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O risco de não saber em qual classe de ativos cripto se encontra, ou se estamos diante de uma nova classe, é o que garante uma assimetria convidativa.
Na semana passada, escrevi aqui neste espaço que a classe das criptomoedas ainda precisava de maturação para enfim entendermos em qual caixinha dos investimentos colocaríamos as bitcoins.
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Mas a verdade é que, quando isso acontecer, boa parte dos ganhos já terá sido entregue aos investidores.
O risco de não saber exatamente em qual classe de ativos cripto se encontra, ou se estamos diante de uma nova classe, é o que garante uma assimetria convidativa.
E se percebemos isso já tem algum tempo, o mercado tradicional começa a declarar que está entendendo o potencial do bitcoin.
Explico.
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Em ordem cronológica, tivemos: a MicroStrategy, uma das maiores empresas de BI do mundo; a Square, plataforma de meios de pagamento; e, agora, a Stone Ridge, gestora com mais de US$ 10 bilhões sob administração, anunciando alocação em bitcoin.
Juntas, as três empresas têm investidos quase US$ 600 milhões em bitcoins e cada uma com justificativas diferentes para esse movimento.
A MicroStrategy explicou a alocação por ver o bitcoin como uma reserva de valor confiável e uma classe de investimento atrativa.
Em contrapartida, a Square percebeu que o seu investimento se tratava de um instrumento de empoderamento econômico, pois o BTC seria um sistema monetário global e a moeda mais onipresente no futuro.
Já a Stone Ridge viu a criptomoeda como uma forma superior de dinheiro e que a atual impressão desenfreada de moeda fiduciária e juros negativos só vão aumentar a disparidade entre os dois.
Como você pôde perceber, as três empresas tinham argumentos distintos para os seus investimentos no mesmo ativo.
Conhecendo o bitcoin a fundo, dá para perceber que todas as justificativas são plausíveis e juntas escancaram o quão multifacetadas são as inovações.
Muito provavelmente, a MicroStrategy deu início a um efeito pipoca que teve seu segundo “estouro” com a Square, mas, daqui em diante, será precursor de um movimento ainda maior.
Podemos ter tanto empresas listadas com caixas volumosos entrando para o hall de investidores de bitcoin, quanto empresas zumbis, que vão se utilizar da publicidade do seu novo investimento para reaparecer na mídia.
Dito isso, a história resumida é a seguinte:
Levamos mais de uma década para conhecer a primeira empresa listada em Bolsa (MicroStrategy) a alocar declaradamente em bitcoin e apenas 58 dias para a segunda (Square) fazer o mesmo.
Em quanto tempo você acha que teremos uma terceira companhia listada em Bolsa alocando em bitcoin uma parte do seu caixa?
Mais do que isso, quando teremos uma dezena delas?
Meu palpite é que até o final de 2020 já teremos até um rótulo para essas empresas.
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