O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os quatro maiores bancos do país separaram uma “bolada” no primeiro trimestre em provisões para calotes diante da crise do coronavírus. A soma delas é de R$ 25,8 bilhões, bem acima dos R$ 14,7 bilhões de lucros obtidos por Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Santander. O número só não ficou maior porque o Santander destoou dos demais com uma postura mais otimista (ainda?).
É sempre um mau sinal para economia quando banco perde dinheiro. E também quando ele acha que vai perder dinheiro (e separa uma grana alta para se precaver de calotes).
Touros e Ursos às 12h: O Victor Aguiar e o Vinícius Pinheiro estarão ao vivo hoje para falar do que bombou na semana nos mercados e os destaques do noticiário que mexem com seu bolso. Acompanhe no canal do YouTube do Seu Dinheiro.
•O dólar à vista subiu 2,43% ontem, a R$ 5,8409, com os investidores se ajustando à perspectiva de continuidade no ciclo de cortes na Selic. O Ibovespa operou instável, de olho em Brasília, e fechou o dia em queda de 1,20%, aos 78.118,57 pontos.
•O que mexe com os negócios hoje? O dia começa com expectativa pelos dados do IPCA de abril e do payroll, relatório de emprego americano. Enquanto os investidores aguardam, a notícia de que Estados Unidos e China estão dispostos a cooperarem anima o mercado internacional. Na Ásia as bolsas fecharam em alta generalizada. Os índices futuros em Nova York e o pregão europeu começam o dia no azul.
•As despesas dos grandes bancos com provisões para calotes no crédito somou R$ 25,8 bilhões, superando (e muito) o lucro líquido no primeiro trimestre deste ano.
Leia Também
• Natura, Yduqs, Americanas e B2W divulgaram os resultados do trimestre. Veja aqui os principais números.
•A Via Varejo confirmou que estuda lançar uma oferta de ações. Segundo o jornal Valor Econômico, a empresa quer levantar R$ 5 bilhões.
•A petrolífera Saudi Aramco anunciou que vai elevar o preço do petróleo para quase todos os mercados globais em junho. A decisão veio após a Arábia Saudita encerrar uma guerra de preços com a Rússia e se juntar a um acordo histórico encabeçado pela Opep+.
•O Brasil tem 135.106 casos de coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. São 9.146 mortes.
• Bolsonaro afirmou ontem que o ministro da Economia, Paulo Guedes, detém 99% do poder de decisão sobre a pauta econômica do governo e disse ser contra a ideia de "fabricar dinheiro". O presidente marchou com uma comitiva de empresários até a sede do STF.
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje