O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lucro líquido ajustado foi de R$ 1,227 bilhão; Ambev ainda registrou queda de 5,5% no volume vendido de cerveja no Brasil
A Ambev registrou no primeiro trimestre de 2020 um lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 1,091 bilhão, resultado 59% menor do que igual período no ano passado. O lucro líquido ajustado foi de R$ 1,227 bilhão, recuo de 55,6% também na comparação anual.
A empresa teve as vendas afetadas por um verão mais fraco e sentindo os primeiros efeitos da pandemia da covid-19 em seus negócios
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia no período caiu 17,3%, para R$ 4,23 bilhões. Já a margem Ebitda da cervejaria foi de 33,6%, uma queda de 6,9 pontos percentuais.
No primeiro trimestre de 2020, a receita líquida da companhia somou R$ 12,6 bilhões, uma diminuição de 0,29% na comparação anual.
Nos primeiros três meses do ano, a Ambev registrou queda de 5,5% no volume vendido de cerveja no Brasil na comparação com igual período do ano passado, com o número total chegando a 39 milhões de hectolitros.
O custo do produto vendido (CPV) aumentou 9,3%, ao passo que as despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A) subiram também, para 8,5% no período.
Leia Também
Em seu relatório de resultados, a Ambev já antecipou um dado do impacto da crise com o novo coronavírus. Em abril, o volume de cerveja vendido caiu 27% em bases consolidadas de suas operações.
"O impacto total da pandemia da covid-19 em nossos resultados futuros permanece bastante incerto, mas esperamos que o impacto nos nossos resultados do segundo trimestre de 2020 seja materialmente pior do que no primeiro trimestre de 2020", diz a companhia.
A empresa avalia que, com a queda do volume e a mudança em direção ao canal off-trade, haverá um grande impacto na rentabilidade em razão da baixa alavancagem deste movimento.
*Com Estadão Conteúdo
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas