canal do banco com outros concorrentes como, por exemplo, SulAmérica. Essa é a segunda joint venture que o banco anuncia no âmbito da reestruturação da sua operação de seguros, fundamental para listar as ações da Caixa Seguridade na bolsa, operação prevista para acontecer entre março e abril e movimentar cerca de R$ 15 bilhões.
"Essa estratégia tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguridade no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes da Caixa bem como a maximização na geração de valor para as acionistas da Caixa Seguridade", enfatiza a Caixa Seguridade, em fato relevante.
A Caixa procura novos sócios nas áreas de serviços de assistência 24 horas, seguros de automóvel, consórcio, saúde, odontologia e seguro de grandes riscos. Até aqui, já fechou com a japonesa Tokio Marine em seguro residencial e habitacional e com sua atual sócia, a francesa CNP Assurances em seguro de vida, previdência privada e prestamista.
A Caixa Seguridade terá 75% de participação no capital total da empresa de capitalização, sendo titular de 49,99% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais. Já a Icatu deterá 50,01% das ações ordinárias, em montante correspondente a 25% de participação no capital total da nova companhia.
Em fato relevante, publicado há pouco, a Caixa Seguridade explica que os R$ 180 milhões serão repassados pela nova joint venture à Caixa Econômica Federal nos termos da outorga por ela concedida (upfront). A nova companhia irá remunerar a Caixa Seguridade com as despesas totais de comercialização por produto em valores pré-definidos, além de uma taxa de performance atrelada ao desempenho anual em volume e lucratividade.
Leia Também
A Icatu também pagará à Caixa Econômica Federal um bônus anual correspondente a 75% do valor dos dividendos líquidos recebidos da nova companhia que excederem a determinadas metas estabelecidas para referido ano.
A nova companhia terá gestão e governança compartilhada entre Caixa Seguridade e Icatu de forma a potencializar os pontos fortes de cada acionista, observando as melhores práticas de governança corporativa. Nesse sentido, cada acionista indicará quatro membros para o Conselho de Administração, com a presidência rotativa e alternada entre os acionistas. A Diretoria Executiva da nova companhia será composta por quatro membros, com indicação paritária por parte dos acionistas e funcionará de forma colegiada e compartilhada.
O prazo para o fechamento da operação, cumprimento de todas as condições precedentes, termina no dia 4 de janeiro de 2021. A conclusão e a implementação da parceria estão sujeitos ao cumprimento de diversas condições suspensivas, incluindo a obtenção das aprovações necessárias pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), pelo Banco Central(BC) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O resultado veio acima das expectativas de analistas de mercado; confira os indicadores
Advogados do ex-atleta alegam que ele não tinha conhecimento da emissão dos créditos.
Na visão dos analistas, a decisão aumenta o risco de um hiato nas entregas do programa Caminho da Escola
Nova unidade em Itajaí terá foco em sistemas de armazenamento de energia e deve gerar 90 empregos diretos até 2027
Já é a segunda mudança da empresa, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, em poucos dias
Oferta anunciada em 2025 segue sem sair do papel após pedido de prazo da Aqwa, subsidiária da holding americana parceira da Fictor
Ação cai mesmo com lucro acima do consenso; entenda a visão dos analistas sobre o 4T25 do Santander
Durante teleconferência de balanço do Santander Brasil, o CEO Mario Leão comentou o caso do Banco Master e revelou o que esperar da estratégia do banco daqui para frente
BTG vê aumento de capital da Hypera como sinal de dificuldade para reduzir dívida de forma orgânica e alerta para diluição de até 10% aos acionistas
Considerando todas as classes de ações, João Carlos Mansur chegou a 4,55% do capital total do BRB
Abordagem do CEO da Nvidia impacta positivamente a remuneração dos funcionários de longa data em meio ao crescimento da companhia
O banco deve apresentar mais um desempenho sólido, reforçando a fama de instituição que não surpreende — e mesmo assim lidera
Banco entrega resultado acima do esperado em meio a rumores de OPA, enquanto saúde da carteira de crédito segue no radar; veja os destaques do balanço
BTG Pactual e Santander avaliam que os riscos de curto prazo foram exagerados e mantêm recomendação de compra para a ação
Analistas do banco apontam fundamentos frágeis para o petróleo e riscos na agenda da estatal, mas o mercado segue otimista com Ibovespa em recorde
Deixando para trás uma política mais agressiva de M&As (fusões e aquisições), a empresa agora foca em gerar valor ao acionista — e o BTG Pactual gostou bastante da alteração na rota
Com capital sobrando e foco em eficiência, grupo espanhol avalia simplificação da estrutura — e Brasil pode estar no radar, de acordo com o banco norte-americano
Banco iniciou cobertura do papel com recomendação de compra, apesar do cenário adverso para o segmento
Jeff Bezos viu sua fortuna crescer com o anúncio de fechamento de lojas físicas da Amazon Go e Fresh.
A incorporação da xAI pela SpaceX coloca a jogada de Elon Musk no topo do ranking histórico das maiores fusões e aquisições da história