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Em comparação ao real, o dólar chegou, em 2020, a um patamar inédito, em valores nominais: superou a máxima histórica de R$ 4,20, o teto psicológico de R$ 5 e chegou quase a bater R$ 6 em maio.
Por um lado, a moeda brasileira se desvalorizava, dada a Selic nas suas mínimas históricas - juro baixo torna os títulos públicos brasileiros menos atrativos para os gringos e os afasta do país. Por outro, a crise desencadeada pela pandemia de coronavírus beneficiava os ativos de proteção, como é o caso, historicamente, da moeda americana.
Mas apesar de o dólar ainda acumular uma alta de quase 30% ante o real neste ano, recentemente temos visto um movimento de descompressão no câmbio. Em julho, a moeda americana perde 5,12%.
Entre os fatores locais, o pontapé inicial dado na reforma tributária na semana passada contribuiu para o fortalecimento do real. Mas boas notícias relacionadas à pandemia - como os avanços nas pesquisas de vacinas contra o coronavírus e dados que mostram a recuperação de economias importantes - também influenciaram a queda da divisa americana.
Mas o pano de fundo de tudo isso são os trilhões de dólares injetados na economia pelo banco central americano, a fim de combater os efeitos da crise. E com essa liquidez elevada, a moeda americana tende a se enfraquecer tanto perante moedas fortes quanto emergentes.
Então isso significa que o ciclo de alta do dólar já terminou? E se você tem dólar na carteira - como sugerimos, como forma de proteção - é hora de vender?
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O Vinícius Pinheiro conversou com gestores de fundos que têm posições vendidas em dólar, isto é, apostam na queda da moeda americana. Eles explicam, afinal, o que está acontecendo no mercado de câmbio, as suas perspectivas e as razões da sua posição. Mas também lembram o investidor de que é preciso ter “muita calma nessa hora”, pois trocar seus dólares por reais neste momento pode ainda não ser uma boa pedida. Recomendo a leitura!
Em tempo, hoje o dólar caiu mais um pouquinho, fechando em baixa de quase 1%, a R$ 5,15. O mercado passou o dia na expectativa da aprovação de mais um pacote trilionário de estímulos a ser anunciado pelo governo americano. Ou seja, mais dólares na economia. O Ibovespa fechou em alta forte de mais de 2% e voltou aos 104 mil pontos. O Ricardo Gozzi acompanhou o pregão e te conta tudo nesta matéria.
• O bitcoin recuperou as perdas deste ano e já supera o patamar pré-crise. Agora à noite, a criptomoeda subia mais de 9%, ultrapassando os US$ 10,8 mil. Entenda o porquê.
• A Eneva fez uma nova proposta pelas ações AES Tietê em poder do BNDES, desta vez se comprometendo a pagar R$ 1,995 bilhão em dinheiro, mais que o dobro da oferta anterior.
• O BTG Pactual está de olho na área de telefonia e banda larga fixa da Oi. O banco fez uma proposta por 25% do capital total e 51% do capital votante da unidade, avaliada em R$ 25,5 bilhões pela operadora.
• Por falar em BTG, na briga com a XP, o banco já pode se considerar vitorioso, diz o nosso colunista Felipe Miranda. Afinal, como líder, a XP agora corre o risco de acabar “lutando contra ela mesma”. Entenda por quê.
• A farmacêutica Moderna recebeu um financiamento de US$ 472 milhões para os testes finais da sua vacina contra a covid-19. Além de boa notícia para os mercados, isso fez as ações da empresa dispararem quase 10% na Nasdaq.
• A Cury Construtora e Incorporadora, joint venture entre a Cyrela e a Cury Empreendimentos, retomou seu processo de abertura de capital e pretende se listar no Novo Mercado, segmento mais alto de governança corporativa da B3.
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