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A realidade falou mais alto do que as vantagens de manter o Koru, megaiate que se transformou em uma dor de cabeça para Jeff Bezos
A Amazon é gigante no mundo dos negócios. Cada notícia sobre ela atrai a atenção de muito gente. Não à toa, o bilionário Jeff Bezos, dono da big tech, às vezes quer viver um pouco fora dos holofotes. Agora, no entanto, ele estaria disposto a abrir mão de um de seus mais eficazes e estimados refúgios: o megaiate Koru.
De acordo com a mídia norte-americana, Jeff Bezos estaria pedindo pelo barco cerca de R$ 2,4 bilhões, exatamente o mesmo valor pelo qual ele teria encomendado a construção do megaveleiro de três mastros.
Mas por que ele venderia o barco por preço de custo?
O que se comenta por aí é que o empresário estaria cansado dos custos fixos para manter a embarcação. De fato, a manutenção do Koru resulta em um gasto mensal de US$ 2,5 milhões para o bilionário (ou US$ 30 milhões por ano).
Mas isso é um problema para alguém com uma fortuna estimada em US$ 223 bilhões (R$ 1,15 trilhão)? A questão é que o dinheiro talvez não seja o motivo principal de Bezos para desfazer-se do Koru.
A realidade seria que o empresário e a sua esposa estariam fartos de serem expostos pela mídia toda vez que sobem a bordo. Além disso, eles não querem mais ser impedidos de chegar a destinos desejados por conta do tamanho do navio, que não cabe em qualquer cais.
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Não deve ter sido uma decisão fácil. A construção do Koru durou cinco anos. De qualquer modo, Jeff Bezos tem alternativas para continuar velejando quando quiser, e uma delas é alugar barcos por ocasião.
A não ser que um dia Jeff Bezos revele publicamente porque decidiu vender o Koru, o motivo vai ser alvo inevitável de especulação. As duas opções aventadas por pessoas próximas do empresário são verossímeis. Talvez ambas tenham influenciado a decisão.
O fato é que iates de luxo não servem apenas para transportar passageiros. Eles transmitem a ideia de riqueza, sucesso e exclusividade. São símbolos de poder e ostentação.
No entanto, manter um barco como o Koru é caro e, mesmo para quem não sabe içar uma vela, dá trabalho e dor de cabeça. Estima-se que o megaiate demande uma tripulação fixa de 30 pessoas.
Depois que vender o Koru, o mais provável é que Jeff Bezos seja o próximo bilionário a dar fôlego a um setor em crescimento.
De acordo com a Fischer Travel Enterprises, empresa especializada em aluguel de embarcações, as reservas de iates vêm crescendo ano após ano.
A companhia afirma que, com o aluguel, o cliente tem acesso a uma ampla variedade de embarcações. Isso, por si só, já ajudaria a solucionar a falta de privacidade enfrentada por Bezos e sua esposa quando estão a bordo do Koru.
Além disso, há a possibilidade de escolher o destino, o itinerário e a equipe, com a experiência adaptada às preferências do cliente, seja para uma ocasião mais romântica, familiar ou festiva.
Esse ponto também solucionaria a grande questão logística que cerca o Koru, que já deixou de levar o seu dono para diversos destinos por conta do porte. O empresário poderia escolher qual tamanho de navio alugar para uma determinada ocasião, de acordo com o espaço que lhe será cedido.
Essa mesma lógica se aplica a outros meios de transporte famosos entre os bilionários, como os jatinhos particulares, mostrando que o verdadeiro luxo está na experiência e não necessariamente na posse.
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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