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Tem, sim senhor. Em mais um dia sem a presença do Banco Central no mercado, a moeda do país de Donald Trump tirou tinta dos R$ 4,40, mas perdeu um pouco de força e fechou aos R$ 4,391, alta de 0,60%.
A alta recente do dólar, um movimento que na verdade começou lá em agosto do ano passado, surpreende porque o câmbio só costuma reagir dessa forma quando o país “dá errado”.
E, pelo menos do ponto de vista das variáveis da economia, nada indica um naufrágio iminente. Ao contrário, a aprovação da reforma da Previdência inclusive desviou o Titanic da rota de colisão com o iceberg.
Mas a verdade é que o transatlântico brasileiro segue encalhado, ainda que esse fato não explique de todo o real enfraquecido.
Parte da valorização do dólar é também parte de um dos efeitos colaterais da ótima notícia para a economia que foi a queda da taxa básica de juros.
Com a redução das taxas brasileiras para patamares próximos aos civilizados, ficou bem menos interessante para especuladores ganharem dinheiro tomando recursos no exterior a aplicando aqui. Mas não é só isso, como diria o pessoal do Casseta e Planeta.
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O juro baixo também reduziu a necessidade de as matrizes das multinacionais captarem recursos com taxas mais baixas lá fora para emprestar a suas filiais brasileiras. Outras companhias ainda aproveitaram para pagar dívidas que tinham no exterior.
Esses fatores reduzem a oferta de dólares no país e pressionam a moeda. Se toda essa explicação não bastasse, a incerteza provocada pelo surto do coronavírus e agora o aumento do ruído político ajudam a empurrar o câmbio para novos recordes.
O Victor Aguiar conta para você tudo sobre mais um dia tenso nos mercados, com a alta do dólar e a volta do Ibovespa ao território negativo no acumulado de 2020.
Enquanto o mercado esperava alguma intervenção no mercado de câmbio, o Banco Central atacou por outro flanco. A autoridade monetária decidiu reduzir a alíquota do compulsório sobre o dinheiro que os bancos captam nos depósitos a prazo, como os CDBs. A expectativa é que a medida libere R$ 49 bilhões para a economia.
A vida não está fácil para ninguém, e menos ainda para o Grupo Pão de Açúcar. Além de ver o rival Carrefour abocanhar uma fatia maior de um de seus mercados de atuação após a compra de lojas do Makro, a empresa divulgou um balanço que apontou queda nas receitas e piora nas margens. Resultado: investidores nada felizes e um mergulho das ações da companhia.
Por falar em balanço mal recebido, o Burger King também sofreu na bolsa após a divulgação de números modestos no 4º trimestre de 2019. As ações da rede de fast food desabaram mais de 7% no pregão de hoje, mas nem todo mundo vê fundamentos claros para tamanha decepção, como você confere nesta matéria do Fernando Pivetti.
Depois de lançar uma linha de crédito imobiliário com taxa corrigida pela inflação, a Caixa Econômica Federal anunciou hoje a criação de um financiamento para a compra da casa própria com taxas fixas. De acordo com o banco estatal, os juros vão começar a partir de 8% ao ano e irão até 9,75%. Saiba todas as condições desse novo método de financiamento.
Assim como o Carnaval, essa época do ano é marcada pelo tradicional acerto de contas com o Leão. A Receita Federal divulgou as regras para o preenchimento da declaração, cuja entrega vai do dia 2 de março a 30 de abril. A principal novidade deste ano é o fim da dedução da contribuição patronal para o INSS de um empregado doméstico. O programa da Receita também já está disponível, como mostra a Julia Wiltgen.
E amanhã, como você sabe, tem mais uma edição do Podcast Touros e Ursos. Mande sua pergunta ou sugestão de pauta para o happy hour do Seu Dinheiro no e-mail podcast@seudinheiro.com.
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