O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No curto prazo os preços das ações serão influenciados por uma série de eventos (pandemias, alta ou queda do dólar, eleições presidenciais, alta dos juros, etc). Alguns serão positivos, outros negativos. Mas no longo prazo eles seguem o caminho trilhado pelos lucros de uma companhia.
Eu tenho certeza que você já recebeu alguma dica de investimento em ações acompanhada, logo em seguida, pelo famigerado esclarecimento: "Lembre-se que o investimento em ações é para o longo prazo".
Às vezes dá até a impressão de que os especialistas usam isso como uma estratégia. Uma bela desculpa esfarrapada para utilizarem caso a ação caia logo depois da indicação, não é mesmo?

Mas, acredite, não é por isso. As sugestões de que investimentos em ações devem ser focadas no longo prazo é por motivos muito mais nobres, e as últimas semanas fizeram questão de deixar isso bem claro.
Um dos motivos pelo qual os especialistas pedem prazos longos para os investimentos maturarem é porque, no longo prazo, o preço das ações tende a acompanhar o crescimento de lucros de uma companhia.
No meio do caminho o preço das ações serão influenciados por uma série de eventos (pandemias, alta ou queda do dólar, eleições presidenciais, alta dos juros, etc). Alguns serão positivos, outros negativos. Mas no longo prazo as ações seguirão o mesmo caminho trilhado pelos lucros de uma companhia.

Desfocar do curto prazo, então, acaba sendo um exercício útil para que você consiga separar o que é ruído do que é informação de verdade.
Leia Também
Mas focar no longo prazo não serve apenas para que você aguarde o tempo apropriado para o preço de uma determinada ação convergir para os lucros da companhia.
Talvez ainda mais importante do que isso seja o fato de que o foco no longo prazo é uma das maneiras mais eficientes de se proteger contra a enorme tentação de vender as suas ações no meio de crises como a que estamos vivenciando neste exato momento.
Aqueles que investem para colher frutos no longo prazo, ainda que se machuquem em quedas expressivas como a das últimas semanas, sofrem muito menos pois são capazes de enxergar além da cortina de fumaça. Eles sabem que as melhores e mais sólidas ações da Bolsa sairão ainda mais fortes dessa situação.
Curto prazistas, por definição, só conseguem enxergar o que acontecerá no curto prazo. E, como você já sabe, o curto prazo está recheado de notícias ruins, que podem ficar ainda piores.
A incapacidade de enxergar além resulta em pânico quando o mercado desaba, e eles vendem todas as suas ações quando os preços já estão lá embaixo. Comprar na alta e vender na baixa: a receita garantida para perder dinheiro na Bolsa.
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras