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Tivemos uma sexta-feira 13 de alívio no mercado financeiro. O Ibovespa marcou uma forte alta de 13,91% e retomou o patamar de 80 mil pontos. Agora “só” faltam 17.323 para o principal índice da bolsa reencontrar os 100 mil...
Mas as feridas da patada do urso seguem bastante expostas, e a qualquer momento ele pode voltar a atacar.
Afinal, estamos no território do “bear market” (mercado dos ursos, como são conhecidos os investidores que apostam na queda) desde que a bolsa passou a acumular uma perda superior a 20%.
Mesmo com a alta de hoje, o Ibovespa amarga uma perda de 30,8% desde o recorde de 119.527 alcançado no dia 23 de janeiro.
Quando vamos voltar para lá? Acho difícil fazer qualquer prognóstico enquanto não tivermos uma ideia mais clara da duração e dos estragos que o coronavírus fará na economia global.
Aos preços de ontem, as ações pareciam refletir o pior cenário. Mas não podemos jamais subestimar a capacidade dos mercados de se tornarem irracionais.
O jeito, portanto, é manter os cintos de segurança afivelados. Nós estamos ao seu lado, agora ainda mais próximos no canal do Seu Dinheiro no Telegram para os leitores premium.
Você também pode conferir uma retrospectiva do verdadeiro nocaute que foi esta semana nos mercados na cobertura certeira do Victor Aguiar.
Chegamos aos 151 casos de coronavírus no Brasil e o número infelizmente vai aumentar. Hoje, porém, um possível caso chamou a atenção de todo o país. Pela manhã, a rede de TV americana Fox News informou que Jair Bolsonaro havia testado positivo para o coronavírus. A fonte da informação teria sido o deputado Eduardo Bolsonaro. Minutos depois, porém, o presidente negou a notícia em uma postagem no Facebook.
No meio do terremoto dos mercados ontem, quem tinha dinheiro no Tesouro Direto foi impedido de movimentar as aplicações o dia inteiro. A limitação aconteceu até para quem tinha recursos no Tesouro Selic, que é o título recomendado para deixar a reserva de emergência. Mas hoje o Tesouro Nacional anunciou uma medida que vai “destrancar” esses recursos mesmo em períodos de instabilidade. A Julia Wiltgen acompanhou de perto e traz os detalhes para você.
Depois da polêmica medida de suspender todos os voos da Europa para os Estados Unidos, o presidente Donald Trump declarou estado de emergência nacional. A medida é uma reação à pandemia do novo coronavírus e, na prática, representa uma liberação de até US$ 50 bilhões para lidar com a doença. Trump também anunciou que o governo firmou parceria com o setor privado para ampliar os testes da doença. Os detalhes das medidas você lê nesta matéria.
Qual será a decisão do Banco Central na semana que vem sobre a taxa básica de juros? Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do BC e hoje sócio da Panamby Capital, achava que a Selic deveria ter ficado estável na última reunião do Copom. Mas agora mudou a visão diante dos impactos do coronavírus na economia. Ele agora espera uma redução de 0,5 ponto percentual nos juros. Eu conversei com o gestor e conto para você qual a expectativa dele para o PIB em 2020.
Situações extremas demandam medidas extremas. Na semana em que os mercados perderam o chão, reunimos o nosso time para trazer a você as impressões que tivemos de dentro do olho do furacão dos mercados. Na edição especial do podcast Touros e Ursos, o Victor Aguiar, a Marina Gazzoni, a Julia Wiltgen e eu contamos as diferentes visões sobre o pânico que abateu a bolsa e fez o dólar e os juros dispararem. E, claro, o que esperar daqui para frente. Aperte o play e solte o som!
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Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso