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Por volta das 11h30, a maior criptomoeda em circulação estava em alta de 7%, cotada a US$ 20.606,02.
O Bitcoin bateu, pela primeira vez desde 2017, os US$ 20 mil nesta quarta-feira (16). Por volta das 18h, a maior criptomoeda em circulação estava em alta de 7%, cotada a US$ 20.807,90.
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O bitcoin tem se valorizado recentemente por conta da maior demanda por ativos de risco em meio aos estímulos fiscais e monetários inéditos para conter os danos econômicos da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).
Grandes especialistas de criptomoedas, como os irmãos Winklevoss, acreditam que o bitcoin tem a mesma lógica do ouro contra a inflação, só que com maiores benefícios.
"Bitcoin é o ouro da internet. Efetivamente, por ter uma oferta limitada, o fornecimento de ouro é escasso e precioso. Contudo, quanto mais demanda ele tiver, mais mineração ele terá. Já no bitcoin, há um recurso limitado, não é possível aumentar o tanto que existe", explicaram os irmãos em um evento em novembro.
O que atrai os holofotes do mercado para a moeda é a sua história marcada por ganhos e quedas em alta escala. A criptomoeda é mais volátil e seus mercados são tidos como menos transparentes que os ativos tradicionais.
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A última vez que o Bitcoin bateu os US$ 20 mil foi no dia 17 de dezembro de 2017, quando chegou a US$ 20.089,00.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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