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É tanto medo do sofrimento que eu sofro só de pensar, canta Paula Toller em Educação Sentimental, o meu disco favorito do Kid Abelha. O investidor da bolsa pode muitas vezes se ver na mesma situação.
Mal absorvemos os riscos relacionados ao impacto da pandemia do coronavírus (que continuam por aí), trombamos com uma nova onda de cautela relacionada ao setor de tecnologia nos EUA. Temos uma bolha prestes a estourar?
Eu não acredito nessa hipótese. Mas qual será o impacto para o resto do mercado se o ajuste nos preços das ações das empresas — que realmente estão caras — se prolongar?
Seja qual for o desfecho da novela das “big tech”, o mercado já se prepara para um nível maior de volatilidade nas próximas semanas, conforme as eleições norte-americanas se aproximarem.
Como se não bastasse, temos nossos problemas domésticos para resolver — que não são poucos. Bolsonaro vai abandonar de vez a agenda liberal de olho nas eleições de 2022? E como a bolsa e o dólar vão reagir?
A vida é sempre um risco, e quem tem medo do perigo deve ficar longe da bolsa. Com lágrimas e chuva na janela, o segredo de quem permanece no mercado no longo prazo é conseguir separar os sinais de que algo está errado do mero ruído.
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Por isso vale a pena acompanhar o que está na cabeça — e nas carteiras — dos grandes gestores de fundos. Com R$ 35 bilhões em patrimônio, a SPX Capital trouxe mudanças relevantes em algumas de suas posições. Eu conto para você o que a gestora de Rogério Xavier espera para os mercados.
• Passou a ressaca dos mercados — pelo menos por uma sessão. Com os mares da bolsa mais calmos, o Ibovespa fechou o dia em alta superior a 1% e o dólar voltou a ficar abaixo de R$ 5,30. Saiba o que mexeu com os ativos hoje.
• Os fundadores da Linx não deveriam votar na assembleia que decidirá sobre a proposta de aquisição pela Stone. Pelo menos é o que pensa a Amec, associação que representa fundos locais e estrangeiros que investem no mercado brasileiro. Saiba o que está em jogo.
• Dentro do processo de reestruturação societária, o Grupo Cosan divulgou detalhes do IPO da Compass, que pode movimentar R$ 4,4 bilhões. Parte do dinheiro vai para aquisições, e o principal alvo já foi definido.
• Enquanto isso, a Melnick, subsidiária da Even, tem data para estrear na B3: 28 de setembro. Se tudo correr bem, a definição do preço por ação no IPO ocorrerá no dia 24. Veja quanto a empresa pode captar na operação.
• Depois do pacotão, a expansão. Apesar de alguma cautela, o Credit Suisse vê o conjunto de aquisições de Hapvida e Notre Dame Intermédica como uma força de alta para as ações das empresas. Saiba qual a recomendação dos analistas.
• A inflação é pequena, mas sobe. Em agosto, o IPCA apresentou avanço de 0,24%. Ponto de discussão no governo, os preços dos alimentos subiram. Saiba o que mais pesou no seu bolso.
• Falando nos preços de alimentos, o governo pretende zerar as tarifas de importação sobre itens da cesta básica. A preocupação vem à tona pelos efeitos que a inflação pode ter na popularidade do presidente Jair Bolsonaro.
• O mundo contemporâneo é de informação abundante. Disponível a qualquer hora, em qualquer lugar, sob qualquer formato. O problema é separar o joio do trigo. Mas como fazer isso? Não deixe de ler a coluna do Felipe Miranda de hoje.
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