🔴 [NO AR] SEGUNDA AULA LIBERADA: ESPECIALIZAÇÃO GRATUITA EM IA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

o futuro da taxa básica

Mercado reduz aposta em alta da Selic no curto prazo após ata do Copom

Documento reduz percepção de mudança iminente na trajetória do juro básico; leilão do Tesouro Nacional de títulos indexados à inflação, que teve oferta menor do que a de pleitos anteriores, pesa em taxas futuras

Fachada do Banco Central do Brasil (BC); greve servidores
Imagem: Arnaldo Jr./Shutterstock

Os juros futuros dos depósitos interbancários (DI) recuam com força nesta terça-feira (15), refletindo a ata do Copom que reduziu o risco de uma alta de juros no curto prazo, segundo analistas, mostrando conforto do Banco Central com a inflação corrente e, mais importante, as projeções para 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ata, assim, vai sustentando a queda das taxas futuras com a perspectiva de Selic parada no curto prazo, após "um mercado afoito" reagir na semana passada ao comunicado "hawkish" do comitê, disse o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.

"O mercado estava muito dovish para 2021 e aí, na semana passada, veio um BC mudando a comunicação para 2021 e sinalizando uma alteração mais rápida nos juros", diz Vale.

"Mas o BC sinalizou que a mudança, ou seja, uma alta da Selic não será rápida, não será em janeiro, não será no 1º trimestre", afirma o economista.

Em relatório assinado pelo economista-chefe, Mario Mesquita, o Itaú Unibanco avalia que, segundo as projeções do banco para a inflação do primeiro trimestre de 2021, o forward guidance deva ser abandonado apenas no outono (março a junho), que a alta de juros comece em agosto e que a taxa Selic encerre o ano em 3,5% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, o título do relatório do Itaú é "forward guidance durante o verão", uma referência à conservação da prescrição futuras para o rumo da Selic nos três primeiros meses de 2021.

Leia Também

FII

TRXF11 desiste de compra de imóveis de quase R$ 1 bilhão, incluindo ‘prédio do gramado’ na Faria Lima; cotistas comemoram

NA CONTRAMÃO?

UBS BB ignora debandada estrangeira na bolsa e vê salto de 17% para B3 (B3SA3); entenda a tese por trás da recomendação

Na ata, o Copom disse que considera deixar de usar a prescrição para a trajetória da taxa básica "em breve", mas ainda diz que a aceleração recente da inflação é resultante de choques temporários.

As expectativas para 2021 também indicam uma folga em relação à meta, embora as de 2022, ano que ganha peso no horizonte relevante do BC, estejam perto ou exatamente no centro da meta nos cenários apontados no documento.

"Com a inflação de 2021 ele está tranquilo, o ponto agora é que ele vai ter que aumentar o juro ano que vem de olho em 2022, e eu acho que vai ter que subir mais cedo do que a média do mercado acha", diz Eduardo Velho, sócio e economista-chefe da gestora JF Trust, que vê chance de alta de juros no primeiro semestre do ano que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Velho, o mercado reduziu para menos de 50% as chances de uma alta de 0,25 ponto na Selic em janeiro.

O economista também cita a fixação da meta fiscal em R$ 247,1 bilhões para 2021 como um fator que reduz a percepção de risco fiscal e afeta os juros dos DIs hoje, principalmente os de médio e de longo prazo.

O Ministério da Economia, no começo do ano, trabalha com a possibilidade de uma meta fiscal flexível, mas foi proibido pelo Tribunal de Contas da União de seguir com essa ideia.

Além disso, novo leilão do Tesouro Nacional que ofertou — e vendeu integralmente — 1,25 milhão de NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional série B), títulos públicos com rentabilidade atrelada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), também pesou sobre as taxas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A leitura do mercado é que houve uma queda na oferta desses papéis após sucessivas ofertas de NTN-Bs, como a de 8 milhões no dia 3 de dezembro, que tinham muita procura em um contexto de aceleração da inflação no curto prazo.

"Havia se ampliado a demanda por títulos indexados ao IPCA naquela ocasião com a aceleração dos preços em dezembro por conta da bandeira vermelha da Aneel", diz Breno Martins, operador de renda fixa da MAG Investimentos.

Segundo Martins, a oferta reduzida é também explicada pela liquidez reduzida do fim de ano, a inflação de curto prazo que deve arrefecer após o efeito da bandeira vermelha e o grande número de NTN-Bs "já inundando o mercado".

Um forte movimento de queda se vê especialmente nos juros para janeiro/2023 — o vencimento para os títulos oferecidos hoje é em maio/2023. Os juros para janeiro/2022 têm queda similar, de 0,1 ponto percentual, aproximadamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja as taxas dos DIs para os principais vencimentos agora:

  • Janeiro/2021: de 1,908% para 1,904%
  • Janeiro/2022: de 3,03% para 2,95%
  • Janeiro/2023: de 4,37% para 4,27%
  • Janeiro/2025: de 5,95% para 5,85%
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Copo de cerveja dourada e gelada centralizado em primeiro plano, com gotas de condensação visíveis no vidro. Ao fundo, desfocado, aparece um gráfico financeiro com velas e linhas de mercado em tons de laranja e vermelho, simbolizando o impacto de fatores econômicos e tributários sobre a Ambev e o setor de bebidas. 25 de agosto de 2026 - 19:41
25 de agosto de 2026 - 16:01
25 de agosto de 2026 - 13:06
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro 24 de agosto de 2026 - 17:03
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
fundo incentivado de investimento em infraestrutura fi infra 21 de agosto de 2026 - 16:00

Conteúdo BTG Pactual

FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora

21 de agosto de 2026 - 16:00
Montagem traz um fundo de gráfico de ações em vermelho, a analista da Empiricus, Lais Costa, em primeiro plano; Luis Leal (da G5 Partners) do lado esquedo e Luis Stuhlberger do lado direito da imagem. Na parte inferior, a pergunta: Fim de uma era? 20 de agosto de 2026 - 19:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar