Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

Entrevista exclusiva

CEO da BGC Liquidez projeta alta de até 12% para bolsa dos EUA e diz que dólar abaixo de R$ 4 é difícil neste ano

Mesmo com o câmbio um pouco mais alto, o especialista projeta que o PIB termine este ano com alta de 2,3%. Mas diz que um dos maiores perigos para a expansão é que a reforma tributária seja postergada novamente

Bruna Furlani
Bruna Furlani
21 de janeiro de 2020
5:00 - atualizado às 12:59
Erminio Lucci diz que espera um crescimento de 2,3% para o PIB neste ano, ainda que o câmbio deva se manter mais alto em 2020 - Imagem: Divulgação GBR Comunicação

Da lista de contatos que Erminio Lucci possui no celular não faltam números de investidores estrangeiros com quem mantém contato frequentemente. Após tanto tempo de conversas, o presidente no Brasil da BGC Liquidez, maior corretora independente do mundo, percebeu uma coisa: não há porque o gringo vir para cá se é possível investir em ações mais líquidas, como Google, Microsoft, Apple etc, e ainda por cima com uma boa rentabilidade. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para este ano, a expectativa é de continuidade de alta das ações no mercado norte-americano. Mas o ritmo não deve ser o mesmo de 2019, quando o S&P 500, o principal índice de ações da bolsa de Nova York, subiu 29%. Para este ano, Lucci espera que o índice suba entre 10% e 12%. 

A perspectiva de alta – ainda que em ritmo menor – tem como base dois fatores: a reprecificação da bolsa pelos investidores e a continuação de uma política expansionista por parte dos bancos centrais do mundo, o que dá suporte para ativos mais arriscados como a bolsa. 

“No fim do ano passado, o mercado tirou o cenário de uma possível recessão americana do radar e reprecificou o S&P prevendo um crescimento da economia um pouco menor do que no ano anterior, mas entre 1,5% e 2%”, destacou Lucci.

De olho na manutenção dos juros baixos nos EUA, na balança comercial e nas contas externas brasileiras, além das reformas importantes que o governo precisa endereçar neste ano, o executivo da BGC Liquidez diz que o dólar deve continuar pressionado. E, segundo ele, a tendência é que o brasileiro não veja a moeda americana abaixo dos R$ 4 em 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo com o câmbio um pouco mais alto, o especialista espera uma retomada da economia e projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) termine este ano com alta de 2,3%, percentual um pouco menor do que projetado pelo Ministério da Economia e que prevê expansão de 2,4% em 2020.

Leia Também

Mas, ao ser questionado sobre os riscos que podem atrapalhar tal alta para o indicador, o CEO da BGC Liquidez cita que um dos maiores perigos é que a reforma tributária seja postergada novamente.

Veja agora os principais trechos da entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro:

Uma das coisas que mais chamaram a atenção do mercado no ano passado foi a alta do S&P. Após um período bastante bom para o índice, agora especialistas acreditam que a velocidade de crescimento deve ser menor e que algumas ações estão esticadas. Como vê o desempenho dele em 2020?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O S&P está negociando acima da sua média histórica. Se olharmos por essa métrica, ele estaria overvalued [acima do valor considerado justo para ele], mas há alguns fatores que apontam para outra direção. No fim do ano passado, por exemplo, o mercado reprecificou o índice, retirou o cenário de recessão do radar e projetou um crescimento da economia americana entre 1,5% e 2%. Boa parte do rali de fim de ano reflete isso.

E o que mais mudou a visão dos investidores?

Outro ponto está relacionado à contínua percepção de que o banco central americano (Fed) não fará mais cortes de juros neste ano, especialmente porque é um ano eleitoral. Ou seja, ele deve continuar a ver com mais parcimônia a questão da inflação e do emprego. Isso sem contar que a manutenção da política expansionista do banco central europeu (BCE) junto a do americano vão ajudar a dar suporte para que os ativos de risco sejam mais interessantes do que os treasuries. Isso tudo deve impulsionar uma alta do índice, ainda que em menor velocidade neste ano. Acredito que o S&P deve subir entre 10% e 12% em 2020.

Agora, do lado do câmbio, a expectativa no ano passado era que a moeda americana depreciaria e o real apreciaria. Mas, mesmo diante de um cenário externo mais complicado e um ambiente interno um pouco mais positivo com a entrada de um governo liberal, o real não se valorizou. Como estão as projeções para este ano?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O real começou o ano bastante pressionado. O mercado está preocupado e quer entender como vai se comportar a balança comercial e os indicadores das contas externas do país em um ano de crescimento maior. Além do que houve um esfriamento das principais agendas de reformas, especialmente administrativa e tributária. Agora há uma grande "área cinzenta" sobre qual será a velocidade, o ímpeto e o "timing" dessas duas reformas. Tudo isso deve ajudar a manter o câmbio mais alto. Diante desse cenário, o dólar deve ficar entre R$ 4 e R$ 4,10 em 2020, segundo as nossas projeções.

Há algum cenário em que isso poderia mudar?

Olha, está bastante complicado acertar o câmbio nos últimos anos porque há vários fatores internos e externos envolvidos na precificação do ativo. De qualquer forma, hoje há um consenso no mundo de que o dólar americano frente a uma cesta de moedas de mercados emergentes não deve continuar performando muito bem, o que tende a ser bom para o real. Porém, a dinâmica interna brasileira que envolve números externos e de conta corrente, crescimento do PIB, assim como o fato de que o nosso diferencial de juros em relação aos Estados Unidos continua baixo deve fazer com que seja difícil ver o dólar abaixo de R$ 4 neste ano.

Como vê o cenário externo mundial hoje, após a assinatura do acordo de fase 1 entre Estados Unidos e China e dados melhores de indústria e varejo chineses? O risco maior é interno com relação às reformas?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eu acho que o cenário externo neste ano mostra-se mais benigno do que em 2019. O "fim" da guerra comercial, pelo menos até a discussão da fase 2 do acordo, reforça essa ideia e é um sinal positivo porque mostra que a dicotomia entre o crescimento das economias e os indicadores de gerente de compras (PMIs) da indústria vem caindo, ou seja, o mercado externo está diminuindo o gap que existia entre os dois. Apesar disso, não penso que o risco maior seja interno. Acho que o Brasil está indo na direção correta para voltar a crescer.

Ainda que os riscos sejam menores, tanto externos quanto internos, quais são os eventos que o investidor precisa manter no radar neste ano?

O risco geopolítico é muito maior do que dez anos atrás. Temos um mundo mais volátil hoje e precisamos ficar atentos. Apesar disso, não penso que conflitos como Estados Unidos e China/Irã escalem porque estamos em ano eleitoral americano. Esse é inclusive outro risco a que os investidores devem ficar atentos.

De que forma as eleições americanas poderiam impactar a bolsa?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por exemplo, se for um candidato mais à esquerda, o mercado pode não gostar e pode ter um risco maior de que haja uma recessão. Mas, se o eleito for o atual presidente, Donald Trump, o mercado tende a continuar com o cenário que vemos hoje em que há uma projeção de crescimento menor, mas que ficaria entre 1,5% e 2% neste ano.

No ano passado, o dólar à vista terminou 2019 com uma alta de 3,63%, enquanto o Ibovespa acumulou uma expansão de mais de 31%. Quais são as expectativas para o desempenho da bolsa neste ano?

A gente não trabalha com esse tipo de projeção, mas acredito que o Ibovespa deva performar bem e ficar entre 130 mil e 140 mil pontos até o fim do ano. Para isso ocorrer quem irá puxar a alta será o fluxo de investidores locais. O estrangeiro está muito fora do mercado. Ele prefere olhar Google, Microsoft que são empresas que ele conhece mais e que têm liquidez grande, além do que performaram melhor do que o S&P e do que o mercado brasileiro em 2019. Hoje, o estrangeiro pensa: por que eu vou perder o meu tempo olhando um país da América Latina, se aqui eu opero Apple, Google e tenho transparência e assimetria de informação? O investidor de fora não vem por falta de interesse.

Depois de ver uma boa alta em 2019, algumas ações já andaram bastante e há papéis que já estão um pouco caros. Diante disso, ainda é possível encontrar pechinchas na bolsa ?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não sei dizer se dá pra encontrar pechinchas porque o mercado já andou bastante. Mas os setores mais cíclicos, como bancos, empresas de aço, consumo de bens de capital, bens duráveis, discricionário (carro, geladeira) e o setor de construção civil devem performar muito bem neste ano. Além disso, teremos uma série de empresas, como BNDES e Caixa que farão follow-ons [ofertas subsequentes de ações], além de aberturas de capital de companhias [IPOs, na sigla em inglês] de construção civil.

Agora falando um pouco sobre o crescimento da economia. Na semana passada, o IBC-Br - que é chamado de prévia do PIB - veio melhor do que os analistas esperavam. Por outro lado, dados de produção industrial e vendas no varejo elevaram as preocupações quanto ao desempenho da economia. Isso muda algo para vocês?

Ainda é muito cedo para dizer. A gente está olhando o retrovisor da economia e no momento, há ainda muitos ruídos por conta do Natal, festas e feriados. Continuamos projetando uma alta de 2,3% para o PIB e de inflação de 3,5% para este ano.

Com relação à Selic, quais são as projeções para os juros em 2020?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A gente estima que o Copom faça mais um corte. A atividade ainda está fraca e o desemprego estrutural permanece alto. Além disso, no fim do ano passado, tivemos alguns choques nos preços da carne, mas foram coisas pontuais. Ultimamente, a inflação está bem controlada e dentro da meta do Banco Central. Por essa razão, penso que ainda há espaço para fazer com que a taxa de juros encerre o ano em 4,25% ao ano. Hoje, ela está em 4,50% ao ano.

Ainda que a projeção seja de alta do PIB, quais seriam os fatores que poderiam atrapalhar a maior expansão da economia neste ano?

Em termos de crescimento, a principal reforma que precisa ser feita é a tributária. Ela foca basicamente no microempreendedor e destrava investimentos. A Previdência foi importante para resolver o problema fiscal e estabilizar a relação entre a dívida e o PIB no Brasil. Mas é a tributária que vai ajudar a desburocratizar e gerar maior eficiência.

E se ela não for feita?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bom, se ela for feita, ela mudaria o ambiente de negócios brasileiro. Porém, se isso não ocorrer, poderia impactar o humor do investidor e consequentemente, a bolsa. O ponto é que eu não sei quanto o mercado está precificando a reforma tributária. Eu penso que se ela estiver precificada agora ainda é pouco.

Por que ela estaria pouco precificada?

Porque ela é bastante complexa. É difícil mensurar como ela vai passar ou se vai passar. O principal problema está em alinhar todos os interesses estaduais, municipais e de governo federal. Mas penso que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, vai fazer com que ela ande porque sabe quão importante ela é para destravar o PIB potencial brasileiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EFEITOS DA GUERRA

Gás do Povo: governo reajusta valor do benefício em 22 estados; veja para quanto foram os vouchers

29 de abril de 2026 - 9:59

Com aumento do valor de referência do Gás do Povo, governo brasileiro tenta mitigar efeitos da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã

O DIABO NÃO USA APENAS PRADA

Anna Wintour, a Miranda Priestly da vida real, não se lembrava de assistente e tem postura inesperada em relação a O Diabo Veste Prada 2

29 de abril de 2026 - 9:18

Sequência de filme que marcou a cultura pop nas última décadas, ‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros nesta semana; confira quem é a Miranda Priestly na ‘vida real’

CAUTELA CONTINUA

Tudo indica que inflação é transitória, diz economista-chefe do Inter sobre impacto geopolítico; mas Selic já não vai mais cair tanto

29 de abril de 2026 - 7:15

Há espaço para aceleração dos cortes da Selic no segundo semestre, mas por ora Copom deve continuar com a mesma cautela, diz Rafaela Vitória

BOLA DIVIDIDA

Lotofácil 3672 tem 18 ganhadores, mas só 2 vão embolsar o prêmio inteiro; Mega-Sena 3001 acumula e +Milionária promete R$ 38 milhões hoje

29 de abril de 2026 - 6:53

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 28 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

CONTRA O EFEITO DOMINÓ

Quanto custa evitar o pior? Para o FGC, R$ 57,4 bilhões após crise do Banco Master

28 de abril de 2026 - 18:39

Em relatório anual, fundo afirma que bancou garantias, fez empréstimos e ainda viu indicador de liquidez cair abaixo do nível recomendado

TÍTULO DE ELEITOR

Eleitores têm até a próxima semana para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor para as eleições de 2026

28 de abril de 2026 - 17:25

O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos, o; prazo vai até dia 6 de maio

OLHO NOS PREÇOS

A gasolina vai subir mais? Saiba o que diz a presidente da Petrobras (PETR4) sobre um novo ajuste nas bombas

28 de abril de 2026 - 16:15

Declaração de Magda Chambriard vem em meio a discussões no Congresso sobre uso de receitas do petróleo para reduzir tributos

TAXAS VALENDO

Arrecadação com taxação de dividendos foi de R$ 308 mil em março, diz coordenador da Receita

28 de abril de 2026 - 15:46

Dividendos acima de R$ 50 mil recebidos por pessoas físicas passaram a ser tributados em 10% a partir deste ano

PASSAGEM LIBERADA

Governo suspende mais de 3 milhões de multas do free flow; veja o que acontece com os valores em haver

28 de abril de 2026 - 15:14

Motoristas terão 200 dias para pagar os valores e poderão recuperar os pontos perdidos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

MUNDO CORPORATIVO

Home office acabou para muitos: vacância nos escritórios cai, aluguel sobe, e empresas buscam alternativas a Faria Lima e Itaim Bibi

28 de abril de 2026 - 14:15

Levantamento também indica ritmo de forte expansão do mercado logístico, impulsionado pelo e-commerce

MICARETA LOTÉRICA

Mega da Virada fora de época? Caixa abre apostas para sorteio especial da Mega-Sena 30 anos; prêmio é estimado em R$ 150 milhões

28 de abril de 2026 - 13:49

Mega-Sena 30 anos tem regras parecidas com as da Mega da Virada: prêmio não acumula e 90% do dinheiro é destinado a quem acertar as seis dezenas; veja os detalhes do sorteio especial

NAS VÉSPERAS DO COPOM

Inflação pega o elevador e IPCA-15 de abril é o pior desde 2022. Os cortes de juros podem acabar mais cedo?

28 de abril de 2026 - 13:08

Índice acelera de 0,44% em março para 0,89% em abril, e qualitativo preocupa: alimentação e transportes pressionam; saiba o que pode acontecer com a Selic daqui para frente

REORGANIZAÇÃO DE ATIVOS

O que a Engie (EGIE3) está preparando com a Jirau Energia? Empresa contrata assessoria para estudar operação

28 de abril de 2026 - 12:07

Companhia avalia incorporar parte de ativo que hoje está nas mãos da controladora; entenda o que está em discussão

FARO ARTILHEIRO

Lotomania 2917 aproveita bola quicando na área e faz o único milionário da rodada; Lotofácil e outras loterias acumulam; Mega-Sena pode pagar R$ 115 milhões hoje

28 de abril de 2026 - 6:51

Lotofácil 3671 acumula e Lotomania 2917 é a única a pagar o prêmio principal na rodada de segunda-feira (27) das loterias da Caixa

CARTEL NO GADO

Casa Branca diz que investiga preços de carne e se JBS (JBSS32) e Marfrig (MBRF3) fazem parte de cartel nos EUA

27 de abril de 2026 - 16:37

De acordo com o conselheiro da Casa Branca, o nível de concentração das quatro maiores companhias reduz a concorrência e cria condições para a formação de preços

SAÚDE PÚBLICA

Mounjaro alternativo? Anvisa discute normas para manipulação de canetas emagrecedoras em meio a debate sobre riscos à saúde

27 de abril de 2026 - 14:07

Mercado ilegal, uso sem acompanhamento médico e incidência de doenças graves acendem alerta das autoridades sobre canetas emagrecedoras como Mounjaro e Ozempic

25 KG NAS COSTAS POR 42,2 KM

Sem se importar com o tempo, homem corre a Maratona de Londres com geladeira nas costas — e embolsa mais de R$ 3 milhões

27 de abril de 2026 - 12:50

Pensando em homenagear a mãe, britânico pretende correr 32 maratonas em 32 dias para angariar fundos para pesquisa

CARRO-CHEFE

Acumulada há um mês, Mega-Sena abre semana pagando mais do que todas as outras loterias juntas

27 de abril de 2026 - 7:31

Mega-Sena entrou acumulada em abril e foi recuperando posições até retomar o topo do ranking de maiores prêmios das loterias da Caixa. Agora ela paga mais do que todas as outras juntas.

LOTERIAS

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 115 milhões: veja quanto custa apostar e suas chances de ganhar

26 de abril de 2026 - 15:25

Ninguém levou o prêmio máximo no concurso 3.000; entenda quanto você precisa investir para aumentar as probabilidades — e por que o custo dispara

PREPARE-SE

Agenda cheia: Super Quarta reúne decisões de juros de BC e Fed em meio a dados-chave de inflação e atividade

26 de abril de 2026 - 14:18

Decisões no Banco Central e no Federal Reserve (Fed) dividem atenções com IPCA-15 e PIB dos EUA; confira tudo o que irá rolar nos mercados na próxima semana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia