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Compra da Easynvest é a terceira feita pelo Nubank em 2020 e visa atingir desbancarizados
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Easynvest pelo Nubank. A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27).
Como resultado da operação, o Nubank passará a deter 100% do capital social da Easynvest, corretora líder no segmento de plataformas digitais de investimento.
Conforme o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) noticiou, com a aquisição da Easynvest, anunciada em setembro, o Nubank pretende apostar em uma estratégia similar à que foi utilizada quando começou em 2013 com o cartão de crédito: atingir um público que até então é deixado de lado pelas instituições que já estão consolidadas no mercado, os chamados desbancarizados.
A compra da Easynvest ocorre após o Nubank receber um aporte de R$ 400 milhões. Trata-se da terceira compra feita em 2020 pela maior fintech do Brasil, que já abocanhou a consultoria de tecnologia Plataformatec e a empresa americana de engenharia de software Cognitect.
De acordo com o Nubank, um grupo de trabalho será formado para planejar os próximos passos de integração dos serviços, o que terá início após as aprovações dos reguladores - além do Cade, o Banco Central também.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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