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2020-02-12T17:49:49-03:00
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de olho no setor

Varejo cresce 1,8% em 2019, no terceiro ano consecutivo de alta

Setor teve leve retração de 0,1% em dezembro, interrompendo sete meses seguidos de avanço nas vendas, segundo o IBGE

12 de fevereiro de 2020
9:43 - atualizado às 17:49
homem empurra carrinho de compras em cima de cartão de crédito
As vendas do varejo devem movimentar o dia junto com os balanços locais - Imagem: Shutterstock

O varejo terminou 2019 com uma alta de 1,8% e fechou o terceiro ano consecutivo de taxas positivas, embora tenha havido uma desaceleração em relação a 2017 (2,1%) e 2018 (2,3%), segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (12).

O varejo nacional teve leve retração de 0,1% em dezembro, na comparação com novembro do ano passado, interrompendo sete meses seguidos de avanço nas vendas.

Segundo a gerente de pesquisa do IBGE, Isabella Nunes, a presença de recurso livre adicional devido a liberação dos saques nas contas do FGTS a partir do mês de setembro e a melhoria na concessão de crédito à pessoa física são alguns fatores que podem ter influenciado o resultado no segundo semestre.

"O comércio ainda não se recuperou totalmente da crise de 2015 e 2016, mas está em seu momento mais elevado desde outubro de 2014”, explica Nunes.

Seis das oito atividades pesquisadas no comércio varejista tiveram taxas negativas de novembro para dezembro, sendo que o que mais pesou no índice geral foi o recuo em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%).

“Essa atividade, que tem peso de 44% no total do varejo, foi particularmente afetada pelo comportamento dos preços das carnes”, diz Nunes.

Segundo a especialista, o fato de a Black Friday em 2019 ter caído na última sexta-feira do mês de novembro levou o comércio a expandir as promoções no fim de semana seguinte e, assim, muitas das vendas desse evento ocorreram já em dezembro, no domingo do dia 1º. "Isso pode ter influenciado nos resultados positivos para o setor de móveis e eletrodomésticos”, diz.

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