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Em um contexto de pandemia que obrigou as pessoas a ficarem mais em casa e o comércio a suspender ou reduzir suas atividades, o e-commerce tem sido a boia de salvação de muitos varejistas.
Nunca que num cenário como o atual haveria otimismo dos investidores em relação ao varejo não essencial, mas cá estamos: no Brasil, as ações das varejistas com grande exposição ao segmento de vendas on-line estão entre as líderes de ganhos no ano, em uma bolsa em que a maioria dos papéis ainda acumula perda.
Lá fora, não é diferente. A ação da argentina Mercado Livre, negociada na Nasdaq, apanhou em março como quase todos os ativos, mas desde então vem assistindo a uma recuperação vertiginosa e praticamente dobrou de preço no ano. Recentemente, tornou-se a empresa mais valiosa da América Latina, ultrapassando a Vale. Sinal dos tempos.
Realmente é bem possível que a quarentena tenha transformado em clientes habituais do varejo digital pessoas que antes raramente ou nunca faziam compras on-line. Eu já sou adepta do e-commerce para diversos produtos, mas confesso que nos últimos meses dei chance a compras que antes eu jamais faria pela internet. Comprei até um violão - e foi pelo Mercado Livre.
Os novos hábitos apareceram no resultado de Meli no segundo trimestre. A companhia dos hermanos lucrou US$ 55,9 milhões, mais que o triplo do mesmo período do ano passado. Só que os investidores não se animaram, e as ações levaram um tombo nesta segunda-feira, arrastando também os papéis de varejistas brasileiras. Mas afinal, ¿qué pasó? O Vinícius Pinheiro te conta nesta matéria.
• O dia foi de grande volatilidade na bolsa brasileira, com uma verdadeira gangorra entre os fatores positivos e negativos que estão no radar dos investidores. No fim, o Ibovespa conseguiu terminar o pregão em alta, mas o dólar também subiu. O Ricardo Gozzi conta como foi o pregão de hoje.
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• A rede de farmácias D1000 e a varejista de materiais de construção Quero-Quero estrearam hoje na B3, após movimentarem mais de R$ 2 bilhões nos seus IPOs. Mas as duas ações tiveram desempenhos bem diferentes no seu primeiro dia.
• O fundo Verde, do lendário gestor Luis Stuhlberger está mais otimista com o mercado de ações, e o motivo é a possível aprovação de uma vacina contra o coronavírus.
• Com o retorno da reforma tributária aos holofotes também voltou à discussão a taxação de dividendos, hoje isentos de IR. Nosso colunista Felipe Paletta fala dos pontos negativos - mas também dos positivos! - dessa tributação.
• Com a crise, varejistas de menor porte têm reduzido custos migrando das lojas tradicionais para galpões e priorizando o e-commerce. A economia pode chegar a 90%, mostra reportagem do Estadão.
• O volume de crédito concedido pelo BNDES a empresas de todos os portes cresceu quase 250% no segundo trimestre ante o primeiro, totalizando 17,2 bilhões.
• As tensões entre Estados Unidos e China voltaram a inquietar os mercados, mas desta vez a guerra comercial envolve as gigantes de tecnologia e tem relação direta com as eleições americanas em novembro. Saiba o que está em jogo.
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