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Em um ano de vários recordes na bolsa, o resultado recorrente da empresa registrou um aumento de 22,9% em relação ao ano anterior
Em um ano de vários recordes no mercado de ações brasileiro, os resultados da dona da bolsa brilharam. A B3 registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,237 bilhões em 2019, o que representa um aumento de 22,9% em relação ao ano anterior.
O resultado contábil, referência para a distribuição de dividendos aos acionistas, aumentou 29,9%, para R$ 2,7 bilhões.
Com o aumento no número de investidores e nos volumes negociados na bolsa, a receita líquida da B3 avançou 22,3% no ano passado, para R$ 2,7 bilhões.
As despesas ajustadas da dona da bolsa também subiram, mas em um ritmo menor de 9,1%, para R$ 1,1 bilhão.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente da B3 aumentou 24,4% no ano passado, para R$ 4,3 bilhões. O que garantiu uma bela margem de 72,1%, alta de 1,2 ponto percentual.
Junto com o balanço, a B3 divulgou a aprovação do pagamento de dividendos extraordinários no valor de R$ 994 milhões.
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No total, a companhia distribuiu 130% do lucro contábil de 2019 aos acionistas. Para este ano, a projeção é que o dividendo fique entre 120% e 150% do resultado.
A dona da bolsa também aprovou um programa de recompra de até 21,7 milhões de ações no mercado. Com base no preço de fechamento de hoje (R$ 47,11), a empresa pode adquirir até R$ 1 bilhão em ações.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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