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Após números do quarto trimestre, varejista comandada pelo bilionário Jeff Bezos fechou o pregão valendo 995 bilhões
Após bater o US$ 1 trilhão em valor de mercado, a Amazon não conseguiu manter a marca. A varejista comandada pelo bilionário Jeff Bezos fechou o pregão desta sexta-feira (31) valendo 995 bilhões. Alphabet (a dona do Google), Microsoft e Apple já bateram a marca de US$ 1 trilhão.
As ações da Amazon subiram 7,39%, a US$ 2,008.72. Nos últimos 12 meses, valorização é da ordem de 33%. Veja como foi o dia dos investidores na sexta.
A Amazon chegou a bater a marca de US$ 1 trilhão depois de divulgar os resultados do quarto trimestre de 2019, reportando o crescimento de 21% na receita, a US$ 87,4 bilhões.
Os números da empresa foram impulsionados pelo bom momento do negócio de nuvem, que registrou receita de US$ 9,9 bilhões no trimestre, em alta de 34% com relação ao mesmo período do ano passado.
As vendas nos Estados Unidos, principal mercado da Amazon, também aumentaram: a receita na região cresceu 21,6%, para US$ 53,6 bilhões, ao longo do 4.º trimestre de 2019.
Outro fator que animou os investidores foi a redução em 21% do prejuízo que a empresa tem em mercados internacionais - isto é, fora da América do Norte.
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As perdas, ao longo de 2019, somaram US$ 1,7 bilhão, contra US$ 2,1 bilhões na temporada anterior. É um índice que mostra que os investimentos da empresa em mercados como Europa, Ásia e América Latina podem dar retorno no futuro.
A empresa anunciou ainda que alcançou a marca de 150 milhões de assinantes do serviço de vantagens Amazon Prime, que inclui benefícios como frete grátis e serviços de streaming. Ao final de 2018, eram 100 milhões de contas ativas.
Aqui no Brasil, o Prime está disponível desde setembro, com mensalidade de R$ 10 ao mês. Segundo a Amazon, o serviço agradou: no relatório financeiro, a empresa disse que o Brasil foi o mercado que teve o crescimento mais rápido de assinantes pagos ao longo de sua história. A varejista, porém, não citou números.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
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